Sexta, Abril 29, 2016

Este é o site da Paróquia do Rosário de
Campina Grande, Paraíba, Brasil

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"Uma imagem vale por mil palavras."

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“Se uma imagem vale por mil palavras, quanto valerá um vídeo com uma mensagem valorosa?”

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"Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, devemos
seguir pelos mesmos caminhos do nosso rebanho para prosseguir a evangelização."

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"O dízimo é um ato de fé. É a prova de que acreditamos que tudo que temos vem de Deus."

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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

DOM ALDO - 2015

 

Em SUA EXORTAÇÃO, O PAPA SUGERE QUE A

IGREJA PRESTE-SE

 

A SER COMO UM “HOSPITAL E CAMPANHA” QUE

ACOLHE FERIDOS  NA GUERRA.                                 O PAPA PEDE AOS PASTORES "QUE ACOLHAM, ACOMPANHEM, USEM MISERICÓRDIA,"  EM RELAÇÃO ÀS PESSOAS FERIDAS, AFASTADAS DA COMUNIDADE CRISTÃ.  

 

  

Em sua Exortação “A alegria do amor”, o Papa Francisco aborda as situações e estilos de vida familiar, não raro envolta em sérios conflitos de graves complexidades. A Exortação estabelece os princípios éticos e os valores morais, sempre defendidos e promovidos pelo Evangelho e pela Tradição e Magistério da Igreja. Tem-se em vista a necessidade da formação humanitária e cristã da família, para que esta prevaleça sobre a crise de valores que se enfrenta na sociedade. Francisco apela para a educação (ou reeducação) para o amor fiel, capaz de fortalecer os vínculos conjugais e o convívio harmonioso dos pais com os filhos.

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“As minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (cf. Jo 10,22-30)

No último final de semana, particularmente no Dia de Oração pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas, domingo,  17 de abril, a  IGREJA do ROSÁRIO em CAMPINA GRANDE (PB) vivenciou  celebrações e atividades que marcaram brilhantemente a “FESTA DO BOM PASTOR”. Diversas foram as motivações com  que se testemunhou    a “VIDA em COMUNIDADE”,   tendo-se muito presente a imagem do “BOM PASTOR”  refletida e identificada  nos espelhos vocacionais que brilham entre nós. 

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Concretamente, sob a presidência do Padre MÁRCIO HENRIQUE MENDES FERNANDES, PÁROCO E DIRIGENTE ESPIRITUAL,  e com a participação do DIÁCONO ANTONIO LISBOA, além das FAMÍLIAS paroquianas, realizou-se na MATRIZ do ROSÁRIO o belíssimo Banquete Eucarístico, quando  um grupo de CRIANÇAS viveu o seu primeiro encontro com o CRISTO EUCARÍSTICO, após um significativo período de formação conduzido pela Equipe de Catequese Paroquial

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“Hoje é festa da Esperança, amanhã será melhor.

 

Uma igreja sem criança, é jardim que não tem flor.” 

 

Um bonito marco na valiosa história do Rosário  e na caminhada Cristã desses  pequeninos,  com  fortes emoções e  pura espiritualidade. 

Após uma etapa considerável de catequese, a grande meta foi alcançada. Muitos esforços se somaram, a partir das ações dos voluntários que se dedicam ao projeto de ser e fazer a Igreja de Jesus Cristo.  

Sobram portanto  a expectativa e a esperança de que as FAMÍLIAS mantenham-se perseverantes no  compromisso de estimular os  FILHOS na vivência e na prática da FÉ, alimentando e   fortalecendo  assim a  fidelidade  para com a sua  MISSÃO de Batizados. 

Especialmente neste ANO DA MISERICÓRDIA,  a Paróquia do Rosário sente-se gratificada,  louva a DEUS e pede bênçãos para seus   "BONS PASTORES", rogando pelas  VOCAÇÕES. Que o ESPÍRITO SANTO os conduza e o seu "SIM" incondicional  seja    realimentado. Em Cristo e por Cristo.  DSCN12181

 

 

O texto foi aprovado pelo bispos reunidos na 54ª Assembleia Geral

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A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, na tarde desta quinta-feira, 14 de abril, Declaração sobre o momento nacional, dentro das atividades da 54ª Assembleia Geral da CNBB, que acontece em Aparecida (SP), de 6 a 15 de abril. Na ocasião, participaram o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha; o arcebispo de Salvador (BA) e vice-presidente, dom Murilo Krieger; o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral, dom Leonardo Steiner. 

Frente à crise ética, política, econômica e institucional pela qual passa o

país, o episcopado brasileiro conclama "o povo brasileiro a preservar os

altos valores da convivência democrática, do respeito ao próximo, da

tolerância e do sadio pluralismo, promovendo o debate político com

serenidade. Manifestações populares pacíficas contribuem para o              

fortalecimento da democracia. Os meios de comunicação social têm o

importante papel de informar e formar a opinião pública com fidelidade aos

fatos e respeito à verdade".

Confira a íntegra do texto:

DECLARAÇÃO DA CNBB SOBRE O

MOMENTO NACIONAL

 

“Quem pratica a verdade aproxima-se da luz”

(Jo 3,21).

Nós, bispos católicos do Brasil, reunidos em Aparecida, na 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), frente à profunda crise ética, política, econômica e institucional pela qual passa o país, trazemos, em nossas reflexões, orações e preocupações de pastores, todo o povo brasileiro, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes, 1).

Depois de vinte anos de regime de exceção, o Brasil retomou a experiência de um Estado democrático de direito. Os movimentos populares, organizações estudantis, operárias, camponesas, artísticas, religiosas, dentre outras, tiveram participação determinante nessa conquista. Desde então, o país vive um dos mais longos períodos democráticos da sua história republicana, no qual muitos acontecimentos ajudaram no fortalecimento da democracia brasileira. Entre eles, o movimento “Diretas Já!”, a elaboração da Carta Cidadã, a experiência das primeiras eleições diretas e outras mobilizações pacíficas.

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CATURITÉ - 65 ANOS

Reproduzimos o texto de um comentário feito pelo jornalista Arimatéa Souza, durante o programa Jornal da Manhã da Rádio Caturité, nesta quinta-feira, dia em que a emissora festeja os seus 65 anos de existência.

As grandes realizações de uma comunidade e as suas conquistas perenes são frutos de construções coletivas.

São mãos que se juntam em prol de uma causa comum; um mais um é sempre mais que dois, diz o verso de uma linda música do compositor mineiro Beto Guedes.

É o caso da Rádio Caturité. Atingir seis décadas e meia é um marco. Mas também uma responsabilidade acentuada e cumulativa.

É hora de celebrar essa data. Mas também de reverenciar os que, em graus variados, ajudaram a edificar a ´emissora independente´.

E sintetizo tudo isso em duas pessoas: o nosso diretor técnico Hugo Alves, que acompanha quase integralmente essa trajetória, e o nosso eterno superintendente José Cursino de Siqueira, um abnegado devoto dessa rádio.

Eles representam e simbolizam todos os obreiros de algo que é muito maior do que uma emissora de rádio.

A Caturité significa, na verdade, a figura do porta-voz de uma comunidade inteira, mas igualmente – e principalmente – a irradiadora permanente e incansável das mensagens e de profissões de fé.

Aprendemos cotidianamente que na Rádio Caturité a informação sempre deve vir acompanhada da valorização da cidadania.

E que, sob a regência de Deus, devemos ser voz dos que não têm voz. Ou seja, verdadeiros missionários dos tempos contemporâneos.

FONTE:Da Redação

Fundada no dia 07 de abril de 1951, após o então presidente Eurico Dutra assinar o Decreto nº. 28.540, a Rádio Caturité teve seu primeiro estúdio localizado naRua Maciel Pinheiro, e depois na Peregrino de Carvalho, até chegar à Rua João Pessoa, 313, no centro da cidade, atual endereço.

Desde os anos 50, a Rádio pertence à DIOCESE DE CAMPINA GRANDE embora não tenha uma programação exclusivamente religiosa. O nome da Rádio veio do índio lendário “CATURITÉ”, que residia no município de Boqueirão, um dos defensores de sua tribo contra os latifundiários, que pretendiam se apossar das terras indígenas.

Atualmente, a Rádio alcança 80% dos Municípios Paraibanos, chegando inclusive, a atingir outros Estados, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. Ela também pode ser ouvida pela Internet, através do site:http://www.radiocaturite.com.br/.

 

Misericórdia como princípio da diversidade reconciliada. O Jubileu e o grande ato de misericórdia que foi o Vaticano II. Entrevista especial com Andrea Grillo

ANO DA MISERICÓRDIA - 2016

 

“O espaço da misericórdia é mais amplo do que o da

 

justiça, sem ser com ele contraditório”, diz o teólogo.

 

 

“A misericórdia é o horizonte do perdão”, porque a “‘dependência do outro’ é a condição para se desejar, em primeiro lugar, a comunhão com o outro”, diz Andrea Grillo ao comentar o conceito que orienta o Ano Santo Extraordinárioinstituído pelo Papa Francisco, iniciado em 8 de dezembro do ano passado. Assim, explica, o anúncio da misericórdia “passa, inevitavelmente, por uma profunda redescoberta do ‘outro’”, no sentido de “ser capaz de ‘tirar os sapatos diante da terra sagrada do outro’”.

Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail,Grillo frisa que o pontificado de Francisco pode ser entendido como “‘conversão à misericórdia de Deus’, somente se levarmos a sério o perfil ‘exigente’ desta misericórdia. Isto é, se redescobrirmos que, em face de uma renovada primazia da desproporção da misericórdia’, tantas ‘lógicas proporcionais’ devem ser relidas com grande cuidado”.

 

Como exemplo prático de sua reflexão, o teólogo cita a relação da igreja com as “famílias irregulares”. “Descobrir que também as ‘famílias irregulares’ devem ser capazes de perdão e de serem perdoadas exige da Igreja não só a capacidade de anunciar a misericórdia, mas também uma nova capacidade de ‘geri-la’ e ‘administrá-la’”, sugere.

 

Grillo lembra que o conceito teológico de misericórdia não é unívoco e ao longo da história já foi entendido “predominantemente” como “uma negação da justiça e da força” à medida que “ser misericordioso” significava “não ser suficientemente determinado na verdade, ser confuso, ser fraco, até mesmo ser injusto!”. Contudo, pontua, “misericórdia é o coração do anúncio do Evangelho, o centro da ‘nova aliança’, o significado da morte e ressurreição, o verdadeiro ‘dom’ que é o Espírito Santo”.

 

Andrea Grillo é teólogo italiano, leigo, especialista em liturgia e pastoral. Doutor em Teologia pelo Instituto de Liturgia Pastoral, de Pádua, é professor do Pontifício Ateneu Santo Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. Também é membro da Associação Teológica Italiana e da Associação dos Professores de Liturgia da Itália.

 

Confira a entrevista. 

 

 
 

 

IHU On-Line - Como compreender o conceito de misericórdia? Quais seus significados para além da teologia?

 

Andrea Grillo - O conceito teológico de misericórdia se coloca numa "região" da consciência, rica de reflexões não unívocas. Viemos de uma longa história - antiga e moderna - que olhava a misericórdia com desconfiança, quase como uma negação da justiça e da força. Ser "misericordioso" significava - dentro e fora da Igreja - não ser suficientemente determinado na verdade, ser confuso, ser fraco, até mesmo ser injusto! Mais do que um "além" da teologia, devemos estar cientes de que há um "aquém" da misericórdia que tende a limitar seu alcance. Um reflexo deste "aquém" é facilmente encontrado em todas aquelas leituras da "misericórdia cristã", que não conseguem colher a "lógica da conversão", da proporção da justiça no primado do amor, que Deus oferece gratuitamente ao homem. Misericórdia é o coração do anúncio doEvangelho, o centro da "nova aliança", o significado da morte e ressurreição, o verdadeiro "dom" que é o Espírito Santo.

 

IHU On-Line - Quais são os ideais de misericórdia em que Bergoglio se apoia e qual é a novidade da abordagem da misericórdia no seu pontificado?

 

Andrea Grillo - O ministério episcopal de Francisco, Bispo de Roma, caracterizou-se, desde o início, pela "alegria de evangelizar", identificada com a "misericórdia" reservada a todos e a cada um. A Igreja torna-se, em primeiro lugar, "anúncio de misericórdia". E é evidente que esta "concentração" determina, de imediato, uma grande tensão e algum desconforto em relação ao estilo a que estavam acostumados. A igreja, agora, só pode ser ela mesma se "ouvir e proclamar", portanto, se "sair de si mesma", se renunciar a qualquer "autorreferencialidade" como "mundanidade espiritual". A palavra de misericórdia torna-se exigência da nova autoritatividade, e isso implica expropriação de poder e mediação de outro tipo de autoridade. A Igreja deve ser "mysterium lunae". Isto significa que anunciar a misericórdia precisa - essencialmente - da reforma da Igreja. Esta ligação está muito lúcida na consciência de Francisco, mas bem opaca em não poucos setores ao lado dele e no grande corpo da Igreja.

 

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