Quinta, Abril 25, 2019

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

 
 
A Segunda parte do ciclo pascal é constituída das festas pascais e do tempo pascal até Pentecostes. É um tempo privilegiado da alegria e da paz que o Senhor Jesus dá à sua comunidade reunida. As festas pascais são, por assim dizer, o miolo, o ponto central da fé e da vida da Igreja cristã.
Na quinta-feira santa a comunidade se reúne para celebrar a ceia do Senhor no encontro íntimo, deixando-se educar por Jesus sobre a melhor maneira de cuidar uns dos outros (lava-pés). Momento festivo de comensalidade na partilha dos alimentos e dos dons.
A sexta-feira santa é a páscoa da cruz. Na glorificação do Senhor na cruz, a comunidade canta a vitória da vida. Não se trata de um choro sem esperança, mas de um choro alegre que deixa o coração aliviado diante da morte. Assim nos ensina o salmista “o choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria explode pela manhã!” (Salmo 30, 6b).
O silêncio e a vigília marcam o sábado santo. Com nossas orações esperançadas contemplamos o Senhor na sepultura. Na “noite mais clara do ano”, a explosão da alegria nasce do canto do aleluia entoado pela comunidade que é associada à ressurreição do Senhor. Com nossas lâmpadas acesas vamos clareando a noite, proclamando que a morte já não mata, não mata mais a morte! O Senhor está entre nós! Noite do fogo novo! Noite batismal! Noite da Ceia! Noite do perfume e das flores! Noite do encontro com o Amado. A vigília pascal expressa uma dupla experiência: do povo de Deus que é resgatado da escravidão do Egito e da nossa participação na vida nova de Cristo pelo batismo e pela eucaristia. Celebrando a sua vitória, participamos e nos identificamos com Jesus. “Hoje eu quero a rosa mais linda que houver para enfeitar a noite do meu bem!”
 
CÍRIO PASCAL
“A Ressurreição é o encontro radical dos que se amam”. Essa foi a experiência das mulheres e dos discípulos que por primeiro experimentaram a presença do Senhor Jesus Ressuscitado (cf. Marcos 16,1-20). Não nos deve espantar o coração que arde no peito e a alegria dos caminheiros de Emaús ao reconheceram Jesus (cf. Lucas 24,13-35). O amor é fogo que queima as entranhas e constrói o novo. O amor anima a esperança e a luta. O amor desafia as estruturas de injustiça e de morte. Ninguém tem amor maior do quem dá a vida pelo outro. O Ressuscitado é o Crucificado que assumiu nossas dores e desencantos!
Nos domingos do tempo pascal, continuamos a festa desta grande noite. É como se fosse um só dia de festa. O Senhor Ressuscitado vai se manifestando às discípulas e aos discípulos. Após a festividade da ascensão do Senhor, na última semana, inicia-se a semana de oração pela unidade das Igrejas. É um tempo de agradecer ao Senhor pela pluralidade no modo como seguimos ao Senhor e ao mesmo de pedir a Ele que nos una sempre mais em seu amor. A cada Domingo, a comunidade acende o círio pascal, renova o batismo das irmãs e dos irmãos e oferece ao Senhor nossas flores e perfumes juntamente com o canto alegre do Aleluia, canto novo da vitória de Cristo e de seus seguidores.
Finalmente, o domingo de pentecostes, festa do Espírito Santo e festa da comunidade que se deixa guiar pelo Espírito de Jesus. O Espírito que defende e continua a missão de Jesus nos ensina a não dividir e subtrair as forças, mas a somar e multiplicá-las para que o reino aconteça! É uma festa da Igreja que deve ser celebrada na unidade do Espírito que congrega e inspira as várias pastorais e movimentos de nossas Igrejas. Na tradição judaica, esta festa é para agradecer e oferecer a Deus a colheita dos frutos da plantação feita após a primeira lua cheia da primavera do hemisfério norte. Daí o nome pentecostes.
 
 Pe. Eliomar Ribeiro, sj
 
 
TEMPO PASCAL 2019
 
 
Passado o tríduo pascal, ápice do ano litúrgico, a Igreja celebra a ressurreição do Senhor ainda por mais 50 dias, até a celebração de pentecostes: é o tempo pascal. Ressurreição, ascensão (40 dias após a páscoa) e envio do Espírito Santo são um só mistério que instaura uma nova forma da presença de Cristo no mundo.
 
 
 
Na Igreja antiga, era no tempo pascal que os neófitos – aqueles que tinham acabado de ser batizados, justamente na páscoa – se aprofundavam no tema dos sacramentos. Isso foi retomado com a restauração do catecumenato, obra do Concílio Vaticano II: no Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, o tempo pascal é o tempo da mistagogia. Não se trata de uma pedagogia arbitrária: o tempo pascal é precisamente o momento de aprender a identificar a presença do Senhor Ressuscitado na Igreja, sobretudo na liturgia, nos sacramentos.
 

Como vemos na Bíblia, as aparições de Jesus Ressuscitado são precisamente isso: aparições. Ele já não convive regularmente com os discípulos, como se apenas tivesse voltado à vida terrena, mas aparece para um, para outro, para um grupo, de maneira intermitente. Além disso, fica claro que Jesus já não é reconhecido pela aparência externa, e sim quando se abrem os olhos da fé.

A partir da ascensão, as aparições cessam, mas isso não significa que Jesus está ausente. Pelo contrário, está agora definitivamente presente junto aos seus. As aparições durante 40 dias foram a sua maneira de introduzir os discípulos em uma nova modalidade de sua presença.
São Leão Magno, papa de 440 a 461, diz que a partir da ascensão “aquilo que era visível em nosso Salvador passou para seus mistérios” (Serm. 74, 2, in CIC 1116) – “mistério” é o equivalente grego do termo latino “sacramento”, ainda que com uma pequena diferença de nuance. A páscoa é o momento de aprender a descobrir a presença do Ressuscitado nos sacramentos.
 

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Penha Carpanedo

A reforma do Ano Litúrgico e do Calendário foi um empreendimento de inestimável valor, fruto do movimento litúrgico e da renovação litúrgica a partir do Concílio Vaticano II. O grande desejo foi o de resgatar a unidade do Ano Litúrgico, tendo como eixo estruturante o mistério pascal, para “alimentar devidamente a piedade dos fiéis” (SC 107). Tal novidade foi acolhida com entusiasmo e fervor no início da reforma litúrgica. Aos poucos o povo foi assimilando a teologia e a pedagogia do Ano Litúrgico.

 

TRÍDUO PASCAL PREPARANDO

 

 

No que se refere ao Tríduo Pascal, houve uma progressiva apropriação do seu sentido teológico e das suas expressões rituais e somaram-se esforços em toda a parte para celebrar o Tríduo como memória anual da páscoa num todo unitário, como era nos primeiros séculos da Igreja. A Vigília Pascal, em muitas comunidades, recuperou o seu caráter noturno e voltou ao seu lugar de “mãe de todas as vigílias da Igreja”, ápice das celebrações pascais e de todo o ano litúrgico.

Contudo, no momento atual, estamos assistindo a um esvaziamento, antes mesmo que pudéssemos chegar a uma maturação neste processo de reapropriação. Ou se cumprem as normas de uma maneira absolutamente formal, ou simplesmente se ignora a riqueza proposta pela reforma em seus princípios e orientações. E o vazio acaba sendo preenchido por iniciativas particulares e devoções, ou por expressões da piedade popular, nem sempre com o devido cuidado de fazer coexistir liturgia e práticas de piedade “no respeito à hierarquia dos valores e da natureza específica de ambas” 1 .

Como evitar um tal esvaziamento e tantas deformações? O que fazer para que as festas pascais sejam ponto alto na vida da comunidade, expressões de vida de uma Igreja que busca na liturgia sua primeira fonte de espiritualidade (cf. SC 14)?

Não pretendemos aqui aprofundar exaustivamente todo o significado do Tríduo Pascal, nem temos a pretensão de oferecer solução fácil para um problema que mais parece ser estrutural. Queremos sim evidenciar algum elemento que nos ajude a não desviar a atenção da centralidade do mistério e a considerar a unidade e a superioridade das festas pascais em relação a todas as outras expressões da nossa fé.

Lembrando a história

Até o século II a festa dos cristãos era o domingo, vivido e celebrado como dia de alegria, páscoa semanal. A partir do final do século II firma-se a prática de uma festa anual da páscoa, no domingo posterior ao 14 de Nisã (data da páscoa judaica). Até o final do século III foi a única festa anual da Igreja. Tratava-se da Vigília Pascal que durava toda a noite, culminando ao amanhecer com a eucaristia que marcava a entrada no Pentecostes, entendido como cinqüenta dias de festa e de alegria. A Vigília era precedida pelo jejum que se iniciava na sexta-feira e se prolongava por todo o sábado, até a celebração da eucaristia no sábado à noite. Os elementos essenciais eram a liturgia da Palavra e sua atualização sacramental na eucaristia, aos quais, mais tarde, acrescentou-se o batismo, com a bênção da água. Em torno da vigília foi se firmando, em uma unidade, a memória da crucifixão na sexta-feira, da sepultura no sábado e da ressurreição no domingo.

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Que é o tríduo Pascal ?

A Quaresma, caminho rumo à Páscoa da Ressurreição, termina na Quinta-Feira Santa, com a chamada "hora nona" do Ofício Divino. Ou seja, dura até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive (Paulo VI, Carta Apostólica Mysterii Paschalis, Normas universais sobre o Ano Litúrgico e o Calendário, n. 28). O documento utiliza o termo "exclusive", não "inclusive".

Portanto, a Quaresma não inclui a Missa da Ceia do Senhor. Com esta missa, à tarde, começa o Tríduo Pascal, que é o coração do ano litúrgico. Não podemos esquecer que o costume judaico-­cristão considera o início do dia desde a sua véspera; por este motivo. a Sexta-Feira Santa começa no final da Quinta-Feira Santa. Na Missa da Ceia do Senhor, Jesus antecipa a sua paixão; por isso, na missa, faz-se o memorial, da morte e ressurreição de Jesus.

"O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a missa vespertina da Ceia do Senhor, tem seu centro na Vigília Pascal, e termina com as Vésperas do domingo da Ressurreição.

QUARESMA TRÍDUO PASCAL

 

 

A palavra "tríduo" sugere a ideia de preparação. Às vezes preparamo-nos para a festa de um santo com três dias de oração em sua honra. ou pedimos uma graça especial mediante um tríduo de orações. A Quaresma é preparação, e o Tríduo Pascal apresenta-se não como um tempo de preparação, mas como uma só coisa com a Páscoa. O tríduo é uma unidade, e precisa de ser considerado como tal; nele se dá a totalidade do mistério pascal. A unidade do tríduo está no próprio Cristo: quando Jesus aludia à sua paixão e morte, nunca as dissociava da sua ressurreição. O Evangelho fala delas em seu conjunto: "Eles O condenarão à morte. E O entregarão aos gentios para ser exposto às suas zombarias, açoitado e crucificado; mas ao terceiro dia ressuscitará" (Mateus 20, 19).

A unidade do mistério pascal tem algo importante a nos ensinar: ela diz-nos que a dor não somente é seguida pela alegria, mas que já a contém em si mesma. O tríduo refere-se também aos três dias aos quais Jesus se referiu, quando disse: "Destruí este templo, e Eu o levantarei em três dias" (João 2, 19). As diferentes fases do mistério pascal estendem-se ao longo dos três dias, como num tríptico: cada um dos três quadros ilustra uma parte da mesma cena; juntos, formam um todo. Cada quadro em si é completo, mas precisa de ser visto em relação aos outros dois.

O jejum do Tríduo Pascal

"É sagrado o jejum pascal dos dois primeiros dias do tríduo, em que, segundo a tradição primitiva, a igreja jejua "porque o Esposo lhe é tirado" (Marcos 2, 19-20). Na Sexta-feira da Paixão do Senhor, em toda a parte, o jejum deve ser observado juntamente com a abstinência, e aconselha-se a prolongá-lo também no Sábado Santo, de modo que a Igreja, com o espírito aberto e elevado, possa chegar à alegria do Domingo da Ressurreição.

(CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO, Carta Paschalis Solemnitas, de 1988, n.39)

A Quaresma propõe um caminho e um método para se chegar ao resultado final da conversão. Trata-se de um caminho existencial bem concreto, feito de atitudes, que conduzem a um resultado concreto:

mudar de vida,

mudar de mentalidade,

tornar-se discípulo e discípula de JESUS.

 

QUARESMA REFLEXÕES MARÇO 2019

 

A reflexão da pedagogia litúrgica de março será um pouco diferente porque focará todos os Domingos quaresmais, e isto significa introduzir o 5º Domingo da Quaresma – C, que será celebrado no primeiro Domingo de abril.

CONVITE À CONVERSÃO

A característica da Teologia e da espiritualidade quaresmal ilumina-se basicamente na conversão. Uma primeira iluminação para incentivar a conversão encontra-se no 8DTC-C, celebrado no início de março. É uma Palavra que chama atenção para um elemento fundamental no caminho da conversão: Jesus é o Mestre e nós, cristãos, somos seus discípulos e discípulas. Isto significa que a conversão só acontece à medida que nos deixamos guiar por Jesus e caminhamos nos caminhos do Evangelho. Este, aliás, é o apelo de Jesus no início de sua vida pública: “convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).

Crer no Evangelho para produzir frutos evangelizadores em nossas vidas (8DTC-C).

Ingressando no caminho quaresmal, o primeiro apelo à conversão acontece na Quarta-feira de Cinzas e insiste no abandono dos caminhos do mundo para ingressar nos caminhos de Deus. Para isso, a espiritualidade quaresmal propõe três atitudes: a esmola, a oração e o jejum. Esmola como convite para partilhar o que se tem com quem está necessitado; converter-se pela partilha e pelo desapego. A oração, também esta como partilha de um tempo da vida pessoal para estar com Deus; a conversão passa pela convivência e intimidade com Deus. O jejum, como ascese para treinar o domínio das próprias vontades e não ceder ao instinto e aos apelos do corpo e da mundanidade.

Conversão e fé

A fé é elemento essencial no processo da conversão. É pela fé que nos tornamos capazes de perceber que tudo que somos e temos vem de Deus. À medida que a fé vai tomando conta de nossas vidas, nós nos colocamos nas mãos de Deus e nos tornamos gratos a Deus, reconhecendo tudo que dele recebemos. Pela fé, nasce em nós aquilo que pode ser denominado como “gratidão oferente”, isto é, a capacidade pessoal de reconhecer que tudo vem de Deus e transformar este “tudo” em gratidão. Atitude que desfaz a arrogância e a tentação de se considerar onipotente. É um passo decisivo no caminho da conversão porque, pela gratidão oferente, nos fortalecemos espiritualmente para recusar toda tentação capaz de nos distanciar do discipulado (1DQ-C).

 

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