Segunda, Outubro 21, 2019

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

“Dulce mês de Outubro é o título de minha crônica publicada, hoje, no jornal O Dia – RJ.

Dulce mês de Outubro
(Gabriel Chalita)

IRMÃ DULCE.~ GABRIEL CHALITA jpg

 

 

IRMÃ DULCE é, agora, santa. Agora, não. Sempre foi. Mesmo imperfeita como todos os humanos. Mesmo caminhante de um barro empoeirado que nos faz chorar choros doídos.

Foi atacada não poucas vezes. Soube compreender e ensinar: "As pessoas que espalham amor não têm tempo nem disposição para jogar pedras". Espalhar amor foi sua decisão de vida. Inspirada em outras vidas. Como as de outros santos do mês de outubro.

TERESINHA é a santa da delicadeza. A que pedia ao Senhor que, quando partisse, pudesse enviar uma chuva de rosas para acalmar os ânimos dos que vivem por aqui. FRANCISCO é o que sai de Assis para ensinar ao mundo a fraternidade. Irmão Sol, irmã Lua, irmão Dia, irmã Noite, irmãos cantantes em um cenário em construção. Foi ele o defensor da vida e da natureza.

O que têm em comum Dulce, Teresinha e Francisco? Antes de ousar um entendimento, trago a lembrança daquela que apareceu para sinalizar que os que sofriam também eram feitos do tal barro humano.

De um barro, em um rio, surge um sinal. A mãe de Jesus se faz Aparecida. Em sua casa, os choros se multiplicavam e, depois, partiam. E os sorrisos, mesmo que provisórios, acendiam vidas. Em sua casa, correntes que prendiam escravos se partiam e partiam os corações dos que começavam a compreender que ninguém pode ser dono de ninguém. Francisco deixou até as ricas vestes para se sentir livre. Teresinha orou pelo mundo sem nunca titubear na profissão de esperançar.

E Dulce? A doce Dulce dos pobres. A enérgica Dulce dos que teimavam em humilhar. Irmãos seus não nasceram para o abandono. Em cada pobre jogado, um desafio. Em cada vida desperdiçada por vidas insensíveis, um convite à ação. Foi ela curadora de muitos destinos. Foram eles curadores de muitas histórias. E um bocado de vida ia surgindo. E o mundo ia sendo obrigado à gentileza. Mesmo que o mundo de algumas pessoas, apenas. Não importa. Eram os três capazes de amaciar conversar e de incendiar injustiças. Doces e duros. Colhiam a luz da oração para pintar um outro quadro da vida humana. Menos injusto e mais próximo do sonho primeiro do Artista.

Em Aparecida, prosseguem os peregrinos. A simplicidade abre as portas para uma humanidade humana. Os joelhos se dobram para que se escutem as verdades. Não. Ninguém deveria jogar pedras. Não. Ninguém deveria ensurdecer o sorriso. Não. Ninguém deveria esquecer o amor, o amar.

O que têm em comum, então, Dulce, Teresinha e Francisco? Se ainda não brotou uma resposta, prossiga plantando. São eles inspiradores. E como são necessários! Há quem acredite no dual do existir. Que, sem o mal, não compreendemos o bem, assim como, sem a noite, não compreendemos o dia. Há quem acredite que não é assim. Que, em essencial, só há o bem, o mal é um nome que se dá às ausências. Ninguém conhecendo o bem opta por não fazê-lo. Então, está certo que precisamos de inspiradores. Para que não desistamos. Para que não nos esqueçamos de que um fósforo apenas é capaz de trazer calmaria a um medo, mas é, também, capaz de causar medo a uma valente floresta. Há muitos incendiadores por aí. E quanto mal fazem com seus discursos de ódio e com suas esquizofrênicas relações. Chamemos, pois, os iluminadores. Que permaneçam. Em nossa “casa comum”. A casa, tantas vezes, assaltada pelas faltas.

O fato é que ainda nascem crianças. O fato é que a vida não é dada a desistências. O fato é que outubro é apenas um mês, mas, nos outros meses, também precisamos compreender. E, compreendendo, sentir. Ou, sentindo, compreender. Pouco importa. O que importa mesmo é se importar. Foi assim com Dulce, Teresinha e Francisco. Importando-se, mudaram eles o mundo.


Santa Dulce dos Pobres: Irmã Dulce é canonizada e se torna a primeira santa brasileira

A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados.

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Irmã Dulce é canonizada pelo Papa Francisco (Foto: Reprodução)

 

Santa Dulce dos Pobres. É assim que Irmã Dulce passa a ser chamada após a cerimônia de canonização que a tornou santa na manhã deste domingo (13) na Praça de São Pedro, no Vaticano, lotada de fiéis.

A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados, principalmente na Bahia.

O Vaticano considera que Santa Dulce dos Pobres é a primeira santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país tenham sido canonizadas pela Igreja Católica anteriormente, irmã Dulce é a primeira mulher nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos.

Outros quatro beatos, de diferentes nacionalidades, também foram canonizados por Papa Francisco às 10h35 (5h35 no horário de Brasília) deste domingo. De acordo com o Vaticano, 50 mil pessoas participaram da cerimônia.

"Em honra da Santíssima Trindade, pela exaltação da fé católica e para incremento da vida cristã, com autoridade de nosso senhor Jesus Cristo, os santos apóstolos Pedro e Paulo, depois de haver refletido longamente, ter invocado a ajuda divina e escutado o parecer de muitos irmãos do episcopado, declaramos e definimos santos os beatos: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Mariam Thresia Chiramel, Dulce Lopes Pontes e Marguerite Bauys", declarou o Papa, em latim.

Papa pede intercessão de outros santos

O chamado "rito de canonização" ocorreu na missa de domingo celebrada pelo Papa. Após um canto de entrada, o Papa abriu a celebração e, em seguida, houve um canto de “invocação do Espírito Santo”. O ato é uma forma de pedir a Deus que o ajude a tomar uma decisão acertada.

Depois, em uma "ladainha" — uma oração cantada —, a Igreja invocou a intercessão de todos os outros santos. Em seguida, foi lida a fórmula de canonização. Depois da leitura da fórmula, em latim, os cinco beatos foram considerados santos. A partir daí, houve um canto de comemoração e a missa seguiu como ocorre nos demais domingos.

Além de Irmã Dulce, foram canonizados:

o teólogo e cardeal inglês John Henry Newmann, um dos principais intelectuais cristãos do século 19;

a religiosa italiana Giuseppina Vannini;

a religiosa indiana Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan;

a catequista suíça Margherita Bays

Na homilia da missa de canonização, o Papa Francisco afirmou que as pessoas que se dedicam ao serviço dos mais pobres na vida religiosa fizeram "um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo".

Francisco disse que, como os leprosos citados nos textos bíblicos, "todos nós precisamos de cura" e somente Jesus oferece essa cura. Por isso, segundo ele, é preciso rezar, pois "a oração é o remédio da alma''.

A cerimônia foi acompanhada por autoridades brasileiras como o vice-presidente, Hamilton Mourão; o governador da Bahia, Rui Costa; o prefeito de Salvador, ACM Neto; e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

O príncipe Charles, do Reino Unido, também participou da missa. Um dos santos que estavam sendo canonizados é britânico.

Antes da missa, a cantora baiana Margareth Menezes, o padre Antonio Maria e o sanfoneiro cearense Waldonys tocaram e cantaram no altar a música oficial da canonização.

Beatificação e caminhos para canonização

Irmã Dulce foi beatificada em 2011, após ter o primeiro milagre reconhecido. A graça alcançada foi a recuperação de uma paciente que teve uma grave hemorragia pós-parto e cujo sangramento subitamente parou, sem intervenção médica. Após beatificada, Dulce Lopes Pontes passou a ser chamada "Bem-aventurada Dulce dos Pobres".

Para ser considerada santa, Irmã Dulce precisaria ter um segundo milagre reconhecido, o que ocorreu em maio deste ano. O miraculado, o maestro soteropolitano José Maurício, voltou a enxergar após fazer uma oração para a então beata. Ele teve glaucoma e começou a perder a visão em 1999. Em 2000, ele já estava cego, mas em 2014 voltou a enxergar.

José Maurício foi ao Vaticano para acompanhar a cerimônia de beatificação e chegou a receber a bênção de Papa Francisco durante a missa de canonização.

Além do milagre recebido por José Maurício, outras duas graças alcançadas por devotos após orações a Irmã Dulce estavam sendo analisadas pelo Vaticano para o processo de canonização da religiosa.

Os três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria instituição. Os outros dois milagres que ainda não foram confirmados pelo Vaticano continuam sendo analisados.

O Vaticano tem quatro exigências quanto à veracidade de uma graça, até ser considerada milagre: ser preternatural (a ciência não consegue explicar), instantâneo (acontecer imediatamente após a oração), duradouro e perfeito.

Trajetória de Irmã Dulce

Nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador

Quando ela tinha 7 anos, sua mãe morreu

Aos 13 anos, ela acolhia mendigos e doentes na casa onde morava com o pai e os irmãos, no bairro de Nazaré, na capital baiana

A vida religiosa começou aos 18 anos, quando, após se formar como professora primária, ela ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus

Somente aos 19 anos, mais especificamente em 13 de agosto de 1933, recebeu o hábito de freira e adotou o nome de Irmã Dulce em homenagem à mãe, que se chamava Dulce Maria; naquele mesmo mês, ela viveu 6 meses em São Cristovão (SE) e depois voltou para Salvador

No ano de 1935, iniciou a assistência à comunidade carente, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que foi formado no bairro de Itapagipe, na capital baiana

Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas, em um local de Salvador conhecido como Ilha dos Ratos. Nos imóveis, ela acolhia enfermos e desabrigados

Ainda na década de 30, ajudou operários do bairro de Itapagipe, em Salvador, a formarem a União Operária São Francisco. Logo depois, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, fundou o Círculo Operário da Bahia

Junto aos trabalhadores, ela inaugurou um colégio para os filhos dos operários e ainda ajudou a fundar os cinemas Plataforma e São Caetano, além do Cine Teatro Roma; a renda obtida nos cinemas contribuía para a manutenção do Círculo Operário

Na década de 60 transformou um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue. Mais tarde, o lugar deu origem ao Hospital Santo Antônio, no Largo de Roma, em Salvador, e as Obras Sociais que levam o nome dela

Em 13 de março de 1992, faleceu em Salvador na Bahia

Em 1912, foi nomeada beata

Em 13 de outubro de 2019 foi canonizada e se tornou santa com o nome Santa Dulce dos Pobres.

Fonte: CLICK PB 

FESTA DO ROSÁRIO – 2019 - ENCERRAMENTO

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ALEGRIA, FÉ e DEVOÇÃO cobriram de beleza o cenário com que os devotos paroquianos de NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO prepararam e vivenciaram a tradicional FESTA DA PADROEIRA 2019 cuja culminância aconteceu na noite de ontem, 07 de outubro, dia maior a ELA dedicado.

0 NOVENÁRIO que aconteceu desde o dia 28 de setembro último, em honra a NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, é uma das maiores manifestações religiosas da Cidade de Campina Grande - Paraíba. E este ano se revestiu de uma motivação especial, haja vista o anúncio da FESTA JUBILAR da PARÓQUIA DO ROSÁRIO que completará seus 80 anos de criação, em 2020.

A SOLENE LITURGIA do encerramento foi presidida pelo Sr. Bispo Diocesano DOM DULCÊNIO FONTES DE MATOS e teve como concelebrantes o Padre Márcio Henrique – Pároco – além do Padre Eugênio Vital e o Monsenhor Antônio Apolinário – Vigários Paroquiais. Também foi assistida pelo Diácono Permanente Antônio Lisboa Leitão e contou com a participação de vários SEMINARISTAS que enriqueceram o momento celebrativo com suas belas vozes, sob a competente regência do Prof. Alexandre. Registrou-se ainda a presença de RELIGIOSOS da Comunidade.

 PADROEIRA RELIGIOSA 1070g

 

       DEVOÇÃO e GRATIDÃO NAS PALAVRAS

    Em sua MENSAGEM, o SR. BISPO DOM DULCÊNIO agradeceu a acolhida e - gratificado - manifestou sua satisfação em partilhar com a Comunidade as alegrias da festa de Nossa Senhora do Rosário. Declarou ser um ‘Bispo Mariano’, com uma vocação surgida a partir de Maria: “Recordo toda a minha vocação para o Sacerdócio, que foi alimentada aos pés de Nossa Senhora”.

Ao reportar-se aos santos da Igreja, destacou seus ensinamentos de FÉ para com a Virgem Santíssima. E complementou: “Meus irmãos, o Santo Rosário torna-se uma ORAÇÃO de grande estima por parte de todos nós! Foi recomendada pelos Papas, como por exemplo, o Papa João Paulo II. São Luis Maria de Montfort nos ensina que o Santo Terço leva-nos ao conhecimento de JESUS CRISTO, purifica nossas almas, torna-nos vitoriosos. Ao contemplarmos os 4 mistérios do Rosário, contemplamos a vida do Nosso Senhor e a presença discreta, mas atuante de MARIA na história de Salvação.”

Da parte do Sr. Padre Márcio Henrique, só gratidão. Enternecido, revelou seu contentamento e o reconhecimento, sobretudo, através das expressivas e emocionadas palavras dirigidas aos que se integraram e somaram esforços pelo êxito da FESTA: equipes de celebração (padres, leigos e religiosos) e de serviço dos mais variados setores. (agentes pastorais, voluntários e funcionários). Com grande destaque, ainda, o agradecimento aos segmentos de mídia (divulgação) e aos patrocinadores que deram total apoio e suporte financeiro ao evento.

Assim foram 10 dias bastante alegres e frutíferos - de grande enriquecimento espiritual - quando cada irmão se abasteceu da graça de DEUS. Os devotos rezaram o Terço Mariano e renovaram a Consagração a Nossa Senhora do Rosário diariamente. Cada um ofertou FLORES a ELA; colocou o seu PEDIDO e com este, a CONFIANÇA em suas mãos.

Ao encerrar a Celebração, o Sr. Bispo DOM DULCÊNIO concedeu a BÊNÇÃO APOSTÓLICA especial aos IRMÃOS presentes na Matriz do Rosário.

A FESTA de 2019 - seguramente - revigorou em cada irmão o AMOR, a ESPERANÇA, a FÉ e o COMPROMISSO com a MISSÃO. Enfim todos voltaram para suas casas, renovados.

 

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CRÉDITOS: texto/fotos: Conceição Vilar /   Irmã BERNADETE DE LIMA / PASCOM 

07 de OUTUBRO

SALVE, AMADA MÃE e EXCELSA

RAINHA DO ROSÁRIO !

Neste seu dia, subam nossos louvores, nossa gratidão e orações.

PADROEIRA RELIGIOSA 04

 

Nossa Senhora do Rosário

7 de Outubro

O Santo Rosário

Por especial desígnio da infinita misericórdia de Deus, Maria Santíssima revelou a um grande santo – Domingos de Gusmão, fundador dos Dominicanos – um meio fácil e seguro de salvação: o Santo Rosário.

Sempre que os homens o utilizam, tudo floresce na Igreja. No mundo passa a reinar a paz, as famílias vivem em concórdia, e os corações são abrasados de amor a Deus e ao próximo.

Sempre que dele se esquecem, as desgraças se multiplicam, os homens se afastam do bom caminho, reina a discórdia nas famílias, o caos se estabelece no mundo…

O Santo a quem Nossa Senhora deu o Rosário - São Domingos - viveu numa época de grandes tribulações para a Igreja, pois uma terrível heresia, como nunca antes houvera – a dos albigenses – se espalhara no sul da França, e ameaçava toda a Cristandade. A corrupção moral gerada era tão grande que abalava os fundamentos da própria sociedade temporal.

São Domingos, por meio de suas pregações ardorosas, tentou durante longos anos trazer para o seio da Igreja aqueles infelizes, que se tinham desviado da verdade. Mas as eloqüentes e inflamadas palavras de um santo não conseguiam penetrar naqueles corações empedernidos e entregues a todos os vícios e desvios morais.

Intensificou o santo suas orações… Aumentou suas penitências… Fundou um instituto religioso para acolher os convertidos… De pouco ou nada adiantaram seus esforços. As conversões eram raras e de pouca duração. Muitos, por pressão do ambiente, voltavam à prática do erro.

O que fazer?

Se suas orações e penitências ainda não tinham conseguido mover o coração de Deus, era, talvez, porque a Providência Divina estivesse à espera de um supremo ato de virtude dele. Movido por tais sentimentos, um dia, São Domingos, saiu de seu convento, em Toulouse, no sul da França, decidido a arrancar de Deus as graças necessárias para seu apostolado.

Entrou na floresta e se entregou à oração e à penitência, disposto a não sair dali sem obter uma resposta do Céu.

São Domingos era grande devoto de Maria Santíssima. E suas preces subiram até o trono do Altíssimo pelas mãos virginais da Mãe de Deus. Se não foram capazes de mover o coração de Deus, é certo que comoveram o coração maternal de Maria. Após três dias e três noites de oração incessante, quando as forças físicas abandonavam já São Domingos, lhe apareceu a Virgem Maria, manifestando-lhe seu afeto maternal e sua grande predileção.

– Meu querido Domingos – disse-lhe Nossa Senhora com suavidade inefável – sabes de que meio se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo?

– Senhora – respondeu São Domingos – Vós sabeis melhor do que eu, porque depois de vosso Filho Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa salvação.

– Eu te digo, então – continuou Maria Santíssima – que o instrumento mais importante foi a Saudação Angélica, ou Ave-Maria, que é o fundamento do Novo Testamento. E, portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza meu Rosário.

São Domingos saiu dali com novo ânimo e imediatamente se dirigiu à Catedral de Toulouse para fazer uma pregação.

Mal ele transpôs a porta do templo, os sinos começaram repicar, por obra dos anjos, para reunir os habitantes da cidade. Assim que São Domingos começou a falar, nuvens espessas cobriram o céu e uma terrível tempestade com raios e trovões se abateu sobre a cidade. Como se não bastassem os repetidos estampidos que faziam empalidecer todo o mundo, a terra tremeu e o dia escureceu, como se fosse noite.

O pavor do povo aumentou quando uma imagem de Nossa Senhora, situada em local bem visível, levantou os braços três vezes para pedir a Deus vingança contra eles, se não se convertessem e pedissem a proteção de Maria Santíssima.

São Domingos implorou a misericórdia de Deus, e por fim a tempestade parou, permitindo-lhe que falasse com toda a alma sobre as maravilhas do Rosário.

Os habitantes de Toulouse arrependeram-se de seus pecados, abandonaram o erro, e começaram a rezar o Rosário. A mudança nos costumes da cidade foi grande.

A partir de então, São Domingos, em seus sermões, em vez de argumentar contra os erros dos hereges, de atacar os maus costumes e de invocar a justiça de Deus, passou a pregar a devoção ao Rosário, convidando seus ouvintes a rezá-lo diariamente, com fervor, de forma que a misericórdia de Nossa Senhora envolvesse as almas e as transformasse profundamente.

Maria foi a verdadeira vencedora dos erros dos albigenses, por meio do Rosário, trazendo de novo para a fé católica toda aquela gente, salvando assim a França e a Cristandade.

As maravilhas e os milagres obtidos pelo Rosário, encarregaram-se de propagá-lo por toda a parte, tornando-se esta a devoção mais querida dos fiéis cristãos, verdadeiramente devotos de Maria, até hoje.

Ao ser anunciada pela primeira vez a devoção do Rosário, pelos lábios ardorosos de São Domingos, em Toulouse, a natureza manifestou a grandiosidade de suas pompas para estar à altura de tão importante revelação, da qual Maria faz depender a salvação e santificação de seus filhos e filhas prediletos.

E nós?

Hoje, não temos um São Domingos para pregar as excelências do Rosário, nem a terra treme, nem os céus se manifestam. Mas, podemos nós louvar Maria, cantando as maravilhas que Ela operou nas almas, por meio desta devoção, ao mesmo tempo tão simples, tão eficaz e tão agradável a Deus.

Poderá haver prece mais agradável a Deus do que contemplar os mistérios da vida de Jesus Cristo e de Maria Santíssima, rezar as mais excelsas orações compostas pelo próprio Filho de Deus, por sua Mãe Virginal e pelo Espírito Santo?

O Rosário, a devoção mais excelente depois da Missa.

A Santíssima Virgem revelou ao Beato Alano de la Roche, da ordem dos dominicanos, que depois do santo Sacrifício da Missa, que é a primeira e mais viva memória da paixão de Jesus Cristo, não havia devoção mais excelente e meritória que o Rosário, que é como uma segunda memória e representação da vida e paixão de Jesus Cristo.

A oração para ser eficaz tem de ser feita com Fé. Quanto mais fé tivermos, mais força e mérito terá nossa oração, e mais glória daremos a Deus. Pois a fé é o fundamento de todas as virtudes cristãs. Por isso devemos começar o Rosário rezando o Credo, ou Símbolo dos Apóstolos.

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FESTA DO ROSÁRIO 

28 de setembro a 7 de outubro de 2 0 19

 

2019 FESTA DA PADROEIRA ARTE 02

 

   “TU ÉS A GRANDE HONRA DE TODO O NOSSO POVO”

                 Este é o tema mariano escolhido para a FESTA DA PADROEIRA 2019 da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Campina Grande – PB, cujo novenário contemplará nos dez dias festivos a especial homenagem à AMADA MÃE DO FILHO UNIGÊNITO DE DEUS, como acontece tradicionalmente, há muitos anos.                                

   Assim para cada noite, uma motivação diferente com um título para reflexão e a dedicação aos LEIGOS e CONSAGRADOS, através das equipes pastorais e de serviço, de áreas e setores especificados:

 

 

1º DIA - 28 de setembro – “Maria, a Nova Mulher”.

DEDICADO AOS MOVIMENTOS MARIANOS

2º DIA - 29 de setembro – “Maria: Templo do Senhor”.        DEDICADO ÀS PASTORAIS SOCIAIS

3º DIA  - 30 de setembro – “Maria: Sede da Sabedoria”.        DEDICADO AOS CONSAGRADOS

4º DIA - 1º de outubro – “Maria: Rainha do Universo”.          DEDICADO ÀS FAMÍLIAS
5º DIA 2 de outubro – “ Maria: Mãe e Medianeira da Graça”.   DEDICADO AOS ORGANISMOS PAROQUIAIS

6º DIA  - 3 de outubro – “Maria: Causa de nossa Alegria”.

DEDICADO À CATEQUESE

7º DIA - 4 de outubro – “ Maria: Mãe do Belo Amor"            DEDICADO AOS DEVOTOS DO CORAÇÃO DE JESUS
8º DIA - 5 de outubro–“Maria: Mãe da Providência                DEDICADO ÀS COMUNIDADES PAROQUIAIS
9º DIA -    6 de outubro – “Maria: Porta do Céu”.                   DEDICADO À JUVENTUDE
10º DIA -   7 de outubro
 DIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

 

                      Para a abertura da FESTA, foi convidado o Padre Nilson Nunes - Arquidiocese da Paraíba - que motiva e atrai um público considerável, com a celebração semanal da MISSA DA LUZ em João Pessoa (PB). Na oportunidade será lançado o seu LIVRO: “SEJA LUZ”. Já para os demais dias, a organização contará com a participação dos demais celebrantes convidados: Pe. Haroldo Andrade (Puxinanã-PB); Pe. Francisco Evaristo (Serra Branca-PB); Pe. Rodolfo Lucena (Santo Antônio – Campina Grande-PB); Pe. Isaías Rodrigues (Monteiro-PB); Pe. Romualdo Vieira (São Cristóvão – Campina Grande-PB); Pe. Severino Barbalho (Gurinhém-PB); Pe. Leandro Márcio (Reitor do Seminário Diocesano – Campina Grande-PB); Pe. João Afonso (Monte Castelo – Campina Grande-PB).

              Por fim, para encerrar as celebrações, o DIA DA PADROEIRA - 07 de outubro – ficou reservado para o Sr. Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos que virá especialmente para presidir a solene Liturgia.

C O N V I T E

Nas palavras que se seguem dirigidas pelo Pároco Pe. Márcio Henrique M. Fernandes e pelos Vigários Paroquiais Mons. Antônio Apolinário Batista e Eugênio Vital Pereira e também pelo Diácono Permanente Antônio Lisboa, o incentivo e chamamento a todo o POVO DE DEUS.  

           “Nas comemorações do Ano Jubilar da Paróquia do Rosário, vamos celebrar a Festa da nossa mãe e padroeira. De 28 de setembro a 7 de outubro, meditaremos com os celebrantes nas grandes alegrias da mãe de Deus! Ela, escolhida dentre todas as mulheres para a mãe do Filho Unigênito, é a grande honra da humanidade, refúgio e consolo do povo de Deus.

           Celebre junto conosco este grande motivo de alegria! Todas as noite temos terço e novena com a celebração da Santa Missa. E logo após, Quermesses, com música ao vivo.

             Ela é a grande honra de todo o nosso povo!”

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