Quarta, Maio 23, 2018

BRASAO DO ROSARIO original site do autor

Este é o site da Paróquia do Rosário de
Campina Grande, Paraíba, Brasil

Através deste site, a ativa comunidade da paróquia interage, obtém informação e usufrui de serviços web voltados para a religiosidade que cerca suas atividades. Explore nosso site, começando pela página de nosso brasão, criado na comemoração do jubileu de 70 anos de existência da paróquia.

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Agenda é um recurso útil para quem não conhece a rotina da paróquia e para quem quer saber sobre eventos correlatos.

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"Uma imagem vale por mil palavras."

O site da Paróquia do Rosário inovou na apresentação de suas fotos, facilitando o acesso às imagens e aprimorando o uso deste recurso.

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“Se uma imagem vale por mil palavras, quanto valerá um vídeo com uma mensagem valorosa?”

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"Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, devemos
seguir pelos mesmos caminhos do nosso rebanho para prosseguir a evangelização."

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"O dízimo é um ato de fé. É a prova de que acreditamos que tudo que temos vem de Deus."

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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

A Igreja Católica tem uma posição muito bem definida quanto a importância do ato cívico de votar. O eleitor deve ter em mente a importância do sufrágio para o futuro dele, de sua família e da sociedade onde está inserido.

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Vídeo em Destaque

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

 

O Espírito Santo é fonte e força do amor mútuo. É também sinal de que estamos vivendo um novo tempo. Jesus concluiu o caminho dele aqui na terra e foi glorificado por Deus Pai, mas não nos deixou sozinhos: deu-nos o mesmo Espírito que o ungiu e o animou na missão.

PENTECOSTES 2018

 

A missão do Espírito que nos foi dado nos leva à verdade completa, faz-nos entrar em comunhão com os seres humanos e com Deus. O Espírito é presença de Deus nos caminhos da história por meio da Igreja, que é movida por ele. Ao unir os seres humanos no amor, o Espírito nos dá a certeza do que será no final dos tempos, a comunhão plena no Reino de Deus. Por causa desse amor que nos põe em comunhão, há partilha dos bens, há oração sincera, há evangelização. Em função da comunhão, o Espírito nos faz falar e compreender todas as línguas, porque a língua universal é o amor e sem ele somos apenas “sinos que retinem” (1Cor 13,1). Por isso, crer no Espírito significa crer no futuro da vida, na renovação radical de toda a terra, no caminho do amor que supera as dificuldades deste mundo e nos dirige ao amor em plenitude.

II. Comentário dos textos bíblicos

Evangelho (Jo 20,19-23): Recebei o Espírito Santo

O texto do evangelho de hoje enfatiza desde o início o aspecto da comunhão: era o primeiro dia da semana, o dia do Senhor, e os discípulos estavam reunidos. As portas fechadas simbolizam o medo da hostilidade existente lá fora. São os inícios de uma Igreja que vive a fragilidade e as dúvidas, que necessita da presença do Senhor. Mas Cristo ressuscitado está com eles, sua presença se faz visível e ele coloca-se no centro, no meio deles.

“A paz esteja convosco!” é o início do diálogo por iniciativa do Ressuscitado. Os discípulos têm medo, e isso os deixa desconfiados. Mas Jesus os conforta com sua palavra e presença sensível, é o verdadeiro mestre que eles haviam seguido, possui as chagas que são os sinais gloriosos de sua vida terrena. Quem faz a experiência com o Ressuscitado sabe que ele não é uma fantasia.

 

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3 de maio de 1928 ...

Há 90 ANOS...        

Escudo1

  “ A Cidade de Campinas (SP) viu nascer uma Congregação, com o nome de: MISSIONÁRIAS DE JESUS CRUCIFICADO.

O grupo inicial era composto de 11 jovens. Deixaram suas famílias para ganharem outra, diferente e maior. Iniciaram sua vida comunitária na casa da Família de Madre Maria Villac (fundadora). E com um jeito todo novo, diferente das que existiam na época: na rua, no apostolado, não usar o hábito – traje religioso. Enquanto a maioria das religiosas não saía de casa à noite, as MISSIONÁRIAS faziam seu apostolado sem essa preocupação.

O “cem por um”, da promessa de Cristo se tornava realidade. Espírito de família foi sempre uma característica forte da Congregação, não só no relacionamento das Irmãs entre si, mas, também, com suas famílias.

Cuidando do aprimoramento da formação das Irmãs, semanalmente Dom Barreto – fundador - reunia-se com elas e, juntos, iam elaborando os traços da vida comunitária: espiritualidade, missão e aprofundamento bíblico-teológico”.

Dom Barreto dizia: "vejo-as nacionais hoje, internacionais amanhã".

A profecia cumpriu-se. Depois do primeiro grupo para Angola , a "porta" não mais se fechou: partiram para o Chile ,Equador, Bolívia , Paraguai , Uruguai, Nicarágua, Moçambique e Quênia.

No Brasil, as MISSIONÁRIAS se distribuíram em 21 ESTADOS da FEDERAÇÃO.

E Em CAMPINA GRANDE (PB).

missionárias diversos

São significativas as pegadas da MISSÃO entre nós, em CAMPINA GRANDE (PB), onde a Congregação marca a sua bonita história há muitos anos. Numa primeira etapa,   elas estão gravadas nos memoriais da EDUCAÇÃO desta Cidade, quando nos reportamos à valiosa contribuição deixada pelas RELIGIOSAS, através do saudoso INSTITUTO PAX – entidade de ensino fundamental para crianças -   que funcionou no antigo “Palácio do Bispo” - instalações onde está localizado o atual Gabinete do Executivo Municipal na Avenida Rio Branco. Ali foi o berço por onde passaram e APRENDERAM a LER muitos cidadãos campinenses.

Seguindo-se encontramos a sua inserção nos caminhos da nossa IGREJA DIOCESANA, onde até hoje continuam essas RELIGIOSAS a serviço da Evangelização e em defesa da vida. Concretamente, durante alguns anos, mantiveram projeto comunitário no BAIRRO DO PEDREGAL, com apoio às famílias carentes.    Ali as ações

estavam sob a liderança da Irmã LETÍCIA. E atualmente essa equipe está atuando no Bairro do Dinamérica, onde vivem e atuam as IRMÃS: LETÍCIA e HELENA.

Outro núcleo missionário está instalado na Av. Rio Branco. Este é   ligado diretamente à PARÓQUIA DO ROSÁRIO, há quase vinte anos. Compartilham o mesmo espaço a FAMÍLIA composta pelas dedicadas Ir. Neusa Carvalho, Irmã Ma. Bernadete de Lima, Dona Joanita (sua Mãe), e a colaboradora Josilma, mais recentemente. Em sua CASA têm acolhido e abrigado IRMÃOS nas muitas situações difíceis, principalmente em estados de doença com maior gravidade.  

As abnegadas missionárias já atuaram como colaboradoras da CASA DE ACOLHIDA SÃO PAULO DA CRUZ (Projeto voltado para os moradores de rua) e da FAZENDA DO SOL (trabalho com dependentes químicos) – hoje vinculadas à Paróquia da Santíssima Trindade a quem já dedicaram bons serviços.

Na Paróquia do Rosário, as IRMÃS realizam sua MISSÃO, prestando valiosa contribuição. Desta maneira, seus passos estão nas diversas áreas onde atuam ou já atuaram. Dentre essas, estão: 1. O Conselho Pastoral ; 2. O Grupo de Articulação da Paróquia – GAP; 3.      A Equipe Litúrgica ; 4. O Grupo de Evangelização e Formação (Estudos do Evangelho e   de Documentos da Igreja). 5. O Ministério Extraordinário da Comunhão Eucarística. 6.   e ainda: Eventos e Ações diversos da Paróquia: Festa da Padroeira, Natal Solidário, Semana Santa, etc.

Assim diversos são os desafios. Ao longo do tempo, as MISSIONÁRIAS de JESUS CRUCIFICADO vão semeando a boa semente por onde passam.

“Longo caminho, pé firme no chão, a serviço da vida, ir em busca do irmão.”...

MAGNIFICAT!... MAGNIFICAT!... Assim festejam seu ANIVERSÁRIO DE   FUNDAÇÃO. Em AÇÃO de GRAÇAS, as Missionárias participam hoje da CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DE AGRADECIMENTO a DEUS, na MATRIZ DO ROSÁRIO, presidida pelo Vigário Paroquial Pe. Isaías Rodrigues. 

Ao LOUVAR a DEUS por essas “DISCÍPULAS DE JESUS”, no SEU JUBILEU de 90 ANOS DE AMOR e SERVIÇO, deixamos marcados nosso RECONHECIMENTO nosso CARINHO, nosso RESPEITO e sobretudo a GRATIDÃO de todos os que fazem a bela HISTÓRIA DESTA PARÓQUIA DO ROSÁRIO em CAMPINA GRANDE - PB. BENDITAS, SOIS, BEM AVENTURADAS MULHERES!... PARABÉNS!....    

(FONTE (parte / site da Congregação)

Conceição Vilar - 03.05.2018

SÃO JOSÉ OPERÁRIO

Neste dia 1º de maio, a Igreja celebra a festa de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores, coincidindo com o Dia Mundial do Trabalho. Esta celebração litúrgica foi instituída em 1955 pelo Papa Pio XII, diante de um grupo de trabalhadores reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Naquela ocasião, o Santo Padre pediu que “o humilde operário de Nazaré, além de encarnar diante de Deus e da Igreja a dignidade do trabalho manual, seja também o providente guardião de vocês e suas famílias”.

Pio XII desejou que o Santo Custódio da Sagrada Família “seja para todos os trabalhadores do mundo, especial protetor diante de Deus e escudo para proteger e defender nas penalidades e nos riscos de trabalho”.

Por sua vez, João Paulo II, em sua encíclica “Laborem Exercens”, sublinhou que, “mediante o trabalho, o homem não somente transforma a natureza, adaptando-a às suas próprias necessidades, mas também se realiza a si mesmo como homem e até, num certo sentido, ‘se torna mais homem’”.

Mais tarde, no Jubileu dos Trabalhadores, em 2000, o Papa da família disse: “Queridos trabalhadores, empresários, cooperadores, homens da economia: uni os vossos braços, as vossas mentes e os vossos corações a fim de contribuir para a construção de uma sociedade que respeite o homem e o seu trabalho”.

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“Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas... quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem.” (cf. Jo 10,1-10)

BOM PASTOR IMAGEM 2018

 

A imagem de Jesus como o “Bom Pastor” foi imortalizada desde os primeiros séculos, como o atestam as pinturas das catacumbas romanas e os escritores cristãos. Para as primeiras gerações de cristãos, Cristo Bom Pastor, foi uma figura que cativou sua atenção. Naquelas pinturas se descobre a espiritualidade e a religiosidade das primeiras comunidades que conheciam a voz do pastor e experimentavam de modo muito intenso que era Cristo a porta do aprisco, a porta da salvação.

É a imagem da “porta” que o evangelho de João nos apresenta hoje. No simbolismo da porta, vivendo este tempo pascal, devemos enfiar a significação do mistério da ressurreição de Jesus.

A porta é um símbolo que na Bíblia significa algo mais profundo do que à primeira vista possa parecer. No Antigo Testamento se falava das portas do templo o da cidade. Diziam os peregrinos ao se aproximarem da cidade santa: “Por fim nossos passos se detêm às tuas portas Jerusalém”. (Sl 122,2) Para encontrar-se com Deus, para isso os peregrinos vinham à cidade santa. Agora Jesus é como a nova cidade e o novo templo para encontrar-se com Deus. Por Ele podemos entrar e sair para encontrar Deus e para encontrar a salvação. Quem está fora dessa porta, quem pretendia construir um mundo à margem de Deus o pode fazer, mas não há outro caminho para encontrar-se com o Deus da Vida e com a verdade da nossa existência.

 

“Abri-me as portas da justiça, vou entrar celebrando o Senhor! Esta é a porta do Senhor: os justos por ela entrarão.” (Sl 118,19-20)

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ELEIÇÕES 2018: COMPROMISSO E ESPERANÇA

MENSAGEM DA 56ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

 

“Continuemos a afirmar a nossa esperança, sem esmorecer” (Hb 10,23)

 2018 CNBB ASSEMBLEIA MENSAGEM

Nós, bispos católicos do Brasil, conscientes de que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Papa Bento XVI – Deus Caritas Est, 28), olhamos para a realidade brasileira com o coração de pastores, preocupados com a defesa integral da vida e da dignidade da pessoa humana, especialmente dos pobres e excluídos. Do Evangelho nos vem a consciência de que “todos os cristãos, incluindo os Pastores, são chamados a preocupar-se com a construção de um mundo melhor” (Papa Francisco – Evangelii Gaudium, 183), sinal do Reino de Deus.

Neste ano eleitoral, o Brasil vive um momento complexo, alimentado por uma aguda crise que abala fortemente suas estruturas democráticas e compromete a construção do bem comum, razão da verdadeira política. A atual situação do País exige discernimento e compromisso de todos os cidadãos e das instituições e organizações responsáveis pela justiça e pela construção do bem comum.

Ao abdicarem da ética e da busca do bem comum, muitos agentes públicos e privados tornaram-se protagonistas de um cenário desolador, no qual a corrupção ganha destaque, ao revelar raízes cada vez mais alastradas e profundas. Nem mesmo os avanços em seu combate conseguem convencer a todos de que a corrupção será definitivamente erradicada. Cresce, por isso, na população, um perigoso descrédito com a política. A esse respeito, adverte-nos o Papa Francisco que, “muitas vezes, a própria política é responsável pelo seu descrédito, devido à corrupção e à falta de boas políticas públicas” (Laudato Sì, 197). De fato, a carência de políticas públicas consistentes, no país, está na raiz de graves questões sociais, como o aumento do desemprego e da violência que, no campo e na cidade, vitima milhares de pessoas, sobretudo, mulheres, pobres, jovens, negros e indígenas.

Além disso, a perda de direitos e de conquistas sociais, resultado de uma economia que submete a política aos interesses do mercado, tem aumentado o número dos pobres e dos que vivem em situação de vulnerabilidade. Inúmeras situações exigem soluções urgentes, como a dos presidiários, que clama aos céus e é causa, em grande parte, das rebeliões que ceifam muitas vidas. Os discursos e atos de intolerância, de ódio e de violência, tanto nas redes sociais como em manifestações públicas, revelam uma polarização e uma radicalização que produzem posturas antidemocráticas, fechadas a toda possibilidade de diálogo e conciliação.

Nesse contexto, as eleições de 2018 têm sentido particularmente importante e promissor. Elas devem garantir o fortalecimento da democracia e o exercício da cidadania da população brasileira. Constituem-se, na atual conjuntura, num passo importante para que o Brasil reafirme a normalidade democrática, supere a crise institucional vigente, garanta a independência e a autonomia dos três poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário – e evite o risco de judicialização da política e de politização da Justiça.  É imperativo assegurar que as eleições sejam realizadas dentro dos princípios democráticos e éticos para que se restabeleçam a confiança e a esperança tão abaladas do povo brasileiro. O bem maior do País, para além de ideologias e interesses particulares, deve conduzir a consciência e o coração tanto de candidatos, quanto de eleitores.

Nas eleições, não se deve abrir mão de princípios éticos e de dispositivos legais, como o valor e a importância do voto, embora este não esgote o exercício da cidadania; o compromisso de acompanhar os eleitos e participar efetivamente da construção de um país justo, ético e igualitário; a lisura do processo eleitoral, fazendo valer as leis que o regem, particularmente, a Lei 9840/1999 de combate à corrupção eleitoral mediante a compra de votos e o uso da máquina administrativa, e a Lei 135/2010, conhecida como “Lei da Ficha Limpa”, que torna inelegível quem tenha sido condenado em decisão proferida por órgão judicial colegiado.

Neste Ano Nacional do Laicato, com o Papa Francisco, afirmamos que “há necessidade de dirigentes políticos que vivam com paixão o seu serviço aos povos, (…) solidários com os seus sofrimentos e esperanças; políticos que anteponham o bem comum aos seus interesses privados; que não se deixem intimidar pelos grandes poderes financeiros e midiáticos; que sejam competentes e pacientes face a problemas complexos; que sejam abertos a ouvir e a aprender no diálogo democrático; que conjuguem a busca da justiça com a misericórdia e a reconciliação” (Mensagem aos participantes no encontro de políticos católicos – Bogotá, Dezembro-2017).

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