Da COLUNA APARTE - Arimatéa Sousa

Colunista comenta indicação do novo bispo de Campina Grande

DOM-DULCÊNIO- aparte

 

17/10/2017 às 21:54

Fonte: Da Redação*

Devoto de São João XXIII, o papa que na segunda metade do século passado sacudiu a milenar Igreja Católica com a convocação do vigoroso Concílio Vaticano II, Dom Dulcênio Fontes de Matos foi ungido pelo papa Francisco, dias atrás, à condição de 8º bispo da então vacante Diocese de Campina Grande – a ´Sé da Borborema´, como se costuma dizer no ambiente católico.

A ´caneta´ que nomeia bispo tem o timbre do papa, mas é uma escolha ´depurada´ em algumas etapas, com a participação direta (e decisiva) do Núncio Apostólico – espécie de embaixador do Vaticano nos países.

É esse Núncio (Dom Giovanni d’Aniello é o atual no Brasil) que houve bispos e sacerdotes da região na qual se encontra a diocese a ser ocupada, como também avalia e pondera perfis que se harmonizem com as realidades locais.

Apesar de não haver qualquer confirmação oficial nesse sentido, tem um peso diferenciado na escolha final feita pelo papa a opinião e as sugestões de nomes do antecessor de cada diocese – no caso presente, o arcebispo Dom Manoel Delson.

Pouco se sabe do novo prelado campinense em termos de estilo e de condução pastoral, mas as suas primeiras declarações sugerem um religioso disposto a encurtar o quanto possível a sua distância dos diocesanos.

“Confesso que não esperava essa noticia para ser bispo da Diocese de Campina Grande. Porém, a minha missão de pastor é estar atento ao chamado de Deus”, proclamou em sua fala inicial ao seu novo rebanho.

Dom Dulcênio frisou que “rezo o Pai Nosso todos os dias e digo a Deus seja feita a Vossa Vontade. E é com esse espírito que vou para Campina Grande: fazer a vontade de Deus”.

FONTE : PARAIBAONLINE

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