Segunda, Maio 25, 2015

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

 

Dom Vital Corbellini

altBispo de Marabá  (PA)

 

Introdução
Pentecostes festeja a descida do Espírito Santo sobre os discípulos de Jesus Cristo no cumprimento da promessa do Pai do qual o Jesus Cristo o pediu para eles. O Espírito de Deus veio para permanecer junto do povo de Deus. Os Atos dos Apóstolos relatam Pentecostes para os discípulos e Pentecostes para os pagãos.

O Espírito de Deus vem para unir as pessoas a Cristo Jesus, o seu projeto de amor para com a humanidade. Alguns padres da Igreja comentaram a festa significativa na vida eclesial dando ênfase à unidade estabelecida a partir do nova vida dentro da comunidade e no mundo. Vejamos a seguir alguns depoimentos desses autores que marcaram a Igreja primitiva, iluminando a doutrina sobre o Espírito Santo na Igreja e no mundo.

1. O acontecimento bíblico
Em Irineu de Lião(+ 200) (Adv. Haer. III,17) afirma: “Lucas nos diz que o Espírito, depois da ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos em Pentecostes, com o poder de introduzir na vida todos os povos e abrir-lhes um novo testamento. Eis por que, na harmonia de todas as línguas, cantavam hinos a Deus”.

A ação do Espírito não é limitada a uma determinada categoria de pessoas: Ele agiu nos profetas, em Jesus Cristo, nos evangelistas e continua a agir em todos aqueles e aquelas que dão a vida como nos mártires, na vida da Igreja como as virgens, os pastores, os bispos, e em todo o povo de Deus.

2. O Espírito Santo como unção e como penhor
Para Atanásio de Alexandria(+ 373), vem apresentado o Espírito Santo como sigilo. O sigilo tem a forma do Cristo e todos aqueles que são assinalados são participantes, assumem a mesma forma como diz o Apóstolo(cf. Gl 4,19). Assim toda a criação torna-se participante do Verbo no Espírito. "Não sabeis que sois o Templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós"?(l Cor 3,16).

Agostinho(+ 430) qualifica o Espírito Santo como penhor porque Ele nos levará ao conhecimento da verdade, das coisas que agora não vemos bem, mas na outra vida veremos tal como ele é. O Espírito Santo inspira nosso Senhor no anúncio do Reino de Deus; por meio dele refaz a imagem primitiva do ser humano, isto é, a imagem sua, do Verbo, com uma semelhança de santificação e assim reconstitui em nós o protótipo da imagem verdadeira do Pai. Já Cirilo de Alexandria(+ 444) diz que o verdadeiro modelo, aquele que exprime perfeitamente a semelhança do Pai, é o Filho, e a cópia genuína e natural do Filho, é o Espírito Santo.

3. A pregação evangélica dos apóstolos
Leão Magno(+461) comenta o dia de Pentecostes (At 2,1-4): “Foi nesse dia, pois que começou a ressoar a trombeta da pregação evangélica; desde então houve a chuva de carismas e rios de bênçãos a irrigarem o deserto e a terra árida porque a fim de renovar a face da terra ‘o Espírito de Deus sobre as águas pairava’(Gn 1,2) e para dissipar as antigas trevas coruscaram os fulgores de uma nova luz, quando pelo esplendor das línguas brilhantes foi concebido o verbo luminoso do Senhor, palavra de fogo, possuidora de eficácia para iluminar e de força para queimar, despertando o entendimento e consumindo o pecado”.

“Detestamos os arianos, que querem haja alguma distancia entre o Pai e o Filho. Detestamos também os macedonianos que, apesar de admitirem a igualdade entre o Pai e o Filho, julgam que o Espírito Santo é de natureza inferior...(...). Do Espírito Santo provém a invocação do Pai, as lágrimas dos penitentes, os gemidos dos suplicantes; ‘ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo’(1 Cor 12,3)”.

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Igrejas publicam carta para a Semana pela Unidade dos Cristãos

A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos acontece nos dias que antecedem a Solenidade de Pentecostes, na Igreja Católica

Da redação, com Conic

Tradicionalmente celebrada entre 18 e 25 de janeiro (no hemisfério Norte) ou em Pentecostes (no hemisfério Sul), a edição deste ano da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos está sendo realizada entre 17 e 24 de maio. O tema é inspirado no Evangelho de João: “Dá-nos um pouco da tua água”.

Na carta publicada especialmente para a ocasião, os líderes religiosos explicam que o pedido por água, feito por Jesus à mulher samaritana, é também o testemunho ecumênico.

No contexto da intolerância e perseguições religiosas, o desafio lançado na carta é para que as Igrejas façam a experiência do diálogo.

Leia a íntegra do texto:

CARTA DAS IGREJAS SOBRE A SOUC 2015

O amor de Deus, a paz de Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco!

Queridos irmãos e irmãs das comunidades cristãs no Brasil,

“Dá-me um pouco de tua água” (Jo 4.7) é o lema bíblico que o movimento ecumênico brasileiro, através do CONIC, propôs ao Conselho Mundial de Igrejas e ao Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos ao ser convidado a preparar o material da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2015.

O pedido por água, feito por Jesus à mulher samaritana, é também o testemunho ecumênico que oferecemos aos irmãos e irmãs das muitas Igrejas que anunciam a boa-nova de Jesus, nos mais diferentes contextos do mundo. A fé em Jesus Cristo precisa expressar-se nessa abertura para encontros e conversas. Não devemos ver no outro um inimigo ou uma ameaça, mas sim, reconhecer nele uma expressão do amor de Deus. Complementamo-nos e crescemos quando nos abrimos para estes encontros. Este é o nosso testemunho ecumênico.

Em contextos de intolerância e perseguições religiosas, colocamos diante das nossas Igrejas o desafio de fazer a experiência do diálogo. Saiamos de nossas casas e até dos nossos templos e vamos ao encontro de nossos irmãos, irmãs, vizinhos e vizinhas. Ouçamos o que eles ou elas têm a contar sobre sua fé, sua vida, suas experiências e dúvidas. Celebremos juntos esta vivência plural do único amor de Deus!

Nas bem-aventuranças deixadas a nós por Jesus Cristo em Mt 5.1-9 encontramos o convite para que atuemos em favor da paz, pois assim seremos chamados e chamadas de filhos e filhas de Deus. A construção da paz passa, necessariamente, pelo diálogo. Peregrinemos nessa direção para que o nosso testemunho público seja de unidade e de acolhida à diversidade.

Animamos cada grupo e comunidade a celebrar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2015. Que esta Semana seja uma grande festa de Pentecostes!

Oramos por cada irmão e cada irmã das nossas comunidades e pedimos que as nossas Igrejas também orem por nós para que possamos servir com coerência e dedicação á causa da justiça e da paz, valores centrais do Evangelho.

Na unidade de Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner (Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB)
Pastor Dr. Nestor Paulo Friedrich (Pastor Presidente da IECLB)
Dom Francisco de Assis da Silva (Bispo Primaz da IEAB)
Presbítero Wertson Brasil (Moderador da IPU)
Dom Paulo Titus (Arcebispo da ISOA)

alt “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem para o  49º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes.

A íntegra do texto foi divulgada,  durante coletiva de imprensa, no Vaticano.

Para a vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades para os regionais, dioceses, paróquias e comunidades.

O material é enviado as coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação. Contato pelo e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Família mais bela

A coletiva de apresentação da mensagem contou com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, a professora da Faculdade de Letras e Filosofia - Departamento de Ciências das Comunicações da Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão (Itália), Chiara Giaccardi, e o professor da Faculdade de Ciências Políticas, Mario Magatti.

A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, escreveu o papa na mensagem.

Confira íntegra do texto:

Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco

49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

17 de Maio de 2015

Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

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Dom Murilo Krieger: “Maria é Mãe de Jesus, o Filho de Deus, que é Deus”

As origens da Oração da Ave Maria, "simples como tudo aquilo que é de Deus"

Atualizada em 08/05/2015 às 18:16


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Enquanto você estiver lendo este texto, milhares de pessoas, de todas as idades, nos lugares mais distantes do mundo, nas mais diversas línguas, estarão rezando a oração da Ave-Maria. Como explicar a popularidade dessa oração? Como entender que pessoas diferentes nela se encontrem, a ponto de rezá-la juntas, nas mais diversas situações?

Se procurássemos uma explicação humana, ficaríamos decepcionados: é uma oração muito simples. Poética, sim, mas aparentemente sem nada de especial. Talvez a explicação esteja justamente aí: é simples como tudo aquilo que é de Deus.

A Ave-Maria é uma das primeiras orações que a criança aprende. Provavelmente é a oração que mais rezamos ao longo de nossa vida. E quantos morrem, tendo-a nos lábios. Alguém já a comparou a uma mina de ouro. Numa mina, quanto mais fundo se cava, mais ouro costuma aparecer. Algo semelhante acontece com a Ave Maria: quanto mais a rezamos e meditamos, mais e maiores riquezas descobrimos.

Já nos primeiros séculos do cristianismo ligava-se a saudação do anjo – “Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco!” – ao louvor de Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre.” Estamos aqui diante do ponto de vista de Deus, isto é, como ele vê a Virgem Maria. Gabriel a saúda com uma expressão messiânica: “Ave”, isto é: “Alegra-te!” A humanidade aguardava há séculos a realização das promessas de Deus. Eis que, agora, Deus vai cumpri-las. Estamos no momento mais importante da história da humanidade: o Onipotente tem um belíssimo plano para salvar seus filhos, mas, para executá-lo, aceita ficar na dependência do sim de uma criatura. Uma irmã nossa dá sua colaboração decisiva para a encarnação do Filho de Deus.

O convite feito a Maria nos recorda que também nós somos escolhidos por Deus para a concretização de seu plano de amor. O Pai, em seu amor infinito, nos faz propostas; não nos obriga a abraçar sua vontade.

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Quase 100 anos após a aparição da Virgem em Fátima, a humanidade ainda teima em ignorar os seus apelos à conversão e à penitência.

 

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Quando Nossa Senhora apareceu aos três pastorinhos de Fátima, a 13 de maio de 1917, ela fez-lhes uma pergunta: "Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?" Na ocasião, os jovens Francisco, Jacinta e Lúcia responderam que sim, assumiram o pedido da Virgem Maria e toda a sua vida se transformou em uma verdadeira entrega a Deus, pelo resgate das almas.

Impossível não se lembrar do episódio da Anunciação, quando o Céu, de um modo nunca antes visto, dependeu da liberdade de uma única criatura para descer sobre a Terra. Às palavras do anjo, dizendo que Maria Santíssima conceberia e daria à luz o próprio Filho de Deus, ela prontamente respondeu: "Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra" (Lc 1, 38). Naquele momento, também ela, de modo muito singular, assumia para si a missão de "suportar todos os sofrimentos", "em ato de reparação (...) e de súplica pela conversão dos pecadores" – missão que o profeta do templo resumiria na famosa expressão: "Uma espada traspassará a tua alma" (Lc 2, 35).

É essa a missão a que se referiu o Papa Bento XVI em 2010, quando peregrinou à cidade de Fátima. "Iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída" [1], disse ele na ocasião. De fato, ainda hoje, Nossa Senhora dirige a toda a humanidade o mesmo apelo que fez aos três pastorinhos na Cova da Iria. "Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores", dizia ela. "Muitas almas vão para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas".

Às portas do centenário das aparições da Virgem em Portugal, a hora é propícia para um profundo exame de consciência. O terceiro segredo de Fátima revelou a visão de um Anjo "apontando com a mão direita para a terra" e clamando, com voz forte: "Penitência, Penitência, Penitência!" Diante desse quadro, a pergunta a ser feita é: A humanidade realmente tem se penitenciado? O que tem sido feito para atender aos pedidos de Nossa Senhora?

É preciso bater no peito e reconhecer o quão pouco foi feito pelo homem moderno para corresponder aos apelos da Mãe de Deus.

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