Terça, Novembro 19, 2019

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

Vem aí a 38ª Assembleia

 

Diocesana de Pastoral

DIOCESE ASSEMBLEIA DIOCESANA

 

Durante os dias 22 e 23 de novembro, a Diocese de Campina Grande realiza mais uma Assembleia Diocesana de Pastoral, chegando a sua 38ª edição a Assembleia tem por objetivo refletir a caminhada da Igreja Diocesana. Este ano, a Assembleia será assessorada por uma equipe de trabalhos que terá padres e seminaristas aqui da Diocese, tendo à frente o Padre João Afonso, Coordenador de Pastoral.

Esta 38ª edição da Assembleia será avaliativa e de planejamento, isto porque, será definido nesse encontro o Quadriênio Pastoral da Diocese (2020-2023). Para tanto, a temática a ser trabalhada terá como norte e ideia central, o Documento 109 da CNBB, referente às Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Os frutos dessa Assembleia, iluminados a partir do Documento 109, terão foco para os 75 anos da Diocese.

Os estudos do Documento 109 reservam uma rica análise feita pela CNBB acerca da realidade da Igreja e aponta os caminhos da evangelização sob quatro pilares: A Palavra (Vida Cristã), o Pão (liturgia/Eucaristia) o pilar da Caridade (responsabilidade social) e o pilar da Missão (vida missionária).

Assembleia Pastoral é um organismo consultivo, a instância maior dos encontros diocesanos, que tem por objetivo trabalhar a escuta, a avaliação e o planejamento da caminhada pastoral.

Outras informações podem ser obtidas através do telefone: (83) 3321-4199 ou no Secretariado Diocesano de Pastoral, na Rua Afonso Campos, 233 – Centro, por trás da Catedral.

Por: Ascom

fonte: diocese.org

O calendário litúrgico recolhe um pequeno mostruário daqueles crentes que, tendo testemunhado claramente sua fé cristã, foram reconhecidos oficialmente pela Igreja. Porém, temos também a certeza de que é muito maior, inumerável, o número de quantos escutaram a sentença final do Filho do Homem: “Vinde, benditos de meu Pai, recebei a herança do Reino preparado para vós desde a criação do mundo.” (Mt 25,34)

A solenidade litúrgica de todos os santos celebrada hoje, mas no Brasil transferida para o próximo Domingo e a comemoração de todos os fiéis falecidos para nós cristãos católicos têm algo em comum, pois na nossa profissão de fé afirmamos: “Creio na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna”. Por isso foram colocadas no calendário litúrgico da Igreja Católica uma seguindo-se à outra, 01 e 02 de Novembro.

As primeiras comunidades cristãs chamavam de “santos” (cf. Fl 1,1) todos os seus membros e a própria Igreja chamada “comunhão dos santos”. Sabemos que “só Deus é bom.” (Mc 10,18) Mas, por ter sua origem em Deus, a santidade é um dom. A santidade é a vocação originária de cada cristão batizado. Cristo amou a Igreja como sua esposa e entregou-se por ela, com a finalidade de a santificar (cf. Ef 5,25-26). Por este motivo, todos os membros do Povo de Deus são chamados a tornarem-se santos: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação.” (1Tes 4,3)

 

DIA de TODOS OS SANTOS

 

Muitas pessoas têm uma ideia falsa dos santos. Estávamos habituados a ver os santos ligados a lendas piedosas, a histórias deslumbrantes; eram vistos como heróis inatingíveis, pessoas mais dignas de elogio e admiração do que imitação. Todavia os santos eram e são pessoas de carne e osso, sujeitos às contingências desta vida e às imperfeições humanas. Como todos os seres humanos lutaram com seus pecados, alguns foram até grandes pecadores, pessoas que encontraram seu lado de sombra, que sofreram crises e dilemas, para ao final ser transformados pela graça de Deus.

Os santos distinguiram-se das outras pessoas porque tomaram a serio o Evangelho; quiseram ser discípulos de Cristo para se assemelharem a Ele o mais possível. O extraordinário da sua vida estava no seu interior; tiveram uma vivência intensa da fé, da esperança e do amor.

Os santos não foram pessoas que viveram fora da realidade, nem seu estilo de vida estava ligado apenas a uma época. Não há santo possível sem valores humanos e sem grande maturidade pessoal; porque não pode haver santo sem amor a Deus e aos irmãos. E o amor não é passivo, mas ativo, e, de certo modo, revolucionário.

Santos são todos aqueles que percorrem o caminho de santidade indicado pelas Bem-aventuranças (cf. Mt 5, 1-12). Eles puseram em prática na sua vida o programa do Reino de Deus contido nas Bem-aventuranças onde encontramos a resposta à pergunta: Como ser cristão especialmente neste mundo tão conflitivo? O caminho é a pobreza de espírito, a mansidão, o sofrimento suportado por amor, o caminho da justiça do perdão, o caminho da paz enfim, o estilo de vida do próprio Jesus: seu amor e obediência filial ao Pai, sua compaixão frente à dor humana, sua proximidade aos pobres e aos pequenos, sua fidelidade à missão, seu amor até à doação de sua vida.

Portanto, o caminho de santidade que deve percorrer todo cristão é, primeiramente a solidariedade para com os “menores dos irmãos” constitui uma exigência intrínseca a todo e qualquer caminho de santidade: “Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (cf. Mt 25,31-46)

Todos nós cabemos nesta festa inclusiva, a grande festa de todos os filhos e filhas de Deus. Que ela seja expressão da nossa alegria de entrarmos no Reino de Deus.

Padre JOSÉ ASSIS PEREIRA SOARES 

Cristo Vive e te quer vivo!

 

2019 JMJ DIOCESE

 

 

A Juventude de nossa Diocese tem realizado nestes últimos dias (20 a 26 de outubro) uma grande missão em todas as Paróquias. O Projeto IDE, plano trienal (2018-2020) de evangelização da juventude para a Igreja do Brasil tem iluminado as linhas de ação para esse bonito trabalho que teve início em 2018, como fruto do Ano Pastoral da Juventude.

Os jovens, a partir de um encontro pessoal com Jesus se sentiram chamados a responder-Lhe. O Papa Francisco na Exortação Apostólica Pós Sinodal Cristo Vive nos recorda: “algo parecido aconteceu com o profeta Jeremias, chamado a despertar o seu povo quando era ainda muito jovem. Temeroso, disse: ‘Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, pois ainda sou um jovem’ (Jr 1, 6). Mas o Senhor pediu-lhe para não falar assim, acrescentando: ‘Não terás medo diante deles, pois Eu estou contigo para te livrar’ (Jr 1, 8). A entrega do profeta Jeremias à sua missão mostra o que é possível fazer-se, se se unem o frescor da juventude e a força de Deus” (CV 10).

O Setor Diocesano da Juventude como estrutura de acompanhamento em todas as esferas (Diocese, Foranias, Paróquias, Comunidades, Expressões Juvenis), tem articulado essa dimensão missionário-evangelizadora, despertando o potencial que existe em cada jovem, acreditando e dando oportunidade para que assumam esta tarefa dada pelo próprio Jesus, tudo isso coordenado com muita proximidade por nosso Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, que afirma com carinho e entusiasmo: “Uma Igreja sem jovens é como um jardim sem flores”.

A partir de uma sugestão de programação lançada pelas expressões juvenis representadas na comissão diocesana, cada Paróquia desenvolveu suas atividades contemplando, além dos momentos de evangelização, missões na dimensão sócio-transformadora, da espiritualidade e da formação. Quantas iniciativas brilhantes! Vimos esses dias jovens promovendo aulas de maneira gratuita para estudantes que vão realizar o ENEM, jovens visitando hospitais e escolas, casas e condomínios, estabelecimentos comerciais, rezando nas praças e ruas levando a palavra de Deus aos doentes, aos presos, promovendo sessões de cinema com mensagens edificantes para crianças e adolescentes, competições desportivas, festivais de arte… Sem contar a movimentação nas redes sociais que estão sendo cheias de Deus, de fraternidade, de compromisso. Bendito seja Deus!

Sobre essas iniciativas nos fala o Santo Padre: “confio na capacidade dos próprios jovens, que sabem encontrar os caminhos atraentes para convidar e sabem também evangelizar nas redes sociais com mensagens, canções, vídeos e outras intervenções. Devemos apenas estimular os jovens e dar-lhes liberdade de ação, para que se entusiasmem com a missão nos ambientes juvenis. O primeiro anúncio pode despertar uma profunda experiência de fé no meio dum retiro de conversão, numa conversa no bar, num recreio da Faculdade, ou qualquer outro dos insondáveis caminhos de Deus. O mais importante, porém, é que cada jovem ouse semear o primeiro anúncio na terra fértil que é o coração de outro jovem” (CV 210).

O que mais nos chama atenção em todos esses projetos é a ação do Espírito Santo que inspira os jovens a privilegiarem a linguagem da proximidade, do amor desinteressado, relacional, que toca o coração, atinge a vida das pessoas… Eles usam a linguagem do amor, a linguagem daqueles que apesar de suas limitações e fraquezas, se esforçam para viver coerentemente a sua fé (cf. CV 211).

Não podemos deixar que o mundo nos cale. Queremos falar de Jesus e anunciá-lO em toda parte, comunicar a fé que Ele nos deu (cf. ICo 9,16). No entanto, não obstante a importância das palavras, o maior anúncio é a própria vida! O testemunho do Evangelho se dá de forma muito mais eloquente com o exemplo do que com a voz. E é precisamente o testemunho de tantos jovens em toda parte da Diocese de Campina Grande que tem levantado uma geração cada vez mais decidida por Jesus, em dar a vida por Aquele que morreu por nós.

A Semana Missionária da Juventude vai encerrar, mas a missão não pode parar. A Pastoral Juvenil deve ser sempre uma pastoral missionária. E para onde Jesus nos manda? O Papa Francisco responde: “Não há fronteiras, não há limites: envia-nos a todas as pessoas. O Evangelho é para todos, e não apenas para alguns. Não é apenas para aqueles que parecem a nossos olhos mais próximos, mais abertos, mais acolhedores. É para todas as pessoas. Não tenhais medo de ir e levar Cristo a todos os ambientes, até às periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor. E convida-nos a levar, sem medo, o anúncio missionário aos locais onde nos encontrarmos e às pessoas com quem convivermos: no bairro, no estudo, no desporto, nas saídas com os amigos, no voluntariado ou no emprego, é sempre bom e oportuno partilhar a alegria do Evangelho. É assim que o Senhor Se vai aproximando de todos; e pensou em vós, jovens, como seus instrumentos para irradiar luz e esperança, porque quer contar com a vossa coragem, frescor e entusiasmo (CV 177)”.

Os frutos que Deus fará crescer serão colhidos em breve pelos jovens que partiram em missão, por aqueles que receberam o anúncio e abriram o coração, pelas comunidades que estiveram em comunhão e por toda nossa Igreja Diocesana: “Os jovens enriquecem-se muito e aprendem a olhar mais além da sua família e do seu grupo, começam a compreender a vida numa perspectiva mais ampla. Ao mesmo tempo reforçam-se a sua fé e o seu sentido de pertença à Igreja” (CV 240). A renovação da experiência de fé de muitos e os projetos vocacionais de tantos outros devem ser acompanhados com proximidade pelos pastores.

Celebrando tudo que Deus tem realizado nas nossas vidas, especialmente nos jovens de nossa Diocese, vamos nos encontrar no próximo Domingo, dia 27 de outubro, no Clube Campestre para o Dia Nacional da Juventude, em torno do nosso pastor, para, “anunciar a todos os jovens, independentemente das circunstâncias em que se encontrem, o mais importante, as coisas primeiras, aquilo que nunca se deveria silenciar, um anúncio que inclui três grandes verdades que todos nós precisamos escutar sempre de novo:

Deus te ama! Cristo te salva! Ele vive!” (CV 111).

 

 

 

Padre Rodolfo Figueiroa Lucena

Coordenador Diocesano da Juventude

2019 JMJ DIOCESE 02

Fonte: www.diocesecg.org 

“Dulce mês de Outubro” é o título de minha crônica publicada, hoje, no jornal O Dia – RJ.

Dulce mês de Outubro
(Gabriel Chalita)

IRMÃ DULCE.~ GABRIEL CHALITA jpg

 

 

IRMÃ DULCE é, agora, santa. Agora, não. Sempre foi. Mesmo imperfeita como todos os humanos. Mesmo caminhante de um barro empoeirado que nos faz chorar choros doídos.

Foi atacada não poucas vezes. Soube compreender e ensinar: "As pessoas que espalham amor não têm tempo nem disposição para jogar pedras". Espalhar amor foi sua decisão de vida. Inspirada em outras vidas. Como as de outros santos do mês de outubro.

TERESINHA é a santa da delicadeza. A que pedia ao Senhor que, quando partisse, pudesse enviar uma chuva de rosas para acalmar os ânimos dos que vivem por aqui. FRANCISCO é o que sai de Assis para ensinar ao mundo a fraternidade. Irmão Sol, irmã Lua, irmão Dia, irmã Noite, irmãos cantantes em um cenário em construção. Foi ele o defensor da vida e da natureza.

O que têm em comum Dulce, Teresinha e Francisco? Antes de ousar um entendimento, trago a lembrança daquela que apareceu para sinalizar que os que sofriam também eram feitos do tal barro humano.

De um barro, em um rio, surge um sinal. A mãe de Jesus se faz Aparecida. Em sua casa, os choros se multiplicavam e, depois, partiam. E os sorrisos, mesmo que provisórios, acendiam vidas. Em sua casa, correntes que prendiam escravos se partiam e partiam os corações dos que começavam a compreender que ninguém pode ser dono de ninguém. Francisco deixou até as ricas vestes para se sentir livre. Teresinha orou pelo mundo sem nunca titubear na profissão de esperançar.

E Dulce? A doce Dulce dos pobres. A enérgica Dulce dos que teimavam em humilhar. Irmãos seus não nasceram para o abandono. Em cada pobre jogado, um desafio. Em cada vida desperdiçada por vidas insensíveis, um convite à ação. Foi ela curadora de muitos destinos. Foram eles curadores de muitas histórias. E um bocado de vida ia surgindo. E o mundo ia sendo obrigado à gentileza. Mesmo que o mundo de algumas pessoas, apenas. Não importa. Eram os três capazes de amaciar conversar e de incendiar injustiças. Doces e duros. Colhiam a luz da oração para pintar um outro quadro da vida humana. Menos injusto e mais próximo do sonho primeiro do Artista.

Em Aparecida, prosseguem os peregrinos. A simplicidade abre as portas para uma humanidade humana. Os joelhos se dobram para que se escutem as verdades. Não. Ninguém deveria jogar pedras. Não. Ninguém deveria ensurdecer o sorriso. Não. Ninguém deveria esquecer o amor, o amar.

O que têm em comum, então, Dulce, Teresinha e Francisco? Se ainda não brotou uma resposta, prossiga plantando. São eles inspiradores. E como são necessários! Há quem acredite no dual do existir. Que, sem o mal, não compreendemos o bem, assim como, sem a noite, não compreendemos o dia. Há quem acredite que não é assim. Que, em essencial, só há o bem, o mal é um nome que se dá às ausências. Ninguém conhecendo o bem opta por não fazê-lo. Então, está certo que precisamos de inspiradores. Para que não desistamos. Para que não nos esqueçamos de que um fósforo apenas é capaz de trazer calmaria a um medo, mas é, também, capaz de causar medo a uma valente floresta. Há muitos incendiadores por aí. E quanto mal fazem com seus discursos de ódio e com suas esquizofrênicas relações. Chamemos, pois, os iluminadores. Que permaneçam. Em nossa “casa comum”. A casa, tantas vezes, assaltada pelas faltas.

O fato é que ainda nascem crianças. O fato é que a vida não é dada a desistências. O fato é que outubro é apenas um mês, mas, nos outros meses, também precisamos compreender. E, compreendendo, sentir. Ou, sentindo, compreender. Pouco importa. O que importa mesmo é se importar. Foi assim com Dulce, Teresinha e Francisco. Importando-se, mudaram eles o mundo.


Santa Dulce dos Pobres: Irmã Dulce é canonizada e se torna a primeira santa brasileira

A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados.

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Irmã Dulce é canonizada pelo Papa Francisco (Foto: Reprodução)

 

Santa Dulce dos Pobres. É assim que Irmã Dulce passa a ser chamada após a cerimônia de canonização que a tornou santa na manhã deste domingo (13) na Praça de São Pedro, no Vaticano, lotada de fiéis.

A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados, principalmente na Bahia.

O Vaticano considera que Santa Dulce dos Pobres é a primeira santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país tenham sido canonizadas pela Igreja Católica anteriormente, irmã Dulce é a primeira mulher nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos.

Outros quatro beatos, de diferentes nacionalidades, também foram canonizados por Papa Francisco às 10h35 (5h35 no horário de Brasília) deste domingo. De acordo com o Vaticano, 50 mil pessoas participaram da cerimônia.

"Em honra da Santíssima Trindade, pela exaltação da fé católica e para incremento da vida cristã, com autoridade de nosso senhor Jesus Cristo, os santos apóstolos Pedro e Paulo, depois de haver refletido longamente, ter invocado a ajuda divina e escutado o parecer de muitos irmãos do episcopado, declaramos e definimos santos os beatos: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Mariam Thresia Chiramel, Dulce Lopes Pontes e Marguerite Bauys", declarou o Papa, em latim.

Papa pede intercessão de outros santos

O chamado "rito de canonização" ocorreu na missa de domingo celebrada pelo Papa. Após um canto de entrada, o Papa abriu a celebração e, em seguida, houve um canto de “invocação do Espírito Santo”. O ato é uma forma de pedir a Deus que o ajude a tomar uma decisão acertada.

Depois, em uma "ladainha" — uma oração cantada —, a Igreja invocou a intercessão de todos os outros santos. Em seguida, foi lida a fórmula de canonização. Depois da leitura da fórmula, em latim, os cinco beatos foram considerados santos. A partir daí, houve um canto de comemoração e a missa seguiu como ocorre nos demais domingos.

Além de Irmã Dulce, foram canonizados:

o teólogo e cardeal inglês John Henry Newmann, um dos principais intelectuais cristãos do século 19;

a religiosa italiana Giuseppina Vannini;

a religiosa indiana Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan;

a catequista suíça Margherita Bays

Na homilia da missa de canonização, o Papa Francisco afirmou que as pessoas que se dedicam ao serviço dos mais pobres na vida religiosa fizeram "um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo".

Francisco disse que, como os leprosos citados nos textos bíblicos, "todos nós precisamos de cura" e somente Jesus oferece essa cura. Por isso, segundo ele, é preciso rezar, pois "a oração é o remédio da alma''.

A cerimônia foi acompanhada por autoridades brasileiras como o vice-presidente, Hamilton Mourão; o governador da Bahia, Rui Costa; o prefeito de Salvador, ACM Neto; e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

O príncipe Charles, do Reino Unido, também participou da missa. Um dos santos que estavam sendo canonizados é britânico.

Antes da missa, a cantora baiana Margareth Menezes, o padre Antonio Maria e o sanfoneiro cearense Waldonys tocaram e cantaram no altar a música oficial da canonização.

Beatificação e caminhos para canonização

Irmã Dulce foi beatificada em 2011, após ter o primeiro milagre reconhecido. A graça alcançada foi a recuperação de uma paciente que teve uma grave hemorragia pós-parto e cujo sangramento subitamente parou, sem intervenção médica. Após beatificada, Dulce Lopes Pontes passou a ser chamada "Bem-aventurada Dulce dos Pobres".

Para ser considerada santa, Irmã Dulce precisaria ter um segundo milagre reconhecido, o que ocorreu em maio deste ano. O miraculado, o maestro soteropolitano José Maurício, voltou a enxergar após fazer uma oração para a então beata. Ele teve glaucoma e começou a perder a visão em 1999. Em 2000, ele já estava cego, mas em 2014 voltou a enxergar.

José Maurício foi ao Vaticano para acompanhar a cerimônia de beatificação e chegou a receber a bênção de Papa Francisco durante a missa de canonização.

Além do milagre recebido por José Maurício, outras duas graças alcançadas por devotos após orações a Irmã Dulce estavam sendo analisadas pelo Vaticano para o processo de canonização da religiosa.

Os três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria instituição. Os outros dois milagres que ainda não foram confirmados pelo Vaticano continuam sendo analisados.

O Vaticano tem quatro exigências quanto à veracidade de uma graça, até ser considerada milagre: ser preternatural (a ciência não consegue explicar), instantâneo (acontecer imediatamente após a oração), duradouro e perfeito.

Trajetória de Irmã Dulce

Nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador

Quando ela tinha 7 anos, sua mãe morreu

Aos 13 anos, ela acolhia mendigos e doentes na casa onde morava com o pai e os irmãos, no bairro de Nazaré, na capital baiana

A vida religiosa começou aos 18 anos, quando, após se formar como professora primária, ela ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus

Somente aos 19 anos, mais especificamente em 13 de agosto de 1933, recebeu o hábito de freira e adotou o nome de Irmã Dulce em homenagem à mãe, que se chamava Dulce Maria; naquele mesmo mês, ela viveu 6 meses em São Cristovão (SE) e depois voltou para Salvador

No ano de 1935, iniciou a assistência à comunidade carente, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que foi formado no bairro de Itapagipe, na capital baiana

Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas, em um local de Salvador conhecido como Ilha dos Ratos. Nos imóveis, ela acolhia enfermos e desabrigados

Ainda na década de 30, ajudou operários do bairro de Itapagipe, em Salvador, a formarem a União Operária São Francisco. Logo depois, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, fundou o Círculo Operário da Bahia

Junto aos trabalhadores, ela inaugurou um colégio para os filhos dos operários e ainda ajudou a fundar os cinemas Plataforma e São Caetano, além do Cine Teatro Roma; a renda obtida nos cinemas contribuía para a manutenção do Círculo Operário

Na década de 60 transformou um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue. Mais tarde, o lugar deu origem ao Hospital Santo Antônio, no Largo de Roma, em Salvador, e as Obras Sociais que levam o nome dela

Em 13 de março de 1992, faleceu em Salvador na Bahia

Em 1912, foi nomeada beata

Em 13 de outubro de 2019 foi canonizada e se tornou santa com o nome Santa Dulce dos Pobres.

Fonte: CLICK PB 

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