Sexta, Abril 27, 2018

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"Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, devemos
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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

“Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas... quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem.” (cf. Jo 10,1-10)

BOM PASTOR IMAGEM 2018

 

A imagem de Jesus como o “Bom Pastor” foi imortalizada desde os primeiros séculos, como o atestam as pinturas das catacumbas romanas e os escritores cristãos. Para as primeiras gerações de cristãos, Cristo Bom Pastor, foi uma figura que cativou sua atenção. Naquelas pinturas se descobre a espiritualidade e a religiosidade das primeiras comunidades que conheciam a voz do pastor e experimentavam de modo muito intenso que era Cristo a porta do aprisco, a porta da salvação.

É a imagem da “porta” que o evangelho de João nos apresenta hoje. No simbolismo da porta, vivendo este tempo pascal, devemos enfiar a significação do mistério da ressurreição de Jesus.

A porta é um símbolo que na Bíblia significa algo mais profundo do que à primeira vista possa parecer. No Antigo Testamento se falava das portas do templo o da cidade. Diziam os peregrinos ao se aproximarem da cidade santa: “Por fim nossos passos se detêm às tuas portas Jerusalém”. (Sl 122,2) Para encontrar-se com Deus, para isso os peregrinos vinham à cidade santa. Agora Jesus é como a nova cidade e o novo templo para encontrar-se com Deus. Por Ele podemos entrar e sair para encontrar Deus e para encontrar a salvação. Quem está fora dessa porta, quem pretendia construir um mundo à margem de Deus o pode fazer, mas não há outro caminho para encontrar-se com o Deus da Vida e com a verdade da nossa existência.

 

“Abri-me as portas da justiça, vou entrar celebrando o Senhor! Esta é a porta do Senhor: os justos por ela entrarão.” (Sl 118,19-20)

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ELEIÇÕES 2018: COMPROMISSO E ESPERANÇA

MENSAGEM DA 56ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

 

“Continuemos a afirmar a nossa esperança, sem esmorecer” (Hb 10,23)

 2018 CNBB ASSEMBLEIA MENSAGEM

Nós, bispos católicos do Brasil, conscientes de que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Papa Bento XVI – Deus Caritas Est, 28), olhamos para a realidade brasileira com o coração de pastores, preocupados com a defesa integral da vida e da dignidade da pessoa humana, especialmente dos pobres e excluídos. Do Evangelho nos vem a consciência de que “todos os cristãos, incluindo os Pastores, são chamados a preocupar-se com a construção de um mundo melhor” (Papa Francisco – Evangelii Gaudium, 183), sinal do Reino de Deus.

Neste ano eleitoral, o Brasil vive um momento complexo, alimentado por uma aguda crise que abala fortemente suas estruturas democráticas e compromete a construção do bem comum, razão da verdadeira política. A atual situação do País exige discernimento e compromisso de todos os cidadãos e das instituições e organizações responsáveis pela justiça e pela construção do bem comum.

Ao abdicarem da ética e da busca do bem comum, muitos agentes públicos e privados tornaram-se protagonistas de um cenário desolador, no qual a corrupção ganha destaque, ao revelar raízes cada vez mais alastradas e profundas. Nem mesmo os avanços em seu combate conseguem convencer a todos de que a corrupção será definitivamente erradicada. Cresce, por isso, na população, um perigoso descrédito com a política. A esse respeito, adverte-nos o Papa Francisco que, “muitas vezes, a própria política é responsável pelo seu descrédito, devido à corrupção e à falta de boas políticas públicas” (Laudato Sì, 197). De fato, a carência de políticas públicas consistentes, no país, está na raiz de graves questões sociais, como o aumento do desemprego e da violência que, no campo e na cidade, vitima milhares de pessoas, sobretudo, mulheres, pobres, jovens, negros e indígenas.

Além disso, a perda de direitos e de conquistas sociais, resultado de uma economia que submete a política aos interesses do mercado, tem aumentado o número dos pobres e dos que vivem em situação de vulnerabilidade. Inúmeras situações exigem soluções urgentes, como a dos presidiários, que clama aos céus e é causa, em grande parte, das rebeliões que ceifam muitas vidas. Os discursos e atos de intolerância, de ódio e de violência, tanto nas redes sociais como em manifestações públicas, revelam uma polarização e uma radicalização que produzem posturas antidemocráticas, fechadas a toda possibilidade de diálogo e conciliação.

Nesse contexto, as eleições de 2018 têm sentido particularmente importante e promissor. Elas devem garantir o fortalecimento da democracia e o exercício da cidadania da população brasileira. Constituem-se, na atual conjuntura, num passo importante para que o Brasil reafirme a normalidade democrática, supere a crise institucional vigente, garanta a independência e a autonomia dos três poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário – e evite o risco de judicialização da política e de politização da Justiça.  É imperativo assegurar que as eleições sejam realizadas dentro dos princípios democráticos e éticos para que se restabeleçam a confiança e a esperança tão abaladas do povo brasileiro. O bem maior do País, para além de ideologias e interesses particulares, deve conduzir a consciência e o coração tanto de candidatos, quanto de eleitores.

Nas eleições, não se deve abrir mão de princípios éticos e de dispositivos legais, como o valor e a importância do voto, embora este não esgote o exercício da cidadania; o compromisso de acompanhar os eleitos e participar efetivamente da construção de um país justo, ético e igualitário; a lisura do processo eleitoral, fazendo valer as leis que o regem, particularmente, a Lei 9840/1999 de combate à corrupção eleitoral mediante a compra de votos e o uso da máquina administrativa, e a Lei 135/2010, conhecida como “Lei da Ficha Limpa”, que torna inelegível quem tenha sido condenado em decisão proferida por órgão judicial colegiado.

Neste Ano Nacional do Laicato, com o Papa Francisco, afirmamos que “há necessidade de dirigentes políticos que vivam com paixão o seu serviço aos povos, (…) solidários com os seus sofrimentos e esperanças; políticos que anteponham o bem comum aos seus interesses privados; que não se deixem intimidar pelos grandes poderes financeiros e midiáticos; que sejam competentes e pacientes face a problemas complexos; que sejam abertos a ouvir e a aprender no diálogo democrático; que conjuguem a busca da justiça com a misericórdia e a reconciliação” (Mensagem aos participantes no encontro de políticos católicos – Bogotá, Dezembro-2017).

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Bispos reunidos em sua 56ª Assembleia Geral enviam mensagem ao povo de DeusCNBB

 19/04/2018  56ª AG

DOMSERGIO 1

 

O cardeal Sergio da Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) falou aos jornalistas reunidos na Coletiva de Imprensa da 56ª Assembleia Geral da entidade, na tarde do dia 19 de abril, e pediu a dom Murilo Krieger, vice-presidente que lesse a mensagem da conferência ao povo de Deus. O documento registra a comunhão do episcopado brasileiro com o papa Francisco e destaca a necessidade de promover o diálogo respeitoso para estimular a comunhão na fé em tempo de politização e polarizações nas redes sociais. A mensagem retoma a natureza e a missão da entidade na sociedade brasileira. Confira, na sequência, a íntegra do documento que será enviado à todas as 277 circunscrições eclesiásticas do Brasil, incluindo arquidioceses, dioceses, prelazias, entre outras.

Leia a Mensagem:

MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS

O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3)

Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço.

Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários.

A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo.

 

Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja.

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MEDO DA INVISIBILIDADE

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(*)Pe. Luciano Guedes

Teóricos contemporâneos no campo da sociologia e da literatura ao discutirem conceitos como liquidez e anonimato na sociedade atual, lançaram olhares sobre o problema do medo da invisibilidade, tão característico do nosso tempo e cultura.  A urgência do sentimento de pertencer e de ser apreciado são naturalmente reinvidicações legítimas de nosso existir-no-mundo, na medida em que o indivíduo no seu processo de desenvolvimento psíquico-afetivo e de maturação humana necessita de estima, valor e reconhecimento dos seus semelhantes.

Contudo, ocorre que na era da web, a rápida tecnologia da informação da qual somos todos usuários, trouxe não simplesmente a conexão de pessoas e grupos, mas concomitantemente a fragilidade dos laços humanos, mediados agora pelo imediatismo de teclas e imagens. Numa sociedade de consumo como a nossa o “aparecer” e o “desaparecer” instantaneamente tornaram-se versões e fetiches de um mundo imaginário, onde as personagens são sempre felizes, bonitas, bem-sucedidas e perfeitas. Associado a esta onda, vem crescente o descarte das relações, uma vez que não será possível humanidade tão bem resolvida e sem conflitos. 

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nova EXALTAÇÃO DO PAPA FRANCISCO

A Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate do Papa Francisco

Os desafios de ser santos no mundo atual. Em sua Exortação Apostólica 'Gaudete et Exsultate', o Papa dá indicações sobre como viver a santidade - um chamado que é para todos - em um mundo que apresenta tantos desafios à fé. Mas Francisco começa o documento, falando sobre o espírito de alegria.

Cidade do Vaticano

Nós nos tornamos santos vivendo as bem-aventuranças, o caminho principal porque "contra a corrente" em relação à direção do mundo. O chamado à santidade é para todos, porque a Igreja sempre ensinou que é um chamado universal e possível a qualquer um, como demonstrado pelos muitos santos "da porta ao lado".

A vida de santidade está assim intimamente ligada à vida de misericórdia, "a chave para o céu". Portanto, santo é aquele que sabe comover-se e mover-se para ajudar os miseráveis e curar as misérias. Quem esquiva-se das "elucubrações" de velhas heresias sempre atuais e quem, entre outras coisas, em um mundo "acelerado" e agressivo "é capaz de viver com alegria e senso de humor."

Não é um "tratado", mas um convite

É precisamente o espírito de alegria que o Papa Francisco escolhe colocar na abertura de sua última Exortação Apostólica.

O título "Gaudete et Exsultate", "Alegrai-vos e exultai," repete as palavras que Jesus dirige "aos que são perseguidos ou humilhados por causa dele”.

Nos cinco capítulos e 44 páginas do documento, o Papa segue a linha de seu magistério mais profundo, a Igreja próxima à "carne de Cristo sofredor."

Os 177 parágrafos não são – adverte -  "um tratado sobre a santidade, com muitas definições e distinções", mas uma maneira de "fazer ressoar mais uma vez o chamado à santidade", indicando "os seus riscos,  desafios e oportunidades"(n. 2).

A classe média da santidade

Antes de mostrar o que fazer para se tornar santos, o  Papa Francisco se detém no primeiro capítulo sobre o "chamado à santidade" e reafirma: há um caminho de perfeição para cada um e não faz sentido desencorajar-se  contemplando "modelos de santidade que lhe parecem inatingíveis" ou procurando  “imitar algo que não foi pensado para ele”. (n. 11).

 

"Os santos, que já chegaram à presença de Deus" nos “protegem, amparam e acompanham" (n. 4), afirma o Papa. Mas, acrescenta, a santidade a que Deus nos chama, irá crescendo com "pequenos gestos" (n. 16 ) cotidianos, tantas vezes testemunhados por “aqueles que vivem próximos de nós", a "classe média de santidade" (n. 7).

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