Terça, Janeiro 24, 2017

BRASO NOVO - 2015 e 2016

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Campina Grande, Paraíba, Brasil

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

 

Subsídio traz iniciativas que fortalecem objetivos da Campanha.

texto base cf

 

Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação. 

Com o objetivo de ajudar às famílias, comunidades e pessoas de boa vontade a vivenciarem a iniciativa, o texto-base da CF aponta uma série de atividades que ajudarão a colocar em prática as propostas incentivadas pela Campanha. Além disso, ele também propõe ações de caráter geral, que indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Como exemplo dessas ações estão o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela CF. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é proposto com o objetivo de suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio chama atenção ainda para a necessidade de a população defender o desmatamento zero para todos os biomas e sua composição florestal. 

Já no campo político, o texto-base da CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. O livro também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, especialmente, em relação às enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

Tendo em vista as formas de ‘agir’ propostas no texto-base da CF 2017, a CNBB destaca que é importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação com os povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro. 

“A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”, afirma o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Os materiais da CF podem ser adquiridos no site daEdições CNBB.

Muitos e generosos animadores da Pastoral Carcerária, praticando uma das obras de misericórdia corporal, acompanham a realidade desumana nos presídios, sabendo que, em cada presidiário e em cada presidiária, encontram o próprio Jesus - “eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar” (Mt 25, 36). Muitos brasileiros, por miopia espiritual ou por preconceito social, deixam de ver o Senhor nesses seus discípulos e discípulas: “eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não fostes me visitar” (Mt 25, 43).

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A população brasileira tem conhecimento de fatos, antigos e recentes, referentes à realidade dos presídios, nos diversos Estados, com números que chamam a atenção, por sua peculiaridade, cujos custos sociais e financeiros são muito grandes. Parece ser um problema sem solução e, de fato, o será até que se busque a solução adequada. As intervenções do Poder Público costumam acontecer “post factum” e de forma emergencial, em muitos casos, quando deveriam ser implementadas, habitualmente, com medidas de natureza preventiva.

A crônica diária da mídia reporta-se a casos de anormalidade nas prisões brasileiras. Um dado generalizado é a superpopulação carcerária. Dados do IBGE revelam que, em 2014, a população carcerária tinha “622 mil detentos”. Hoje, obviamente, a estatística apresenta um número muito mais elevado. O desconhecimento das causas do aprisionamento, do número exato e da condição dos presidiários está exigindo um censo da população carcerária no Brasil, a quarta do mundo, cujo custo está estimado em R$ 18 mi (dezoito milhões de reais). Essa é a realidade: um número muito elevado de presos e um custo muito elevado apenas para sua identificação.

Enquanto aumenta o número de presidiários, diminui o número de alunos em escolas públicas de nível fundamental e médio e em universidades federais, estaduais e privadas; torna-se muito precário o atendimento hospitalar; reduz-se a oferta de serviços vitais. Nessa constatação, há, claramente, uma relação de causa e efeito: na medida em que não se oferece uma educação de qualidade à população, as consequências serão identificadas no dia a dia nas doenças físicas, mentais e sociais. Como esse estado de coisas vem de longe, os problemas estão mais relacionados com a falta de Políticas Públicas consistentes do que com a atual crise econômica.

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Humildade, o que é?

Redação - (Quarta-feira, 11-01-2017, Gaudium PressImaginemos uma bela catedral, cujos alicerces estão fundados em rocha sólida. No topo de sua cúpula, há uma pedra angular que sustenta toda a construção. Por um efeito extraordinário qualquer, com o passar do tempo, tanto a rocha que está sob os fundamentos quanto a pedra angular se transformam em dois lindos topázios... Tal é a humildade no conjunto das virtudes: ela é o fundamento e a pedra angular da vida espiritual. Ao contrário do que se poderia julgar, não é ela uma pedra bruta, mas sim o mais precioso esteio da santidade, "a melhor garantia da graça e das demais virtudes", 1 a joia de grande valor com a qual se compra o Reino dos Céus!

 CATEDRAL - BELA

Sim, pois, conforme ensina São Tiago em sua epístola, "Deus resiste aos soberbos e dá sua graça aos humildes" (Tg 4, 6). Uma vez que a graça é necessária para salvar-se, concluímos facilmente que a humildade é conditio sine qua non para obter a eterna bem-aventurança.

Mas, o que vem a ser propriamente a humildade? É a virtude que nos leva a reconhecer que a única coisa que possuímos são nossas faltas, e se algo de bom fizemos, foi por iniciativa e inspiração divina: "É Deus quem, segundo o seu beneplácito, realiza em vós o querer e o executar" (Fl 2, 13). Ela "nos inclina a coibir o desordenado desejo da própria excelência, dando-nos o conhecimento acertado de nossa pequenez e miséria principalmente em relação a Deus". 2

A humildade nada tem de hipocrisia. Ela é "luz, conhecimento, verdade; não fingimento nem negação das boas qualidades que se recebeu de Deus. Por isso dizia admiravelmente Santa Teresa que a humildade é andar na verdade", 3 aponta o Pe. Royo Marin. Enfim, é a humildade como uma tocha acesa que incessantemente deita seus fulgores sobre as almas, como observa Afonso Maria de Ligório: "os orgulhosos [estão] às escuras, pois mal conhecem o seu nada; a humildade é a luz que dissipa essas horríveis trevas". 4

Quem se humilhar será exaltado


No Evangelho, encontramos narrada a célebre parábola do fariseu e do publicano. Ambos sobem ao Templo para rezar. O fariseu, inflado de orgulho, aproxima-se do altar e começa a dizer: "Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens, ladrões, injustos, e adúlteros; nem como o publicano que está ali" (Lc 18, 11). O publicano, no entanto, permanecendo à distância, batia no peito, nem sequer ousava erguer os olhos aos céus, e depositava a esperança de seu coração em Deus. 5 Bem podemos imaginar que o fariseu, no fundo de sua consciência, injuriava o publicano. Este, porém, reconhecia suas faltas e certamente rezava por aqueles que o perseguiam...

  QUEM SE HUMILHA - ILUSTRAÇÃO

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DOM ODILLO

Iniciamos o ano de 2017 invocando a bênção de Deus sobre nós. No início do ano, de um jeito ou de outro, todos procuram forças superiores, que não podem garantir por si mesmos, a fim de passar bem o ano; mesmo quem estoura fogos de artifício para “acordar energias cósmicas” ou quem joga na sorte usando rituais e fórmulas mágicas faz a mesma coisa. Quem crê em Deus e espera nele, confia na sua bênção e se faz colaborador na obra de Deus para que tudo dê certo no novo ano.


O tempo nos é dado como dom, “de graça”. Diante da finitude da vida, mas também da gratuidade de cada instante, o salmista já exclamava: quem pode acrescentar um só dia à duração de sua vida?! Cada ano nos é dado como tarefa e oportunidade para que realizemos obras boas, cresçamos em sabedoria e graça e desfrutemos, com gratidão, de todo bem de Deus colocado à nossa disposição neste mundo. Que nenhum dia seja inútil e desperdiçado durante este novo ano!


O Papa Francisco, em sua mensagem para o ano novo, “Dia Mundial da Paz”, convidou a edificar a paz mediante a não violência, conforme a lição recebida de Jesus: não praticar violência contra ninguém, nem retribuir violência com violência. A violência nunca será capaz de assegurar a paz, quer nas relações entre as pessoas, quer nas relações entre os povos. Oxalá, o ano de 2017 seja menos violento! E que todos os cristãos sejam artesãos da paz, cada dia, orientados por uma cultura de não violência.

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Nasceu para vós um Salvador!

MISSA DE NATAL 2016  - VÉSPERA.jpg - Padre Márcio

(FOTO - ARQUIVO - PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO - Campina Grande´- PB) 

Estamos no Natal do Senhor.


O que o Anjo disse aos pastores exprime bem o mistério que os cristãos celebram: “Não temais! Hoje nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor!”

Este anúncio, que tanta alegria e esperança já suscitou, tanto de paz e beleza já inspirou, atualmente é ouvido pelo mundo com solene e fria indiferença: “Quem precisa de salvadores? A ciência nos dá conforto e explicações da realidade; a liberdade sem limites de que gozamos nos dá a possibilidade de viver a vida como bem queremos; a oferta de diversões de todo o tipo nos entrete e cria uma sensação de felicidade. Então: estamos salvos, salvos por nós mesmos e não precisamos de um Salvador. Somos nossos próprios salvadores!”

E, no entanto, se olharmos o coração humano com um pouquinho mais de vagar e profundidade: solidão, tristeza, fome, violência, injustiças gritantes, fracassos, doenças incuráveis, sofrimentos lacerantes, feridas profundas na alma, fobias e frustrações e, por fim, a morte, que primeiro é ameaça e, finalmente, uma realidade onipresente e dolorosa... Pobre homem, eterno caniço agitado pelo vento, erva que fenece ligeiro ao calor do sol da vida...

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