Sábado, Maio 30, 2020

BRASAO DO ROSARIO original site do autor

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Campina Grande, Paraíba, Brasil

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

O ESPÍRITO SANTO E SUA AÇÃO MULTIFORME

Neste Domingo, a Igreja encerra o tempo pascal com a Solenidade de Pentecostes, que faz memorial do dom do Espírito Santo feito pelo Cristo ressuscitado à Sua Igreja.

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Cremos com firme certeza que Cristo ressuscitou, isto é, atravessou o mar da Morte e entrou na Glória e na plenitude de Deus, Seu Pai. Cremos que Ele está totalmente transfigurado, plenificado, glorificado, da própria Vida divina, tanto no Seu corpo quanto na Sua alma humana. Ele, feito totalmente humano como nós, agora Se encontra totalmente divinizado na Sua humanidade. Com toda convicção, cremos que essa Ressurreição e Transfiguração do nosso salvador Jesus foram realizadas pelo Pai, que derramou sobre Ele o Espírito Santo. Esse Espírito Santo é principio de Vida divina, de divina Energia e de Dinamismo do próprio Deus. Assim, como o fogo pode impregnar e transfigurar uma barra de ferro, deixando-a totalmente reluzente, também o Santo Espírito impregnou a transfigurou a santíssima humanidade de Jesus, de modo que ela agora é plena, totalmente desabrochada, plenamente glorificada! Aquilo que, para nós, ainda é desejo e sonho - Vida eterna, felicidade sem limites, vigor pleno, vitória sobre nossas mazelas, realização do nosso coração carente – para o Senhor Jesus é uma eterna e resplendente realidade. Tudo isso o Pai realizou nele ao ressuscitá-Lo no Espírito Santo.

Cheio desse Espírito, o Senhor Jesus O derramou sobre nós. Os apóstolos experimentaram a ação potente e transformadora desse Espírito do Cristo Jesus já na mesma tarde da Páscoa, quando o Ressuscitado soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo!” Depois, em Pentecostes, novamente experimentaram a ação do Espírito, como força do Ressuscitado que os impelia para a missão de anunciar Jesus como Salvador universal. Nós também, confiados na promessa de Cristo, acreditamos e sabemos e experimentamos que tal ação do Espírito não se restringiu aos Apóstolos ou aos primeiros cristãos. O dom do Espírito é feito a todos os discípulos do Cristo através de sete sacramentos que o Senhor entregou à Sua Igreja para fazê-la sempre mais de novo um só corpo, Corpo de Cristo. Em cada um desses santos mistérios, o cristão faz uma experiência viva e real do Espírito do Senhor, que nos une ao Cristo, vai nos transfigurando Nele e nos dá acesso a Deus, nosso Pai. Assim, a vida cristã é um misterioso dinamismo de união real com Cristo Cabeça e o Seu Corpo, a Igreja, no Espírito, até sermos totalmente impregnados da vida Daquele que por nós morreu e ressuscitou. Os cristãos são homens e mulheres que devem ser impregnados e conduzidos pelo Espírito. Não somos simples admiradores de Jesus ou Seus “seguidores”. Somos aqueles impregnados realmente pela Sua Vida que faz o Senhor Jesus viver gloriosamente, isto é, pelo Espírito do Cristo Jesus, entronizado à Direita do Pai. Ou isso, ou não somos cristãos de modo algum!

A relação entre o Senhor Jesus e os cristãos não é simplesmente de um sentimento, mas há algo de concreto, misterioso, sacramental: nós Nele e Ele em nós, nós membros de Seu corpo e Ele nossa Cabeça, nós somos os ramos, Ele é a Videira verdadeira!

 

 

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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O LIV DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

« “Para que possas contar e fixar na memória” (Ex 10, 2).
A vida faz-se história
»

Desejo dedicar a Mensagem deste ano ao tema da narração, pois, para não nos perdermos, penso que precisamos de respirar a verdade das histórias boas: histórias que edifiquem, e não as que destruam; histórias que ajudem a reencontrar as raízes e a força para prosseguirmos juntos. Na confusão das vozes e mensagens que nos rodeiam, temos necessidade duma narração humana, que nos fale de nós mesmos e da beleza que nos habita; uma narração que saiba olhar o mundo e os acontecimentos com ternura, conte a nossa participação num tecido vivo, revele o entrançado dos fios pelos quais estamos ligados uns aos outros.

1. Tecer histórias

O homem é um ente narrador. Desde pequenos, temos fome de histórias, como a temos de alimento. Sejam elas em forma de fábula, romance, filme, canção, ou simples notícia, influenciam a nossa vida, mesmo sem termos consciência disso. Muitas vezes, decidimos aquilo que é justo ou errado com base nos personagens e histórias assimiladas. As narrativas marcam-nos, plasmam as nossas convicções e comportamentos, podem ajudar-nos a compreender e dizer quem somos.

O homem não só é o único ser que precisa de vestuário para cobrir a própria vulnerabilidade (cf. Gn 3, 21), mas também o único que tem necessidade de narrar-se a si mesmo, «revestir-se» de histórias para guardar a própria vida. Não tecemos apenas roupa, mas também histórias: de facto, servimo-nos da capacidade humana de «tecer» quer para os tecidos, quer para os textos. As histórias de todos os tempos têm um «tear» comum: a estrutura prevê «heróis» – mesmo do dia-a-dia – que, para encalçar um sonho, enfrentam situações difíceis, combatem o mal movidos por uma força que os torna corajosos, a força do amor. Mergulhando dentro das histórias, podemos voltar a encontrar razões heroicas para enfrentar os desafios da vida.

O homem é um ente narrador, porque em devir: descobre-se e enriquece-se com as tramas dos seus dias. Mas, desde o início, a nossa narração está ameaçada: na história, serpeja o mal.

2. Nem todas as histórias são boas

«Se comeres, tornar-te-ás como Deus» (cf. Gn 3, 4): esta tentação da serpente introduz, na trama da história, um nó difícil de desfazer. «Se possuíres…, tornar-te-ás…, conseguirás…»: sussurra ainda hoje a quem se utiliza do chamado storytelling para fins instrumentais. Quantas histórias nos narcotizam, convencendo-nos de que, para ser felizes, precisamos continuamente de ter, possuir, consumir. Quase não nos damos conta de quão ávidos nos tornamos de bisbilhotices e intrigas, de quanta violência e falsidade consumimos. Frequentemente, nos «teares» da comunicação, em vez de narrações construtivas, que solidificam os laços sociais e o tecido cultural, produzem-se histórias devastadoras e provocatórias, que corroem e rompem os fios frágeis da convivência. Quando se misturam informações não verificadas, repetem discursos banais e falsamentepersuasivos, percutem com proclamações de ódio, está-se, não a tecer a história humana, mas a despojar o homem da sua dignidade.

Mas, enquanto as histórias utilizadas para proveito próprio ou ao serviço do poder têm vida curta, uma história boa é capaz de transpor os confins do espaço e do tempo: à distância de séculos, permanece atual, porque nutre a vida.

Numa época em que se revela cada vez mais sofisticada a falsificação, atingindo níveis exponenciais (o deepfake), precisamos de sapiência para patrocinar e criar narrações belas, verdadeiras e boas. Necessitamos de coragem para rejeitar as falsas e depravadas. Precisamos de paciência e discernimento para descobrirmos histórias que nos ajudem a não perder o fio, no meio das inúmeras lacerações de hoje; histórias que tragam à luz a verdade daquilo que somos, mesmo na heroicidade oculta do dia a dia.

3. A História das histórias

A Sagrada Escritura é uma História de histórias. Quantas vicissitudes, povos, pessoas nos apresenta! Desde o início, mostra-nos um Deus que é simultaneamente criador e narrador: de facto, pronuncia a sua Palavra e as coisas existem (cf. Gn 1). Deus, através deste seu narrar, chama à vida as coisas e, no apogeu, cria o homem e a mulher como seus livres interlocutores, geradores de história juntamente com Ele. Temos um Salmo onde a criatura se conta ao Criador: «Tu modelaste as entranhas do meu ser e teceste-me no seio de minha mãe. Dou-Te graças por me teres feito uma maravilha estupenda (…). Quando os meus ossos estavam a ser formados, e eu, em segredo, me desenvolvia, recamado nas profundezas da terra, nada disso Te era oculto» (Sal 139/138, 13-15). Não nascemos perfeitos, mas necessitamos de ser constantemente «tecidos» e «recamados». A vida foi-nos dada como convite a continuar a tecer a «maravilha estupenda» que somos.

Neste sentido, a Bíblia é a grande história de amor entre Deus e a humanidade. No centro, está Jesus: a sua história leva à perfeição o amor de Deus pelo homem e, ao mesmo tempo, a história de amor do homem por Deus. Assim, o homem será chamado, de geração em geração, a contar e fixar na memória os episódios mais significativos desta História de histórias: os episódios capazes de comunicar o sentido daquilo que aconteceu.

O título desta Mensagem é tirado do livro do Êxodo, narrativa bíblica fundamental que nos faz ver Deus a intervir na história do seu povo. Com efeito, quando os filhos de Israel, escravizados, clamam por Ele, Deus ouve e recorda-Se: «Deus recordou-Se da sua aliança com Abraão, Isaac e Jacob. Deus viu os filhos de Israel e reconheceu-os» (Ex 2, 24-25). Da memória de Deus brota a libertação da opressão, que se verifica através de sinais e prodígios. E aqui o Senhor dá a Moisés o sentido de todos estes sinais: «Para que possas contar e fixar na memória do teu filho e do filho do teu filho (…) os meus sinais que Eu realizei no meio deles. E vós conhecereis que Eu sou o Senhor» (Ex 10, 2). A experiência do Êxodo ensina-nos que o conhecimento de Deus se transmite sobretudo contando, de geração em geração, como Ele continua a tornar-Se presente. O Deus da vida comunica-Se, narrando a vida.

O próprio Jesus falava de Deus, não com discursos abstratos, mas com as parábolas, breves narrativas tiradas da vida de todos os dias. Aqui a vida faz-se história e depois, para o ouvinte, a história faz-se vida: tal narração entra na vida de quem a escuta e transforma-a.

Também os Evangelhos – não por acaso – são narrações. Enquanto nos informam acerca de Jesus, «performam-nos»[1] à imagem de Jesus, configuram-nos a Ele: o Evangelho pede ao leitor que participe da mesma fé para partilhar da mesma vida. O Evangelho de João diz-nos que o Narrador por excelência – o Verbo, a Palavra – fez-Se narração: «O Filho unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem O contou» (1, 18). Usei o termo «contou», porque o original exeghésato tanto se pode traduzir «revelou» como «contou». Deus teceu-Se pessoalmente com a nossa humanidade, dando-nos assim uma nova maneira de tecer as nossas histórias.

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ASCENSÃO 1Homilia para a Solenidade da Ascensão do Senhor - ano a

At 1,1-11

Sl 46

Ef 1,17-23

Mt 28,16-20

Estamos ainda nos dias pascais, nas alegrias da Ressurreição do Senhor. A Solenidade que hoje celebramos – a Ascensão – e aquela do Domingo próximo – Pentecostes - são ainda partes, aspectos do único e maravilhoso Mistério da Páscoa: Ressurreição, Subida aos Céus e dom do Espírito são três aspectos do mesmo mistério! Celebramo-lo num arco de cinquenta dias porque, enquanto o Senhor Jesus deixou este nosso tempo, feito de ontens, de hojes e de amanhãs, nós continuamos presos às horas, dias, meses e anos deste mundo... Quanto ao Cristo Senhor, desde a morte saiu do nosso tempo e, com Sua Ressurreição, entrou na Eternidade de Deus, no Santuário celeste, onde não já tempo algum, mas somente perene Eternidade!

Eis: Jesus ressuscita no Pai; não ressuscita para depois ir ao Seu Deus e Pai! Ressuscitar é, precisamente, sair da morte, entrando na Vida divina e imortal, que é o Pai. Isso aparece claro em alguns textos dos próprios evangelhos. Em Lc 24,44, Jesus ressuscitado, conversando com Seus apóstolos e sendo tocado por eles, diz claramente que com eles não está mais: “São estas as palavras que Eu vos falei quando estava convosco...”No próprio Evangelho deste hoje, o Senhor, aparecendo aos Seus sobre o monte, dá a entender que já está nos Céus: “Toda autoridade Me foi dada no Céu e na terra!” Vede: Ele já recebeu tal autoridade! Ele, durante quarenta dias apareceu aos Seus, mas já não está fisicamente entre os Seus! Seu novo modo de permanecer conosco é na potência do Seu Espírito Santo, também fruto da Sua Ressurreição e entrada no Pai...

Se é assim, qual o sentido desta Solene Ascensão do Senhor? Eis o seu significado, tão importante para nós e para a nossa salvação: ressuscitado, Jesus foi glorificado na Sua Pessoa, isto é, em Si mesmo. Agora, com a Ascensão, aparece o que Sua Ressurreição significa para nós, o que o Cristo Se torna em relação a nós. Vejamos:

Em primeiro lugar, a Ascensão marca o fim daquele período de encontros que o Ressuscitado teve com Seus discípulos para fortalecer-lhes a fé explicar-lhes a missão. É, portanto, uma despedida! Como já foi dito, a partir desse momento o Senhor estará com os Seus e poderá ser por eles percebido de uma forma nova: na potência do Seu Espírito Santo, presente na força da Palavra anunciada e nos sacramentos da Igreja. É assim, que a Ascensão abre caminho para o Pentecostes, quando o Espírito, de um modo visível e barulhento, marca a inauguração da missão da Igreja, que é testemunhar e anunciar o Senhor, tornando-o presente nos gestos sacramentais.

Segundo: a Ascensão nos revela aquilo que aconteceu nos Céus com o Cristo Jesus e que, na terra, somente pela fé podemos saber e crer, isto é, Sua glorificação como Senhor do Céu e da terra, Senhor da história humana e da Igreja. Ele ressuscitou e subiu aos Céus para tudo recapitular e de tudo ser a Cabeça, fonte de Vida e salvação! São Paulo nos disse na segunda leitura que “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a Quem pertence a glória ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos e fê-Lo sentar-se à Sua direita nos Céus. Ele pôs tudo sob os Seus pés e fez Dele, que está acima de tudo, Cabeça da Igreja, que é o Seu Corpo...” É assim que hoje, cheios de alegria, proclamamos Jesus ressuscitado como Cabeça de toda a criação, Cabeça da humanidade toda, Cabeça e sentido da história humana. E tudo isso Ele o é enquanto Cabeça da Igreja, que é o seu Corpo! Isso significa que toda a criação caminha para Ele e Nele será um dia glorificada; que toda história somente Nele encontra a direção e o sentido profundo; e que a Igreja participa da Sua obra universal de salvação! Se toda salvação neste mundo somente pode vir através de Cristo, vem desse Cristo que é, inseparavelmente, Cabeça da Igreja. Assim, podemos e devemos dizer que sem o ministério da Igreja não há salvação possível! Isso mesmo: fora da Igreja não há salvação, porque ela é o Corpo do Cristo, sua Cabeça e único Salvador. Em outras palavras: todo ser humano de boa vontade e consciência reta pode salvar-se, mas pode-o somente porque Cristo, Cabeça da Igreja, morreu e ressuscitou e está à Direita do Pai em favor de toda a humanidade, até de quem não crê Nele!

Em terceiro lugar, glorificado, o Senhor é nosso Juiz! Para Ele caminham a história humana e as nossas histórias. Somente Ele pode ver nosso caminho neste mundo com seu sentido profundo, somente Ele nos julgará, porque, à Direita do Pai, somente Ele abarca toda a história com o Seu Espírito e desvela seu sentido pleno.

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Bem vindo, Padre DANILO CÉSAR!...

 

PADRE DANILO FOTO DIOCESE

 

 

A chegada de um NOVO PADRE traz um marco a mais na história desta PARÓQUIA DO ROSÁRIO, em Campina Grande – Paraíba, que já se contempla no momento jubilar dos seus 80 ANOS de criação.

E neste contexto, somos convidados a olhar com gratidão o passado. Fazer memória de tantas pessoas, homens e mulheres, benfeitores, colaboradores, missionários, famílias. Fazer memória de tantos Sacerdotes, Religiosos (as), Consagrados (as), humildes trabalhadores da Vinha do Senhor. Reconhecer que todos doaram suas energias, sua vocação, sua VIDA, para edificar esta Igreja, à luz do Evangelho. Na realidade, reverenciar a nossa história significa manter viva a própria identidade. Significa revitalizar o sentido de pertença do povo de DEUS a esta Igreja.

Neste ANO de 2020, embora atravessando tempos muito difíceis de isolamento e confinamento, em face da PANDEMIA DO CORONAVÍRUS que está transformando a VIDA e a prática da nossa IGREJA - de diversos modos - a Comunidade vivencia a expectativa positiva da presença do JOVEM Padre DANILO na sua caminhada. Para tanto, antecipou-se a preparação... E no último sábado, dia 09 de maio, nossas FAMÍLIAS, na CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA NÃO PRESENCIAL, rezaram e o acolheram.

ASSIM ACONTECEU...

A MISSA do último sábado, transmitida às 19h30, através das redes sociais da Internet e da TV ITARARÉ,   realizou-se em nossa MATRIZ do ROSÁRIO. Teve como concelebrantes o Padre Márcio Henrique – Pároco – e o PADRE DANILO CÉSAR a quem coube a presidência da Celebração Eucarística.

Logo nos ritos iniciais, o Padre Márcio Henrique procedeu à leitura da PROVISÃO CANÔNICA do VIGÁRIO PAROQUIAL emitida pelo senhor Bispo Diocesano da Diocese de Campina Grande, DOM DULCÊNIO FONTES DE MATOS, com data de 01 de abril de 2020.

Ato contínuo, transmitiu, em nome de toda a Comunidade do Rosário, as boas vindas ao Padre Danilo, através de palavras de acolhida fraterna, quando também frisou que a Paróquia tem uma grande demanda de ações evangelizadoras, levando-se em conta a sua dimensão e as muitas frentes de trabalho pastoral, em suas comunidades.

 

SEMEANDO A PALAVRA

PADRE DANILO, inicialmente dirigiu-se ao Pe. Márcio e agradeceu a acolhida. Seguindo-se, fez os cumprimentos à assembleia não presencial. E sob a inspiração do Evangelho do dia (Jo 14,1-12) - 5º DOMINGO DO TEMPO DA PÁSCOA - conduziu sua expressiva HOMILIA, bastante bem fundamentada e ilustrada com diversos questionamentos para a nossa reflexão, a partir das temáticas e enfoques da Palavra de JESUS para o dia:  JESUS CAMINHO, JESUS VERDADE, JESUS VIDA.

E tangenciou alguns focos:

Para onde vamos? Qual o nosso fim? Para que fomos criados? O que deseja DEUS com nossas VIDAS?

Na minha Vida, por quais Caminhos decidi passar?

Quantas vezes optei por caminhos que não levam a DEUS?

Quantas ocasiões decidi pegar atalhos ou caminho mais curto, mais perto?

Quantos caminhos por onde decidi caminhar, mas sabia que não conduziriam a coisa boa, nem a DEUS?

Quantos CAMINHOS eu CRIEI, diante dos meus projetos pessoais e nesses projetos faltou DEUS?

JESUS tem sido o caminho de minha história?

Qual A VERDADE da minha VIDA?

E CONCLUIU com o APELO CONSOLADOR DE JESUS para os tempos atuais de distanciamento social, neste 5º DOMINGO DA PÁSCOA:

“NÃO SE PERTURBE O VOSSO CORAÇÃO; TENDES FÉ EM DEUS, TENDES FÉ EM MIM TAMBÉM.

AMÉM!

SOBRE O VIGÁRIO PAROQUIAL

Danilo César de Sousa Bezerra, natural da cidade de Monteiro, Paróquia Nossa Senhora das Dores, nasceu em 27 de agosto de 1993, na cidade de Monteiro. Ingressou no Seminário Propedêutico Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, Paróquia de São Judas Tadeu – Campina Grande, em fevereiro de 2011.

Um ano após iniciou os estudos no Seminário Maior São João Maria Vianney, concluindo o Curso de Filosofia em dezembro de 2014. Em 12 de maio de 2017 recebeu o ministério de Leitor, e o ministério de Acólito no dia 13 de junho de 2018.

A conclusão do curso de Teologia, iniciado em 2015, ocorreu em dezembro de 2018. Fez estágio pastoral na Paróquia São José, em Areial – PB, nos anos 2015 e 2016. Já de 2017 a 2018 na Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Catedral – em Campina Grande – PB.

O Padre Danilo César foi ordenado no último dia 26 de setembro de 2019 na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, em Monteiro, sua terra Natal.

Foi designado para atuar como Vigário Paroquial na Paróquia Santa Ana, em Alagoa Nova (PB) e lá foi empossado no dia 12 de outubro de 2019, onde serviu por alguns meses.

Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Campina Grande – PB, a partir desta data.

AO PADRE DANILO.

Ao receber a convocação do Sr. Bispo Diocesano e, em virtude da obediência que lhe cabe por dever, o Senhor deu o seu consentimento ao chamado. O chamado a abraçar sua nova missão: SERVIR a sua nova Paróquia.

Desde que anunciada a sua vinda, a Comunidade criou expectativas novas e, em contido entusiasmo, ficamos ansiosos aguardando a sua chegada.

A partir de agora, entre nós, o Senhor será membro de cada família; compartilhará conosco todos os sofrimentos e alegrias. Cuidará de nós como o Pastor que cuida e conhece cada ovelha de seu rebanho.

Mesmo à distância, nós o abraçamos e o recebemos com amor. Desejamos que conquiste e seja conquistado por esta Paróquia.

Muitos são os desafios... Sabemos que em tudo o que acontece com a Igreja nas suas várias instâncias, a mão de Deus prevalece como o fio condutor. Nessa perspectiva de fé, queremos oferecer o nosso apoio, ajuda, carinho, amizade e disponibilidade no dia-a-dia da vida comunitária.

Saiba que é responsável pelo o que cativa. Queremos estar com o Senhor e do Senhor Deus ouvir a voz a nos orientar para caminharmos juntos e em plena sintonia.

Sigamos juntos, “tocando em frente”, sabendo que “É preciso amor pra poder pulsar. É preciso paz pra poder sorrir. É preciso a chuva para florir.”

Fraternalmente. Em CRISTO!  Por CRISTO!

Em nome de todos os paroquianos do Rosário.

Conceição Vilar – 11.05.2020

 FOTO/DADOS BIOGRÁFICOS : ARQUIVOS DA DIOCESE.

A BELEZA DE SER MÃE

O mundo inteiro reconhece grandiosamente o valor de se celebrar o Dia das Mães. A maternidade tem um lugar privilegiado nas relações humanas. Para a Igreja, a maternidade é uma missão. Toda mãe deve ajudar na educação dos filhos, e educa pelo caminho seguro das virtudes. O Papa Francisco, de forma muito acertada, nos diz com simplicidade o sentido da maternidade: “De fato, as mães são o antídoto mais forte contra o propagar-se do individualismo egoísta (…). São elas que testemunham a beleza da vida. Sem dúvida, uma sociedade sem mães, seria uma sociedade desumana, porque as mães sabem testemunhar sempre, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedicação, a força moral.”

Para o Papa, a dedicação materna ajuda a formar sociedades humanizadas. Contudo, os nossos dias assistem escandalosamente a escolha egoística de mulheres que abraçam o casamento mas optam por uma vida familiar sem a alegre e trabalhosa presença de filhos. Em uma de suas homilias, o Papa Francisco ensinou-nos algo muito belo e que expressa com profundidade o significado da maternidade humana: “A fé se transmite num ventre materno, o ventre da Igreja. Porque a Igreja é mãe, a Igreja é feminina. A maternidade da Igreja se prolonga na maternidade da mãe, da mulher.” Quantas verdades nestas palavras: A maternidade da Igreja se prolonga na maternidade da mãe! A beleza do ser mãe educa o homem a constantemente reorganizar sua vida a partir da generosidade, do sacrifício e da dedicação. As nossas mães são verdadeiros sinais de amor gratuito e de dedicação ao outro. 

Peçamos à Nossa Senhora, modelo de maternidade, que nos ajude a viver com paciência este tempo de isolamento social, sendo sinal de gratuidade mútua em nossos lares. Que a dedicação da Virgem Maria afugente essa pandemia que tanto tem feito sofrer os homens e mulheres de boa vontade. 

Dom Frei Manoel Delson
Arcebispo da Paraíba – MAIO de 2020

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