Domingo, Fevereiro 17, 2019

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Campina Grande, Paraíba, Brasil

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"Nós temos os líderes que merecemos, pois somos nós, através do voto, que elegemos estes líderes.

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

Dom Edson Oriolo: Por uma verdadeira e autêntica Pastoral do Dízimo

 

PASTORAL DO DÍZIMO

Atualmente quando um sacerdote assume uma paróquia, uma das suas primeiras preocupações é saber sobre o “dízimo paroquial”, sem se preocupar tanto com a “pastoral do dízimo”. A partir daí, ele vai direcionar todo o seu esforço para articular o dízimo da paróquia e acaba se esquecendo que o dízimo é uma opção pastoral. Mas, para tanto é necessária uma mudança de mentalidade.

O dízimo em si, muitas vezes está vinculado a recursos financeiros para despesas, dinheiro, orçamento paroquial, pagamento de funcionários, aumento de recursos, conservação de patrimônio e prestação de contas. A pastoral do dízimo, por sua vez, implica em estímulos, conscientização, criatividade, motivação, evangelização, zelo, cuidado, missão, etc.

Para entender o dízimo como opção pastoral e fazer frutificar uma verdadeira e autêntica pastoral do dízimo, podemos recorrer a três estratégias básicas de um plano de marketing:

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Saiba como organizar uma nova estrutura para a Pastoral do Dízimo

Pastoral do Dízimo: a importância de uma equipe catequética e administrativa

1. Onde você está?

A primeira atitude para reestruturar e entender o dízimo como opção pastoral é determinar com precisão em que nível a Igreja Paroquial se encontra em relação aos paroquianos. É importante a criação de comunidades, pastorais e ministérios a fim de que os paroquianos realmente se sintam sujeitos da missão. É nas comunidades que estarão os meios para alimentar a fé, sobretudo, pelos momentos de oração, pela leitura da palavra, pela vivência dos sacramentos e pela prática do serviço fraterno. As comunidades começam, então, a ganhar uma compreensão ativa e dinâmica de si mesmas.

Os membros vivem nela, para ela, mas com a consciência de que fazem parte de um corpo maior: a paróquia. E todos começam a se sentir “em casa” e não simplesmente números a mais. Os paroquianos começam a cuidar de sua comunidade e daquilo que ela possui; zelam pela evangelização, pela missão e cuidam dos necessitados. Os paroquianos passam a se sentir corresponsáveis pela evangelização e manutenção da paróquia.

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 NOVA PARÓQUIA EM CAMPINA GRANDE 01

 

Em construção a Matriz da futura

Paróquia de São João Paulo II

A Diocese de Campina Grande ganhará, em breve, uma nova Paróquia. Dedicada a São João Paulo II, a sede paroquial está em construção no Conjunto Habitacional Aluízio Campos, e, segundo estimativa dos órgãos competentes, a nova área terá cerca de 20 mil moradores.

NOVA PARÓQUIA EM CAMPINA GRANDE 02

Dom Dulcênio Fontes de Matos, Bispo Diocesano, destaca a importância da presença da Igreja já nos primeiros momentos da criação desta Comunidade. “A identidade da Igreja é missionária e o Santo Padre Papa Francisco nos pede que sejamos uma Igreja cada vez mais em saída, indo ao encontro das pessoas onde elas estiverem para anunciar Jesus, portanto esta Paróquia de São João Paulo II é uma importante área de missão e tenho certeza que surgirão muitos frutos de evangelização”.

NOVA PARÓQUIA EM CAMPINA GRANDE 03

 O Padre Rodolfo Lucena foi anunciado como o futuro responsável pela nova Paróquia e está acompanhando, de perto, as obras de construção da Matriz. “Estamos animados com a criação da Paróquia de São João Paulo II e fazendo os encaminhamentos na construção da Matriz. Serão muitas pessoas assistidas pela Igreja neste Conjunto Habitacional e por isso estamos nos preparando espiritualmente e com todos os meios para que este trabalho seja frutuoso, para maior glória de Deus”.

O Padroeiro da Paróquia, São João Paulo II, foi canonizado pelo Papa Francisco e é muito amado por todo povo de Deus, um santo contemporâneo que guiou a Igreja para o terceiro milênio, sempre atento às necessidades da nova evangelização e especialmente voltado à juventude. Será a primeira Paróquia dedicada ao Santo na Diocese de Campina Grande.

Com informações e fotos de Pe. Rodolfo Lucena

JMJ do Panamá: a jornada mariana para fazer jovens novos

 

 

Nesta quinta-feira (17/01) começa, na Costa Rica e no Panamá, a pré-Jornada Mundial da Juventude. Os peregrinos, provenientes de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, estão chegando em milhares aos dois países da América Central e para ver o Papa Francisco, “que nos transforma e nos faz jovens novos”.

Andressa Collet – Cidade do Vaticano

JMJ PANAMÁ 2019.jpeg 3

 

A pré-Jornada Mundial da Juventude, conhecida também como “Dias nas Dioceses”, começa nesta quinta-feira (17/01) na Costa Rica e no Panamá, países que fazem fronteira e são banhados pelo Mar Caribe e pelo Oceano Pacífico, na América Central. Inicialmente, a experiência da semana missionária também seria realizada na Nicarágua mas, devido à instabilidade política do país, a Arquidiocese de Manágua comunicou de não poder assumir o compromisso de sediar os Dias nas Dioceses.

Até domingo (20/01), os jovens serão encorajados a se preparar à JMJ – com abertura oficial marcada para o dia 22 de janeiro. Os Dias na Diocese serão realizados em San José e em outros sete municípios da Costa Rica, além da Cidade do Panamá, onde acontece a grande festa da juventude.

JMJ do Panamá: a Jornada Mariana

Um evento que não é turístico, mas teológico e espiritual que, pela primeira vez, será de caráter mariano com o tema: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38), como comenta o Pe. Alexandre Awi Mello, secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida:

“Eu acho que uma JMJ Mariana, a primeira em nível internacional, com tema mariano, tinha que ser mesmo na América Latina, que desde o início da sua evangelização tem Maria como forma de transmitir o amor a Jesus e à Igreja; através, então, de Nossa Senhora de Guadalupe e, depois, em cada país com as suas invocações locais, principalmente no Brasil, com Nossa Senhora Aparecida. Que alegria que nós possamos ter Maria, como Mãe e modelo para os jovens. Que esta Jornada, segundo o exemplo de Maria, sob a sua proteção e intercessão, possa ser uma Jornada profundamente Mariana.”

Gaúchos reunidos na JMJJMJ PANAMÁ 2019

Os jovens do Rio Grande do Sul já estão mobilizados para o evento que é uma representação autêntica de como a Igreja se importa com a juventude, disse Isadora Barbosa Rigon, 19 anos, de Pelotas: “eu vou fazer parte de várias partilhas e de várias catequeses que vão dar ainda mais força ao jovem para atuar como católico nos dias de hoje, levando fé e esperança para os lugares que mais precisam. Vai nos dar força pra não desistir, ainda mais com a presença do Santo Papa nos mostrando como é importante ter jovens na Igreja e ser uma Igreja em saída”.

Lucas Spalding, 24 anos e de Passo Fundo, viveu em primeira pessoa a JMJ do Rio, em 2013, o que o fez crescer como jovem católico e o motivou a participar da Jornada do Panamá. “A experiência da Jornada propicia um aprofundamento da nossa fé, materializa em nós as dificuldades que Cristo passou, que Maria passou e que toda comunidade cristã passou ao longo do tempo. É uma experiência que nos traz viva a lembrança de um Cristo que se faz presente no nosso dia a dia e que precisa ser estampado em nossas faces, na alegria do jovem em ser Igreja e participar da Igreja. Eu espero que o mesmo intercâmbio de culturas e de fé possa se fazer presente no Panamá”, disse o jovem gaúcho.

Papa Francisco toca o coração e transforma

Caroline Dreier, da cidade de Erebango, já está no Panamá atuando como voluntária da Jornada, junto à delegação brasileira. Nas edições anteriores, no Rio de Janeiro e em Cracóvia, na Polônia, a jovem participou como peregrina e hoje está ansiosa à espera, mais uma vez, das palavras do Papa Francisco:

 JMJ PANAMÁ 2019.jpeg 2

“ É realmente um encontro com Cristo. E, principalmente a fala do Papa Francisco, ela toca o coração, nos transforma e nos faz jovens novos. Eu estou muito feliz, em oração e intercessão, rezando para que tudo ocorra bem e tudo vai correr bem, porque Maria passa na frente. Maria, o grande ícone da nossa Jornada do Panamá. "Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra." Nos encontramos no Panamá. 

Estas são as intenções de oração do

 

 

Papa Francisco

 

 

para os 12 meses de 2019

 

PAPA INTENÇÕES de orações PARa 2019

 

Vaticano, 07 Jan. 19 / 12:40 pm (ACI).- A Rede Mundial de Oração do Papa anunciou as intenções do Santo Padre Francisco para os 12 meses de 2019. Como nos dois anos anteriores, haverá apenas uma intenção a cada mês e pode ser de dois tipos: evangelização ou universal.

Janeiro

Pela evangelização: Pelos jovens, especialmente os da América Latina, para que, seguindo o exemplo de Maria, respondam ao chamamento do Senhor para comunicar ao mundo a alegria do Evangelho.

Fevereiro

Universal: Pelo acolhimento generoso das vítimas do tráfico de pessoas, da prostituição forçada e da violência.

Março

Pela evangelização: Pelas comunidades cristãs, em particular as que são perseguidas, para que sintam a proximidade de Cristo e para que os seus direitos sejam reconhecidos.

Abril

Universal: Pelos médicos e pelo pessoal humanitário presentes em zonas de guerra, que arriscam a própria vida para salvar a dos outros.

Maio

Pela evangelização: Para que, através do empenho dos próprios membros, a Igreja na África seja fermento de unidade entre os povos, sinal de esperança para este continente.

Junho

Pela evangelização: Pelos sacerdotes, para que, com a sobriedade e humildade da sua vida, se empenhem numa solidariedade ativa para com os mais pobres.

Julho

Universal: Para que todos aqueles que administram a justiça operem com integridade e para que a injustiça que atravessa o mundo não tenha a última palavra.

Agosto

Pela evangelização: Para que as famílias, graças a uma vida de oração e de amor, se tornem cada vez mais “laboratórios de humanização”.

Setembro

Universal: Para que os políticos, os cientistas e os economistas trabalhem juntos pela proteção dos mares e dos oceanos.

Outubro

Pela evangelização: Para que o sopro do Espírito Santo suscite uma nova primavera missionária na Igreja.

Novembro

Universal: Para que no Próximo Oriente, no qual diversas tradições religiosas partilham o mesmo espaço de vida, nasça um espírito de diálogo, de encontro e de reconciliação.

Dezembro

Universal: Para que cada país tome as medidas necessárias para fazer do futuro dos mais jovens uma prioridade, sobretudo daqueles que estão a sofrer.

 

FONTE - ACI 

 

MENSAGEM 

 

SANTO PADRE FRANCISCO

 

PARA A CELEBRAÇÃO DO

 

DIA MUNDIAL DA PAZ

 

1º DE JANEIRO DE 2019

 

 

«A BOA POLÍTICA ESTÁ A SERVIÇO DA PAZ»

 

 

papa pombo

 

1. «A paz esteja nesta casa!»

Jesus, ao enviar em missão os seus discípulos, disse-lhes: «Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!” E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós» (Lc 10, 5-6).

Oferecer a paz está no coração da missão dos discípulos de Cristo. E esta oferta é feita a todos os homens e mulheres que, no meio dos dramas e violências da história humana, esperam na paz.[1] A «casa», de que fala Jesus, é cada família, cada comunidade, cada país, cada continente, na sua singularidade e história; antes de mais nada, é cada pessoa, sem distinção nem discriminação alguma. E é também a nossa «casa comum»: o planeta onde Deus nos colocou a morar e do qual somos chamados a cuidar com solicitude.

Eis, pois, os meus votos no início do novo ano: «A paz esteja nesta casa!»

2. O desafio da boa política

A paz parece-se com a esperança de que fala o poeta Carlos Péguy;[2] é como uma flor frágil, que procura desabrochar por entre as pedras da violência. Como sabemos, a busca do poder a todo o custo leva a abusos e injustiças. A política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem, mas, quando aqueles que a exercem não a vivem como serviço à coletividade humana, pode tornar-se instrumento de opressão, marginalização e até destruição.

«Se alguém quiser ser o primeiro – diz Jesus – há de ser o último de todos e o servo de todos» (Mc 9, 35). Como assinalava o Papa São Paulo VI, «tomar a sério a política, nos seus diversos níveis – local, regional, nacional e mundial – é afirmar o dever do homem, de todos os homens, de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade de escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade».[3]

Com efeito, a função e a responsabilidade política constituem um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir o seu país, proteger as pessoas que habitam nele e trabalhar para criar as condições dum futuro digno e justo. Se for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas, a política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade.

3. Caridade e virtudes humanas para uma política ao serviço dos direitos humanos e da paz

O Papa Bento XVI recordava que «todo o cristão é chamado a esta caridade, conforme a sua vocação e segundo as possibilidades que tem de incidência na pólis. (…) Quando o empenho pelo bem comum é animado pela caridade, tem uma valência superior à do empenho simplesmente secular e político. (…) A ação do homem sobre a terra, quando é inspirada e sustentada pela caridade, contribui para a edificação daquela cidade universal de Deus que é a meta para onde caminha a história da família humana».[4] Trata-se de um programa no qual se podem reconhecer todos os políticos, de qualquer afiliação cultural ou religiosa, que desejam trabalhar juntos para o bem da família humana, praticando as virtudes humanas que subjazem a uma boa ação política: a justiça, a equidade, o respeito mútuo, a sinceridade, a honestidade, a fidelidade.

A propósito, vale a pena recordar as «bem-aventuranças do político», propostas por uma testemunha fiel do Evangelho, o Cardeal vietnamita Francisco Xavier Nguyen Van Thuan, falecido em 2002:

Bem-aventurado o político que tem uma alta noção e uma profunda consciência do seu papel.

Bem-aventurado o político de cuja pessoa irradia a credibilidade.

Bem-aventurado o político que trabalha para o bem comum e não para os próprios interesses.

Bem-aventurado o político que permanece fielmente coerente.

Bem-aventurado o político que realiza a unidade.

Bem-aventurado o político que está comprometido na realização duma mudança radical.

Bem-aventurado o político que sabe escutar.

Bem-aventurado o político que não tem medo.[5]

Cada renovação nos cargos eletivos, cada período eleitoral, cada etapa da vida pública constitui uma oportunidade para voltar à fonte e às referências que inspiram a justiça e o direito. Duma coisa temos a certeza: a boa política está ao serviço da paz; respeita e promove os direitos humanos fundamentais, que são igualmente deveres recíprocos, para que se teça um vínculo de confiança e gratidão entre as gerações do presente e as futuras.

4. Os vícios da política

 

 A par das virtudes, não faltam infelizmente os vícios, mesmo na política, devidos quer à inépcia pessoal quer às distorções no meio ambiente e nas instituições. Para todos, está claro que os vícios da vida política tiram credibilidade aos sistemas dentro dos quais ela se realiza, bem como à autoridade, às decisões e à ação das pessoas que se lhe dedicam. Estes vícios, que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social: a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da «razão de Estado», a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio.

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