Sábado, Janeiro 18, 2020

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

O BATISMO É SACRAMENTO DE AMOR

BATISMO DE JESUS

O tempo litúrgico do Natal encerra-se com a celebração solene do Batismo do Senhor. O MENINOJESUS adorado pelos Magos do Oriente na manjedoura de Belém, agora encontramo-lo adulto, deixando-se batizar por João no Rio Jordão (Cf Mt 3,13).

O céu se abre quando Jesus, ao receber o Batismo, sai das águas. O Espírito Santo desce sobre Ele na forma de pomba e uma voz se faz escutar: “Este é meu FILHO MUITO AMADO, no qual pus toda a minha complacência”. (Cf Mt 3,17).

O Batismo do Senhor torna público o Seu serviço em favor dos homens. O Senhor não pode mais se esconder na vida simples de Nazaré. Chegou o tempo de cumprir os desígnios salvíficos do Pai.

A partir do Batismo, Jesus se revela aos homens não como um homem importante, mas como o Cristo, o ungido do Pai. Esta unção diz respeito a nossa condição pecadora. O Senhor deixa-Se batizar com os pecadores porque sua missão é nos levantar. “Deus quis salvar-nos indo Ele mesmo até ao fundo do abismo da morte, para que cada homem, mesmo quem tão em baixo que já não vê o céu, possa encontrar a Mão de Deus à qual se agarrar e subir das trevas para ver novamente a Luz para a qual ele é feito” (Papa Bento XVI).

Mas o Sacramento do Batismo, destinado a todos os homens e mulheres, não apaga somente os nossos pecados; ele tem a finalidade de nos fazer filhos de Deus. O céu se abre a nós e passamos a ter acesso à vida verdadeira e plena que só Deus pode nos oferecer no Seu Filho.

O Batismo é o primeiro dom que Deus concede a quem deixa de ser criatura e passa a se tornar Seu filho. Nas águas batismais, passamos a pertencer ao Senhor, tornamo-nos também filhos da Igreja de Cristo. Portanto, tomar consciência das graças que decorrem do nosso Batismo é também uma grande oportunidade de gratidão a Deus. Ele não nos deixou entregues às garras da morte e do pecado, mas quis estar conosco. Fez-se vizinho de nossas quedas para nos levantar; e não importa o tamanho da queda, do quão baixo venhamos a sucumbir. Ele vai em nossa direção.

O Batismo tornou-nos próximos e Filhos de Deus!

Tamanha graça não merecemos, mas Ele quis Se unir à nossa humanidade, simplesmente movido pelo AMOR, PORQUE NOS AMA!.

Dom Frei Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba

Reis Magos: 10 coisas que talvez você não saiba sobre a

Festa da Epifania

EPIFANIA festa da epifania

 

Para alguns povos, é no Dia dos Reis Magos que as crianças ganham presentes, e não no Natal

1. A Festa da Epifania era tradicionalmente celebrada no dia 6 de janeiro, ou seja, 12 dias após o Natal. A partir da reforma do calendário litúrgico, em 1969, ela passou a ser comemorada ou nessa mesma data ou então no domingo entre os dias 2 e 8 de janeiro (no caso dos países em que a Epifania não é uma festividade civil).

2. A festa da Epifania reúne três eventos da vida de Cristo em que a Sua divindade brilha através da sua humanidade: a adoração dos Reis Magos, o batismo no Rio Jordão e o primeiro milagre, realizado nas bodas de Caná.

3. Em vários países, existe o costume de substituir as imagens dos pastores, no presépio, pelas imagens dos três Reis Magos com seus presentes para o Menino Jesus.

4. Há países em que as crianças não ganham presentes no dia de Natal e sim no “Dia dos Reis Magos”, a exemplo do próprio Menino Jesus, para quem os reis trouxeram ouro, incenso e mirra. Desta forma, na manhã da festa da Epifania, as crianças desses países acordam ansiosas para ver os presentes deixados pelos Reis Magos!

5. Variando conforme as diversas tradições locais, a missa da Epifania pode incluir uma bênção de ouro, incenso, mirra e água. Depois da comunhão, também há, em algumas comunidades, uma bênção de pedaços de giz.

6. Após a missa, os fiéis desses lugares levam para casa um pouco do giz, do incenso, da mirra e da água abençoados.

7. Já em casa, eles espargem um pouco da água benta nos quartos e fazem uma oração.

8. Com o giz abençoado, os fiéis escrevem as iniciais dos três Reis Magos, unidas entre si por pequenas cruzes, na parte interior da porta da frente de casa. Em seguida, escrevem o ano, quebrando o número em duas partes, uma logo antes e a outra logo depois das iniciais. Por exemplo: 20 G+M+B 15. O "20" representa o milênio e o século, as letras G, M e B são as iniciais dos reis magos Gaspar, Melchior e Baltazar e o "15" representa a década e o ano (2015, no caso). As inscrições são mantidas na porta até o dia de Pentecostes.

9. Outra tradição popular diz que todo aquele que entra na casa pela primeira vez depois dessa bênção deve pisar com o pé direito.

10. Nas regiões que mantêm vivas essas tradições, também é costume preparar nessa data o Bolo dos Reis Magos ou a Rosca dos Reis Magos, conforme a receita típica de cada país.

 Fonte: Aleteia
 
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Is 60,1-6

Sl 71

Ef 3,2-3a.5-6

Mt 2,1-12

Este hoje é dia solene, de festa grande!

No santo tempo do Natal, a comemoração que agora celebramos somente perde em importância para aquela outra, da Natividade, no 25 de dezembro.

É que hoje, exultantes e gratos a Deus, celebramos a sagrada Epifania do Senhor! Epifania, Manifestação do Cristo Jesus! Nas palavras de Santo Agostinho:

“Este dia salienta a Sua grandeza e Sua humilhação:

Aquele que na imensidade do Céu Se revelava pelo sinal de um astro

era encontrado quando O procuravam na estreiteza da gruta.

Frágil em Seus membros de criança, envolto em faixas,

é adorado pelos Magos e temido pelos maus!”

Eis: no dia do Natal, Ele atraiu a Si, pela palavra dos anjos, aqueles que estavam perto: os pastores de Belém, membros do povo judeu, já tão conhecedor dos caminhos de Deus. Mas, agora, pela luz da Estrela, Ele Se digna, com infinita misericórdia, atrair-nos a nós: os que não somos judeus, os gentios, que estávamos longe, entregues ao culto dos ídolos, “sem Cristo... estranhos às alianças da Promessa, sem esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2,12)!

Pagãos nós éramos; pagão é ainda todo aquele que não conhece ou não reconhece o Cristo de Deus!

Idólatras eram nossos antepassados; idólatras continuam todos os que, sem conhecerem o Deus verdadeiro, adoram falsos deuses ou divinizam a natureza ou demais criaturas, endeusam coisas limitadas e efêmeras, doando-lhes a vida, o afeto, a atenção, o melhor de si... Tornando-se deles escravos, segundo a tremenda sentença das Escrituras:

“Os ídolos deles são prata e ouro,

obra de mãos humanas:

têm boca, mas não falam;

têm olhos, mas não veem;

têm ouvidos, mas não ouvem;

têm nariz, mas não cheiram;

têm mãos, mas não tocam;

não há murmúrio em sua garganta.

Os que os fazem ficam como eles,

todos aqueles que neles confiam!” (Sl 115/113B)

Hoje, portanto, o Senhor atrai os pagãos do mundo todo à Sua salvação,

Hoje, realiza-se o que o nosso Deus predissera por Isaías profeta: “Fui perguntado por quem não se interessava por Mim, fui achado por quem não Me procurava. E Eu disse: ‘Eis-Me aqui, eis-Me aqui’ a pessoas que não invocavam o Meu Nome” (Is 65,1). O Senhor, cuja luz brilhou para todos os povos, continua e continuará sempre a iluminar, a atrair, a fazer brilhar de mil modos a Sua luz bendita no coração de todos filhos de Adão e filhas de Eva que vêm a este mundo, pois a todos o Santo criou à Sua imagem e semelhança e “quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4).

- Obrigado, Senhor Jesus, porque vieste também para nós!

Obrigado porque nos arrancaste do poder das trevas, a nós que “éramos por natureza, como os demais, filhos da Ira” (Ef 2,4).

Obrigado, porque nos fizeste passar dos falsos deuses, dos ídolos falsos e mortos, ao Deus vivo e verdadeiro!

Hoje, portanto, meus caros em Cristo, a festa é nossa!

Somos nós que vemos a Luz,

somos nós, convidados a seguir a estrela do Menino;

nós, convidados a adorá-Lo, presenteando-O com nossos melhores dons:

o ouro das nossas boas obras,

a mirra do nosso coração,

o incenso do nosso amor!

Somos hoje convidados a admirar o exemplo desses sábios do Oriente, que vendo no céu o sinal do Rei nascido, não temeram deixar tudo e, humildemente, seguir a Luz! Como foram sábios verdadeiramente, esses que, humildes, não hesitaram em se deixar guiar pela luz de Deus! Como Abraão, o pai de todos os judeus, deixara sua terra e partira à ordem de Deus, sem saber aonde ia, assim também, esses, que hoje são as nossas primícias para Cristo, partem, obedecendo ao apelo do Senhor, sem saber para onde vão!

Caríssimos, partamos também nós!

Partamos de nossa vida cômoda,

partamos de nossa fé tíbia

partamos do nosso relativismo religioso,

partamos da nossa subserviência cômoda ao politicamente correto,

partamos de nosso cristianismo burguês, que deseja ser compreendido, aceito, e aplaudido pelo mundo!

Partamos, ou não veremos a luz do Menino! “Deus é luz e Nele não há trevas. Se andarmos na luz, como Ele está na luz, então estamos em comunhão uns com os outros e o sangue de Seu Filho Jesus nos purifica de todo o pecado” (1Jo 1,5b-7).

Partamos, pois, caríssimos, e encontraremos Aquele que é a Luz dos povos, a Luz do mundo!

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MÃE ANO NOVO

 

Você já percebeu que o ano pode até ser novo, mas os desejos são velhos.

Hoje o ar está cheio de bons desejos, tudo de bom!

FELIZ ANO NOVO! PAZ, PROSPERIDADE, FELICIDADE!...

Quantos anos já levamos desejando o mesmo aos nossos amigos!

Nossos desejos, nosso votos são tão velhos como nós mesmos.

E, se é verdade que sempre desejamos o que não temos,

devo concluir que a paz, a prosperidade, a felicidade,

são bens que desejamos ano após ano porque nunca os temos.

Já disse um poeta, que daria todos os seus versos por uma alma em paz.

O problema é que a paz da alma só se consegue com um grande esforço, uma grande generosidade, um grande amor.

E quase nunca estamos dispostos a investir todo nosso capital interior para conseguir a paz que tanto desejamos.

É importante ainda recordar que este ANO NOVO será o que cada um fizer com ele.

Será o melhor ou será o pior? Será um de tantos, nem bom nem mal, senão tudo o contrário? Depende de cada um de nós.

Lembre-se! O cristão é, por natureza, otimista. Para ele serve o que diz a música: “Reconhece a queda e não desanima, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”! O cristão jamais despreza o que não deu certo, mas aprende com o erro.

Portanto, que este final de ano seja marcado especialmente pela ação de graças a Deus por TUDO que nos possa ter acontecido.

Aos que se comportam de modo pagão, que creem em forças da natureza, que desconhecem serem filhos e filhas de Deus e terem em Maria a Mãe que vela como ela disse ao índio azteca em Guadalupe: “Não sou eu sua mãe, não estou eu aqui com você?”

Por que temer?

“Celebrar no inicio de um novo ano civil a maternidade de Maria como Mãe de Deus e nossa Mãe significa avivar uma certeza que nos há de acompanhar no decorrer dos dias: somos um povo com uma Mãe, não somos órfãos.” (Papa Francisco)

DEUS que nos dá este ANO NOVO é o que mais ardentemente nos deseja:

FELIZ ANO NOVO!  

Pe. JOSÉ ASSIS PEREIRA SOARES

PÁROCO DA PARÓQUIA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS em CAMPINA GRANDE - PB 

 

‘Amar não é tempo perdido’, diz Papa na missa da noite de Natal

 papanatal

Um pensamento todo centralizado sobre a “graça de Deus”: assim foi a homilia do Papa Francisco na missa da noite de Natal, nesta terça-feira (24). Na Basílica de São Pedro, repleta de fiéis, ressoaram as palavras do profeta Isaías: “Habitavam numa terra de sombras, mas uma luz brilhou sobre eles”.

Esta luz que se manifestou na escuridão é a graça de Deus, disse o Papa, explicando: “é o amor divino, o amor que transforma a vida, renova a história, liberta do mal, infunde paz e alegria”. Esta luz é Jesus.

O Apóstolo Paulo a chama de “graça” porque é completamente gratuita: “Enquanto aqui, na terra, tudo parece seguir a lógica do dar para receber, Deus chega de graça. O seu amor ultrapassa qualquer possibilidade de negócio: nada fizemos para o merecer, e nunca poderemos retribuí-lo”.

Por não estamos à Sua altura, Ele desce até nós: “O Natal nos lembra que Deus continua a amar todo o homem, mesmo o pior”.

Este amor independe de nossas obras, boas ou ruins. “O seu amor é incondicional.” Mesmo nos nossos pecados, Ele continua a nos amar. Esta é a mensagem que o Papa Francisco repetiu com veemência mais de uma vez. Jesus nasce pobre de tudo, para nos conquistar com a riqueza do seu amor.

Coragem, afirmou o Pontífice aos fiéis, “não perder a esperança, não pensar que amar seja tempo perdido”.

Esta noite o amor venceu o medo, a luz gentil de Deus venceu as trevas da arrogância humana. “Humanidade”, clamou o Papa.

Diante desta graça de Deus, não nos resta que acolher este dom entregando-se a Ele. Não há desculpas: os problemas da vida, os erros da Igreja, o mal que existe no mundo. Tudo passa em segundo plano diante do amor de Jesus por nós.

Então, afirmou Francisco, a questão do Natal é esta: “Deixo-me amar por Deus? Abandono-me ao seu amor que vem me salvar?”

Acolher a graça é saber agradecer, prosseguiu o Pontífice. “Frequentemente, porém, as nossas vidas transcorrem alheias à gratidão. Hoje é o dia justo para nos aproximarmos do sacrário, do presépio, da manjedoura, e dizermos obrigado.”

Acolher o dom que é Jesus para depois se tornar dom como Jesus e, assim, dar sentido à própria vida. É dando sentido a ela que podemos mudar mundo e toda a realidade que nos circunda:

“Não esperemos que o próximo se torne bom para lhe fazermos bem, que a Igreja seja perfeita para a amarmos, que os outros tenham consideração por nós para os servirmos. Comecemos nós. Isto é acolher o dom da graça.”

Francisco concluiu a homilia citando um episódio que se narra sobre um dos pastores que, pobre, sem nada a oferecer, segura nos braços o Menino Jesus: “Querido irmão, querida irmã, se as suas mãos lhe parecem vazias, se vê o seu coração pobre de amor, esta é a sua noite. Manifestou-se a graça de Deus, para resplandecer na sua vida. Acolha-a e brilhará em você a luz do Natal.”

 fonte: CNBB NE2

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