MATEUS 15,32-39 (392)

 

Texto bíblico diário comentado (392)

Irmãos e irmãs,

Participemos da leitura e reflexão diária da Palavra de Deus. Através de Jesus Deus nos dá a Sua Palavra, Seu Santo Espírito e o Pão da Vida.

Mateus 15,32-39 – Segunda multiplicação de pães – Jesus, chamando os discípulos, disse: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem o que comer. Não quero despedi-la em jejum, por receio de que possa desfalecer pelo caminho”. Os discípulos lhe disseram: “De onde tiraríamos, num deserto, tantos pães para saciar tal multidão?” Jesus lhes disse: “Quantos pães tendes?” Responderam: “Sete pães e alguns peixinhos”. Então, mandando que a multidão se assentasse pelo chão, tomou os sete pães e os peixes e, depois de dar graças, partiu-os, e dava aos discípulos, e os discípulos à multidão. Todos comeram e ficaram saciados, e ainda recolheram sete cestos cheios dos pedaços que sobraram. Ora, os que comeram eram quatro mil homens, sem contar mulheres e crianças. Tendo despedido as multidões, Jesus entrou no barco e foi para o território de Magadã. Palavra da Salvação!

Comentário: A presença e ações de Jesus atraíam multidões, que O seguiam por aquelas regiões na parte oriental do Mar da Galiléia. O povo não queria se afastar d’Ele, pois Ele trazia Palavras de Vida Eterna e curas. A imensa bondade de Jesus faz com que Ele se preocupe com a situação daquele povo: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem o que comer. Não quero despedi-la em jejum, por receio de que possa desfalecer pelo caminho”.

Note-se que a iniciativa de ajudar parte de Jesus. Sempre Deus está atento às nossas necessidades e dá o primeiro passo para solucionar nossas dificuldades e carências. Para nós esta preocupação de Jesus também representa um apelo: Que nunca olhemos com indiferença as carências dos nossos irmãos. Que sempre tenhamos um olhar amoroso, preocupado e solidário para com os necessitados, buscando fazer o que for possível.

O texto ainda nos lembra que a nossa falta de fé na providência divina sempre está presente. Sempre nos falta confiança, esperança e certeza na ação de Deus em prol de Seus filhos. Mesmo os apóstolos que já tinham visto a primeira multiplicação de pães (Mt 14,13-21), ainda não sabiam o que fazer: “De onde tiraríamos, num deserto, tantos pães para saciar tal multidão?”.

Aconteceram diferenças entre os dois milagres de multiplicação de pães (vide Mc 8,18-20). As quantidades de pessoas foram diferentes: Na primeira 5.000 homens; na segunda 4.000 homens. Na primeira, de 5 pães e 2 peixes, sobraram 12 cestos de pães, representando as 12 tribos do povo de Israel. Na segunda, de 7 pães e alguns peixes, sobraram 7 cestos. O número sete é representativo de totalidade e plenitude, significando que toda a humanidade é beneficiária das graças de Deus. Pela partilha podemos colaborar. Ninguém deve passar fome.

Deus sempre nos dá o necessário. Da terra crescem o trigo, o arroz, a mandioca, o milho, e todos os demais alimentos: frutos da terra e do trabalho do homem. Porém, através de Jesus Deus nos dá a Sua Palavra, Seu Santo Espírito e o Pão da Vida. Jesus alimenta o povo com a multiplicação de pães e peixes, num prenúncio do que faria, dando-nos Seu Corpo e Sangue como alimento espiritual na Santíssima Eucaristia. O Pão da Vida estará sempre com o povo cristão. Busquemos participar sempre desse banquete especial.

 

Um forte abraço para todos.

Fraternalmente,

Severino Alves

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