Quarta, Novembro 21, 2018

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"Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, devemos
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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

 

Celebramos no último dia 09, a Dedicação da Sacrossanta Basílica do Latrão. O que é a Basílica do Latrão? É a Sé Catedral da cidade de Roma, que foi construída entre os anos de 314 e 335 e fundada pelo Papa Melquíades na propriedade oferecida e doada para esse fim pelo imperador Constantino, ao lado do Palácio Lateranense. Mas, porque se chama Basílica do Latrão? Porque esta Basílica foi construída no terreno “dei Laterani”, ou seja, da família proprietária da chácara, herdada pela mulher de Constantino, o Imperador Romano, que a doou ao Papa.

Esta Basílica tem um significado muito especial para a cristandade: lá foram celebrados os cinco Concílios Ecumênicos. Diz a tradição da Santa Igreja que o aniversário de sua dedicação, celebrado originalmente só em Roma, comemora-se em todas as comunidades do rito romano com a finalidade maior de enaltecer o ministério petrino do Sumo Pontífice que de sua Basílica Patriarcal preside na caridade a única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo que congrega, por seu gesto primacial, todas as Igrejas de todo o orbe. A Basílica de Latrão, portanto, é a Mãe de todas as Igrejas de todo o mundo católico.

Até a construção do Vaticano o Santo Padre morava no Palácio Lateranense que é anexo a Basílica de mesmo nome. Portanto a Basílica do Latrão é a Catedral do Papa em Roma, é a Igreja que é a Mãe e cabeça de todas as Igrejas.

A Basílica do Latrão tem como padroeiro principal o Santíssimo Salvador. Tem como dois co-patronos, São João Batista, celebrado a 24 de junho e São João Evangelista, celebrado a 27 de dezembro. Dois homens que caminharam nas estradas da salvação. João Batista, o precursor, aquele que preparou os caminhos para Jesus anunciando que Outro viria batizar com o Espírito Santo, porque ele batizava com água. São João Evangelista, o apóstolo bem amado, o último apóstolo a morrer e com a sua morte se considera fechada às portas das revelações e dos ensinamentos bíblicos do Novo Testamento. Por isso mesmo o povo de Roma conhece a Basílica celebrada hoje como a Basílica de “São João do Latrão”.

BASÍLIA DE LATRÃO

 

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FINADOS 2018 Dom Henrique 2 ilustraçao 

Hoje, a Igreja recolhe-se em oração pelos seus filhos que já partiram desta vida. Para os cristãos, não se trata de um simples dia de saudade, mas de oração pelos fiéis de Cristo que já partiram para a Casa do Pai na firme esperança da ressurreição.

Vêm à nossa mente e ao nosso coração tantas perguntas: Que é a morte? Que é a vida que termina com a morte? O que há após a morte? São interrogações que devemos responder à luz da fé.

Num mundo que já não crê e não tem quase nada a dizer sobre a vida e sobre a morte, a Palavra de Deus nos ilumina: “Irmãos, não queremos que ignoreis o que se refere aos mortos, para não ficardes tristes como os outros, que não têm esperança” (1Ts 4,13).O cristão não pode encarar a morte como os pagãos; nós temos uma esperança, e ela se chama Jesus Cristo, Aquele que disse “Eu sou a Ressurreição, Eu sou a Vida” (Jo 11,25)!

Recordemos algumas certezas fundamentais da nossa fé:

(1) Deus é a Vida, é fonte de Vida, é o Vivificante; criou tudo para a Vida. Ele não é o autor da morte, não entende nada de morte, não tem parte com a morte (cf. Sb 1,13-15). Pelo contrário, a morte é a separação do Deus vivo, como as trevas são a separação da luz do sol. “Deus criou o homem para a incorruptibilidade e o fez imagem de Sua própria natureza; foi por inveja do Diabo que a morte entrou no mundo: experimentam-na aqueles que lhe pertencem” (Sb 2,23s). Deus pensou para nós somente o bem e a felicidade com Ele! Isto é a Vida! O homem, ao fechar-se desde o princípio, para o Deus da Vida, desarrumou-se, desaprumou-se e passou a experimentar sua vida como uma morte: desequilíbrio, dor, egoísmo, solidão, medo, doença, falta de sentido e, finalmente, a morte física... O salário do nosso pecado foi uma situação de morte, de infelicidade, de incoerência e tristeza, que culmina com a morte física. Basta olhar o mundo ao nosso redor!

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FINADOS 2018 Dom Henrique ilustraçao

Amanhã, nós cristãos, faremos uma pausa nas nossas atividades para reverenciar nossos irmãos falecidos. A Igreja denomina este dia de “Comemoração de todos os fiéis defuntos”.

É um dia no qual nós rezamos principalmente pelos nossos irmãos na fé, os batizados em Cristo que já morreram. Claro que toda a humanidade, não só os cristãos, são objeto da oração e solicitude da Igreja, que é Corpo de Cristo, o Salvador de todos! A Igreja é o Povo sacerdotal e, diariamente, na Santa Missa, recorda não somente os “nossos irmãos que partiram desta vida”, mas também “todos aqueles cuja fé só Vós conheceis”!

O Dia de Finados coloca-nos diante de uma questão fundamental: a questão da morte. Nosso modo de enfrentar a vida depende muito do modo como encaramos a morte, e vice-versa! Atualmente, há quatro modos possíveis de encará-la:

Há aqueles que cinicamente a ignoram. Vivem como se um dia não tivessem que morrer: preocupam-se só com esta vida: comamos e bebamos! Quando vão a um sepultamento, conversam o tempo todo assuntos banais e rasteiros. São pessoas rasas, que nunca pararam de verdade para se perguntar sobre o sentido da vida e, por isso mesmo, não vivem; sobrevivem, apenas! Essas, quando tiverem que enfrentar a própria morte, que vazio, que absurdo encontrarão! É o preço a pagar pelo modo leviano com que viveram a vida! Isto é triste porque quando o homem não pensa na morte, esquece que é finito, passageiro, e, assim, começa a julgar-se deus de si mesmo e tudo que consegue é infernizar sua vida e a dos outros...

 

 

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ELEICÕES 2018

 24/10/2018  PALAVRA OFICIAL

Reunidos entre os dias 23 e 24 de outubro na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), os bispos que integram o Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da entidade emitiram uma Nota sobre o segundo turno das Eleições 2018. No documento, os bispos reforçam que as eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social.  Os bispos exortam a que se deponham as armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Abaixo, a íntegra do documento.


NOTA DA CNBB

Por ocasião do segundo turno das eleições de 2018

Jesus Cristo é a nossa paz! (cf. Ef 2,14)

O Brasil volta às urnas para eleger seu novo presidente e, em alguns Estados e no Distrito Federal, seu governador. Fiel à sua missão evangelizadora, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de outubro, vem ratificar sua posição e orientações a respeito deste importante momento para o País.

 

Eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Cabe à população julgar, na liberdade de sua consciência, o projeto que melhor responda aos princípios do bem comum, da dignidade da pessoa humana, do combate à sonegação e à corrupção, do respeito às instituições do Estado democrático de direito e da observância da Constituição Federal.

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DOM GENIVAL CNBB

Dom Genival Saraiva.

  

Por estar contemplado em regimento, estatuto, lei, na forma prevista, o voto é a via de participação dos membros de uma associação, de um colegiado ou de um país, no momento de definição de sua estrutura, de seu funcionamento, de seus rumos, bem como no processo de escolha de seus gestores e legisladores, conforme o caso. O voto, em si, é expressão da natureza de uma instituição democrática e tem como premissa fundamental o reconhecimento do direito das pessoas, dos membros, dos cidadãos. Daí o fato de todo regime totalitário excluir o voto livre; em países pseudodemocratas, quase sempre, o voto é engessado por normas legislativas e por mecanismos judicias e, consequentemente, o cidadão não tem o livre direito de escolha. Como se sabe, em nenhum lugar, tempo e contexto, o voto é neutro, indiferente, inconsequente. Concretamente, ocorre que, por falta de conhecimento, muitos eleitores, sua maioria, talvez, não têm consciência da importância de seu voto. Todavia, em qualquer eleição, todo candidato sabe, efetivamente, o porquê do pedido do voto; entre os que votam, muitos sabem, razoavelmente, qual é a razão do seu voto. O eleitor deve ter discernimento, ao ouvir candidatos, durante a fase eleitoral, tê-lo diante da urna eleitoral e mantê-lo, ao longo do exercício do mandato executivo ou legislativo dos eleitos.

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DOM DULCENIO FOTO NOVO BISPO DIOCESANO

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