Quinta, Julho 02, 2015

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Campina Grande, Paraíba, Brasil

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"Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, devemos
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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

A Igreja Católica tem uma posição muito bem definida quanto a importância do ato cívico de votar. O eleitor deve ter em mente a importância do sufrágio para o futuro dele, de sua família e da sociedade onde está inserido.

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FESTA DO CORAO DE JESUS -  MONTAGEM anigif.gif 2015

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

Foto de José Assis Pereira Soares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Num só dia celebramos

 o martírio

 dos apóstolos Pedro e Paulo. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tenham sido martirizados na perseguição de Nero, em datas diferentes entre os anos 64 e 67, deram o mesmo testemunho. 
 

A Liturgia reúne em uma única celebração estes dois grandes apóstolos: Pedro, o escolhido para conduzir a Igreja e confirmar seus irmãos na fé e Paulo, o eleito por Deus, para ser o evangelizador, aquele que com suas cartas e suas pregações ensinou de modo profundo as palavras do Mestre. 
Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue desses dois apóstolos e façamos hoje nossa profissão de fé nesta Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja e também nosso exame de consciência. Quem é a Igreja? Para os católicos, a Igreja é nosso “eu” plural, o Corpo Místico de Jesus do qual eu sou membro. Na Igreja, portanto, devemos ao invés de criticá-la examinar nosso amor para com ela.

 

Nascido pelo Batismo na Igreja, espaço onde atua o Espírito Santo, para viver filialmente com Deus; cresci e cresço na Igreja para servi-la; recebi na Igreja o melhor que tenho em mim; realizo na Igreja, o mais valioso que posso fazer por seu ministério; sou enamorado da Igreja, dei a ela o melhor dos meus anos, a minha juventude e dou dia a dia a minha vida por ela; sofri muito pela Igreja, por seus erros; e sigo sofrendo, desejo e luto por uma Igreja mais pura, mais unida e humilde, mais interior e evangélica, mais servidora e materna, mais simples. 
Quem só vê na Igreja uma organização meramente humana e pecadora e não sabe ver sua qualidade de santa porque é vivificada pelo Espírito de Cristo, sempre com ela, logo se escandaliza e deixa de crer nela. Quem a vê como um povo maravilhoso que caminha nestes vinte séculos, vindo de todos os lugares, atraindo a si todos os povos, assimilando todas as civilizações, traduzindo-se em todas as culturas, falando em todas as línguas, sempre fazendo o bem, ainda que não o tenha feito sempre bem, a amará e a respeitará, como a uma mãe anciã, que apesar das rugas que assimilou na luta, sempre se renova e rejuvenesce para o seu Divino Esposo.
A Igreja sempre me ofereceu um acervo riquíssimo de sabedoria, de santos, místicos e gênios atuais, que forjaram a formação da minha personalidade. Os erros que detectei na Igreja sempre os vi retificados por outros homens mais lúcidos e provectos e comprovo que os obstáculos exerceram o papel de adubo, pois como já disse alguém: as coisas crescem pelo que nascem, e o que nasce da cruz cresce pela mesma cruz, ainda que ao ritmo peculiar da vida.

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SÃO JOÃO BATISTA - 2015

Artigo escrito pelo Pe. José Assis Pereira Soares

Vigário Geral da Diocese de Campina Grande - PB  

“O anjo disse: Não tenhas medo, Zacarias porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João. Tu ficarás alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, porque ele vai ser grande diante do Senhor.” (Lc 1,13-15)
O Evangelho de São Lucas (cf. Lc 1,57-66.80) nos relata o nascimento, circuncisão e imposição do nome do Precursor. Lucas conta como Zacarias, recebeu a notícia de sua paternidade da boca de um anjo do Senhor. Ante suas duvidas, pela sua ancianidade e esterilidade de sua mulher, e como prova que esse menino ia estar especialmente tocado por Deus, Zacarias sai do culto sem poder falar. E assim permanecerá até a circuncisão do menino. Quando Zacarias aceita o projeto que Deus tem para ele e para seu filho, ratificando-o tudo com o nome de João, recupera a fala e louva a Deus.
A figura e a pregação de João Batista nos colocam perante a missão profética. Debaixo do tórrido sol do deserto, vestido com uma pele de camelo sustentada por um cinturão de couro, e um tosco cajado na mão grita com todo fôlego “o dia do Senhor”. João Batista não passava de um menino ainda quando se embrenhou no deserto e resolveu ali se preparar para sua missão. Renunciou à sucessão do pai no serviço sacerdotal, a fim de poder anunciar, com toda a liberdade, como “Profeta do Altíssimo Senhor” o verdadeiro e supremo Sacerdote, Jesus Cristo. 
Profeta ele o foi, por seu nascimento, por sua pregação, por seu batismo e por sua morte. João será o último profeta do Antigo Testamento. Ele representa a linha divisória entre os dois Testamentos. Os profetas antigos predisseram a vinda do Salvador, os apóstolos testemunharam que essa vinda ocorrera, mas só João pôde apontar o Salvador presente na humanidade. A sua pregação foi o começo do Evangelho de Jesus. E o seu martírio, um presságio da Paixão do Salvador. 
Um aspecto da pessoa de São João muito atual e provocador para a nossa sociedade hoje e particularmente questionante, é a sua austeridade de vida, o seu despojamento, sua radicalidade, coragem com que ele enfrentou os poderosos e capacidade de dar a vida para defender a verdade. Estas características fazem parte do “caminho profético”. 
Vivemos numa sociedade consumista onde uma publicidade sofisticada nos induz a consumir cada vez mais. Convencendo-nos de que o supérfluo é uma necessidade irrenunciável. João Batista relembra-nos a espiritualidade do deserto onde a pessoa é reconduzida às suas necessidades e de onde desaparecem as coisas refinadas. A bebida é a água e o alimento é o pão. O regresso a uma vida alegre e simples, atenta às necessidades primárias é condição indispensável, nos indica São João, para recuperar a sensibilidade espiritual aos apelos de Deus e reconhecer o seu Messias. 

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São João de Campina Grande

espera 500 mil pessoas em seis dias

Período de sexta-feira até o dia de São João é o ápice da festa.
Noite da véspera de São João tem show de Elba Ramalho. 

Do G1 PB

Elba Ramalho (Foto: Diego Moraes / G1)Elba Ramalho é a grande atração da noite da véspera de São João (Foto: Diego Moraes/G1)

A festa do "Maior São João do Mundo", em Campina Grande, chega ao ápice no período a partir desta sexta-feira (19) até o dia de São João, na quarta-feira (24). Segundo o coordenador do evento, Temi Cabral, cerca de 500 mil pessoas devem circular no Parque do Povo durante esses seis dias. Esse número é metade do público esperado para os 30 dias festa, que é de aproximadamente 1 milhão de forrozeiros.

 

 

 

 

 

Veja a programação a partir desta sexta-feira (19):

19 de junho
Poeta Francinaldo
Iohannes e Forró do Imperador
Amazan
Nando Cordel

Genival Lacerda (Foto: Daniel Buarque / G1)Genival Lacerda faz show no sábado
(Foto: Daniel Buarque / G1)

20 de junho
Os Gonzagas
Pinto do Acordeon
Genival Lacerda
Forró do Chefe

21 de junho
Forró da Barka
Novinho da Paraíba
Joverlaine e Mania de Sertanejo
GG e Banda Forró do Gordinho

22 de junho
Tribo Cordel
Beto Brito
Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste
Luisinho Cartaxo

23 de junho
Antônio Barros e Cecéu
Tony Dumond
Capilé
Elba Ramalho

Cantor Biliu de Campina foi uma das atrações do primeiro dia do Maior São João do Mundo  (Foto: Rafael Melo/ G1)Cantor Biliu de Campina anima o Maior São João
do Mundo (Foto: Rafael Melo/ G1)

24 de junho
Chico Sales
Biliu de Campina
Saia Justa
Mara Pavanelly

25 de junho
Zé Calixto
Banda Magia
Netinho Lima

26 de junho
Edmar Miguel
Espora da Ouro
Candeeiro Natural

27 de junho
Forró Sacaneado
Banda Encantu's
Shilton Fernandes
João Lima

alceu valença (Foto: Estadão Conteúdo)Alceu Valença se apresenta no dia 28
(Foto: Estadão Conteúdo)

28 de junho
Solteirões do Forró
Alceu Valença
Renata Arruda

29 de junho
Coco Seco
Chambinho
Gente Boa
Forrozão das Antigas

30 de junho
Projeto Fé e Cultura - Fábio de Melo
Projeto Acreditar - CAE Helena Holanda

1º de julho
Marcos Freire e Banda
Matheus Felipe e Forró Ousado
Bruno Melo
Desejo de Menina

2 de julho
Vates e Viola
Cabruêra
Magníficos

3 de julho
Inaudete Amorim
Geraldinho Lins
Edra Veras
As Coleguinhas

4 de julho
Coroné Grilo
Waldonys
Forró Zueira
Saia Rodada

5 de julho
Garota Safada
Forró na Manha
Raiane Stthefanny

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FESTA DO CORAÇÃO DE JESUS - 2015 - ROSÁRIO 1

Na última sexta feira (12/06), realizou-se a Solenidade dedicada ao SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS que faz parte tradicionalmente do calendário do mês de junho, cuja espiritualidade é bastante peculiar. A festa acontece  uma semana após o dia de Corpus Christi, manifestação pública de adoração a Jesus Eucarístico.  

Esta Paróquia do Rosário contou com o empenho  do APOSTOLADO DA ORAÇÃO que  preparou um tríduo e  desde a  terça feira foram celebradas missas em louvor ao Sagrado Coração.Para o dia principal, ficou reservada a   Celebração Festiva, para a qual a Igreja recebeu uma bela decoração com ornamentos e detalhes próprios para a ocasião.

FESTA DO CORAÇÃO DE JESUS - 2015 - ROSÁRIO 15

 

FESTA DO CORAÇÃO DE JESUS - 2015 - ROSÁRIO 4FESTA DO CORAÇÃO DE JESUS - 2015 - ROSÁRIO 12

 

 

 “O amor de Deus nos atrai, com laços de humanidade, com laços de ternura, para vivermos Seu Desígnio eterno, como seus filhos adotivos, pelo lado aberto do Coração de Jesus, atravessado pela lança, de onde brotou sangue e água, os Sacramentos da Igreja, que nos fazem participar da vida de Cristo: o Batismo e a Eucaristia. É a própria vida do Senhor, que agora, em uma nova criação, se derrama sobre nós.       

E, plenos do amor de quem se torna fonte de vida para todos, que buscam viver na vida divina de Cristo, iniciamos nossa Celebração”

Com essas palavras, foi aberta a Liturgia da Solenidade do Coração de Jesus, que contou com a presidência do Padre Márcio Henrique, Pároco do Rosário e a participação de um considerável número de paroquianos.    

O roteiro contemplou procissões com entrada da imagem do Coração de Jesus – conduzida em andor móvel -  da Equipe de Celebração e da Palavra com coreografia e toques de CLARIM que saudaram o homenageado da noite e  deram o tom maior da solenidade.  Dentre os momentos mais belos da noite,  o canto do SALMO na voz da cantora lírica Rilma Alves e o canto da LADAINHA do SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS. Os acordes do teclado e a  bela voz do cantor ZÉ LUIZ  trouxeram um brilho especial para o ambiente.   

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SANTO ANTONIO 2

Dentro do Ano da Esperança Arquidiocesano, em que somos chamados a aprender ou reaprender a repartir sempre, neste dia 13 junho comemoramos o Dia de Santo Antônio de Pádua ou de Lisboa.

Neste ano temos a coincidência de memória, pois celebramos também a do Imaculado Coração de Maria. Porém, em muitas Dioceses e Paróquias se celebra a festa do santo em que ele é padroeiro. Santo Antônio é um dos santos mais populares, venerado além de Pádua, onde foi construída uma basílica que acolhe os restos mortais dele, mas também no mundo inteiro, particularmente nos países de evangelização portuguesa, já que ele nasceu em Lisboa. São estimadas pelos fiéis as imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, que lembram uma aparição milagrosa, mencionada por algumas fontes literárias.

Santo Antônio nasceu em Lisboa, Portugal, em uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Jovem vocacionado, começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiramente no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.

Em Coimbra, aconteceu um fato que mudou sua vida: em 1220, foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos que haviam se dirigido a Marrocos, onde encontraram o martírio. Em todas as épocas matam cristãos por causa da fé! Esse acontecimento fez nascer no jovem Fernando o desejo de imitá-los e de avançar no caminho da perfeição cristã: então, pediu para deixar os cônegos agostinianos (e) para converter-se em frade menor. A petição foi acolhida e, tomando o nome de Antônio, também ele partiu para Marrocos. Mas a Providência divina dispôs outra coisa.

Devido a uma doença, Santo Antônio se viu obrigado a voltar e acabou chegando à Itália onde, em 1221, encontrou São Francisco. Depois disso, viveu por algum tempo totalmente escondido em um convento perto de Forlí, no norte da Itália. Convidado, casualmente, a pregar por ocasião de uma ordenação sacerdotal, Antônio mostrou estar dotado de tal ciência e eloquência que os superiores o destinaram à pregação. Começou, assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a retomarem sua participação e engajamento na vida eclesial.

Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, Antônio continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Concluído o mandato de provincial, retirou-se para perto de Pádua, local em que já havia estado outras vezes. Depois de apenas um ano, morreu nas portas da cidade, no dia 13 de junho de 1231. Pádua, que o havia acolhido com afeto e veneração em vida, prestou-lhe sempre honra e devoção.

Nos "Sermões", Santo Antônio discorre sobre a oração como uma relação de amor, que conduz o homem a conversar com o Senhor, criando uma alegria que envolve a alma em oração. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Para Santo Antônio, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis: abrir com confiança o próprio coração a Deus, conversar afetuosamente com Ele, apresentar-lhe as próprias necessidades, louvá-lo e agradecer-lhe.

Ele é invocado como “casamenteiro” pelas pessoas que desejam se casar, e assim lembrado pelo nosso folclore. A origem dessa devoção talvez esteja ligada a algum milagre feito pelo santo. Há um episódio com explicação que indica isso. Certa senhora, no desespero da miséria a que fora reduzida, decidiu valer-se da filha, prostituindo-a, para sair do atoleiro. Mas a jovem, bonita e decidida, não aceitou de forma alguma. Como a mãe não parava de insistir, a moça resolveu recorrer à ajuda de Santo Antônio. Rezava com grande confiança e muitas lágrimas diante da imagem quando, das mãos do Santo, caiu um bilhete que foi parar nas mãos da moça. Estava endereçado a um comerciante da cidade e dizia: "Senhor N..., queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. Deus o guarde! Assinado: Antônio".

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29/06/2015 às 11h59
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