Quarta, Fevereiro 19, 2020

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

NOSSA SENHORA DE LOURDES

“FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER.”

(CF. JO 2,1-11)

Neste dia 11 de Fevereiro, celebramos a memória da Bem-Aventurada Virgem de Lourdes, e o Dia Mundial do Doente. É a ocasião propícia para por no centro da comunidade as pessoas doentes. Rezar por elas, estar-lhes próximos.

Nossa Senhora podia ter escolhido uma pessoa importante para se manifestar. Mas não. Quis revelar-se a uma jovem pastora, pobre, simples e pura: BERNADETE!

Nossa Senhora podia ter escolhido uma cidade importante. Mas não. Escolheu uma terra desconhecida da França: LOURDES.

Hoje podemos rezar com BERNADETE. Foi a ela que a Virgem Maria se revelou nas aparições em LOURDES. Tinha nessa altura apenas 14 anos de idade. A partir dai e até partir para junto do Pai, com 35 anos de idade, reza, trabalha, sofre...

À luz da nossa sensibilidade atual, ficamos perplexos ao ver BERNADETE, doente e cheia de dores ser incompreendida, humilhada e desprezada.... E compreendemos, com lágrimas nos olhos, o que escreveu no seu testamento espiritual:

“... Mas também obrigada pelas bofetadas, pelos ralhos e maus tratos; e também obrigada, Senhora minha, por me terem tomado por doida, por me terem julgado mentirosa e interesseira...”

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Nossa Senhora sabia tudo o que lhe havia de acontecer. Por isso a tinha consolado, dizendo: “Prometo fazer-te feliz, não neste mundo mas no outro”.

Hoje no Céu, BERNADETE vem ao nosso encontro para nos dizer vale a pena viver com muita fé no Senhor. BERNADETE diz-nos para não nos cansar de praticar o bem. Um dia juntar-nos-emos a BERNADETE e a todos os santos, e à Virgem Imaculada para, com o SENHOR, sermos felizes eternamente.

Quer nesta aparição em Lourdes, nos meados do século XIX, quer noutras aparições, noutros lugares e épocas da história, a mensagem da nossa MÃE DO CÉU coincide sempre. Continua hoje, como outrora nas bodas de Caná, a insistir conosco: “Fazei tudo o que Ele vos disser”; MARIA continua a apontar para o seu FILHO, a suplicar a nossa conversão ao seu amor!

Padre. José Assis Pereira Soares

FRATERNIDADE E VIDA

 

campanha da FRATERNIDADE 2020

A Quarta-Feira de Cinzas marca o início da Quaresma, período no qual os cristãos preparam-se para a Páscoa, maior e mais importante celebração da Igreja. As práticas quaresmais do jejum, esmola e oração são propostas como auxílios à conversão a Deus, à purificação dos pecados e à orientação da vida segundo o Evangelho de Cristo.

Há quase 60 anos, a Igreja Católica no Brasil, através da Conferência Nacional dos Bispos (CNBB), promove a Campanha da Fraternidade durante o tempo quaresmal, com uma proposta específica para cada ano, para aprofundar o amor ao próximo e a fraternidade, que são dimensões essenciais da vida cristã e também constituem valores fundamentais do convívio social, independentemente de crença religiosa. Para o Cristianismo, a adoração a Deus e o amor ao próximo traduzido em múltiplas expressões de fraternidade, são aspectos inseparáveis de um único amor. No dizer do apóstolo São João, é mentiroso quem diz que ama a Deus, a quem não vê, mas não ama o próximo, que vê (cf 1Jo 4,20).

A Campanha da Fraternidade deste ano retoma o tema da vida, já tratado em edições anteriores: “fraternidade e vida: dom e compromisso”. A proposta é aprofundar a reflexão sobre o dom precioso da vida humana e da vida da natureza, em geral, mostrando a relação entre esse dom e o compromisso de todos em respeitar, promover e valorizar a vida. Viver é um dom, que envolve um compromisso de justiça e fraternidade. E quando a fraternidade e a justiça são tidas na devida conta, a vida se torna boa para todos.

A principal questão posta é, justamente, a valorização da vida. Todos os seres humanos têm direito à vida digna e decente e a ninguém é concedido o direito de se apossar da pessoa e da vida do próximo. Uma sociedade será tanto mais evoluída, quanto mais respeitar e valorizar a pessoa e a vida humana. Isso vale também para o ser humano ainda em gestação e não nascido, quanto para aquele que está no termo de sua vida neste mundo. O respeito intocável pela pessoa e a vida humana é uma linha divisória sutil que separa o humano do desumano: uma vez rompida essa linha, abre-se o espaço para a barbárie e qualquer atrocidade contra a pessoa.

Afirmar as coisas dessa forma, pode parecer chocante e radical. No entanto, quem quisesse justificar um suposto direito a tirar a vida ao próximo, deveria responder primeiro a complicadas questões: esse suposto direito seria de todos? Quem poderia ser morto? Por quais motivos? A sociedade ou alguma autoridade daria o aval para matar, ou isso seria um direito subjetivo, sem limites? Quem defenderia as pessoas indefesas, vulneráveis ou indesejadas? Quem conseguiria viver em paz num mundo tão cruel, prepotente e arbitrário?

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luz do mundo

Hoje, no Evangelho, escutamos umas frases de Jesus que nos são velhas conhecidas, tão velhas, que é arriscado não significarem muita coisa: “Vós sois o sal da terra; vós sois a luz do mundo” – diz-nos o Senhor! Pois bem, com unção e humildade, como se as ouvíssemos pela primeira vez, escutemos, procuremos compreender e acolhamos estas afirmações, para encontrarmos nelas a Vida e vivermos de verdade!

“Vós sois o sal da terra!” O sal, na Escritura, aparece como o elemento que dá sabor, purifica e conserva, tornando perenes e duradouros os alimentos... Daí a expressão “aliança de sal”, isto é, “uma aliança perene aos olhos do Senhor” (Nm 18,19). Por causa dessa pureza e perenidade, é que Israel deveria ajuntar o sal a toda oferta que fizesse ao Senhor Deus: “Salgarás toda a oblação que ofereceres, e não deixarás de pôr na tua oblação sal da aliança de teu Deus; a toda a oferenda juntarás uma oferenda de sal a teu Deus” (Lv 2,13).

Pois bem, irmãos caríssimos, vós sois o sal que dá sabor, pureza e conservação ao mundo diante de Deus! Sois a pitadinha de sal que torna o mundo uma oferenda agradável e aceitável ao Senhor! Sois tão pequenos, tão poucos, tão frágeis, tão impotentes, tão tolos, tão fundamentalistas, tão anacrônicos, aos olhos do mundo! Lembrai-vos da palavra do Apóstolo: “Entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana nem muitos poderosos nem muitos nobres... Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir o que é forte; Deus escolheu o que o mundo considera sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para, assim, mostrar a inutilidade do que é considerado importante... É graças a Ele que vós sois em Cristo..” (1Cor 1,26-31).

Sim, sois essa pitadinha de nada, esse tico desprezível de sal... E, no entanto, sois o sabor, a purificação, a conservação da aliança entre Deus e o mundo! Sois, em Cristo Jesus, o Povo sacerdotal! Por isso, a nós, o Senhor ordena: “Tende sal em vós mesmos” (Mc 9,50); em outras palavras: uni-vos a Mim, ao Meu sacerdócio, à Minha vida entregue ao Pai como amor que se entrega para a Vida do mundo!

Lembremo-nos do conselho de São Paulo: “Exorto-vos, portanto, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: esse é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos, renovando a vossa mente, a fim de poderdes discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, agradável e perfeito” (Rm 12,1-2). Era este o significado daquela pitadinha de sal que o sacerdote colocou nos nossos lábios no momento do nosso Batismo, quando nos tornamos membros do Povo da aliança, povo sacerdotal. Colocando-nos o sal, ele recordou as palavras de Jesus: “Vós sois o sal da terra!” No entanto, não nos iludamos: somente seremos sal, se permanecermos unidos a Cristo! Sem Ele, seremos insípidos, seremos como o mundo, sem sabor e para nada serviremos, “senão para sermos jogados fora e pisados pelos homens”.

“Vós sois a luz do mundo!” – Que afirmação impressionante! Um só é a luz: Aquele que disse de Si próprio: “Eu sou a Luz do mundo!” (Jo 8,12). Como pode, então, dizer agora que nós somos luz? Escutemos: “Eu sou a Luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da Vida!” (Jo 8,12). Eis: se em Cristo – e somente Nele – somos sal da Aliança selada na Cruz, também somente na Sua luz, seguindo Seus passos, tornamo-nos luz. É isso que nos afirma o Apóstolo: “Outrora éreis treva! Agora, sois luz no Senhor! Andai como filhos da Luz!” (Ef 5,8). Por nós mesmos não somos sal, mas insípidos; por nós mesmos não somos luz, mas trevas tenebrosas! Mas, em Cristo, damos sabor ao mundo e somos reflexos da Luz do Senhor! Não somos luz, mas iluminados pela Luz de Cristo, refletiremos a Luz sobre o mundo tenebroso, como a lua que, sem ter luz própria, mas iluminada pela luz do sol, ilumina de modo belíssimo a noite escura...

DOM HENRIQUE SOARES

Bispo de Palmares (PE)

O BATISMO É SACRAMENTO DE AMOR

BATISMO DE JESUS

O tempo litúrgico do Natal encerra-se com a celebração solene do Batismo do Senhor. O MENINOJESUS adorado pelos Magos do Oriente na manjedoura de Belém, agora encontramo-lo adulto, deixando-se batizar por João no Rio Jordão (Cf Mt 3,13).

O céu se abre quando Jesus, ao receber o Batismo, sai das águas. O Espírito Santo desce sobre Ele na forma de pomba e uma voz se faz escutar: “Este é meu FILHO MUITO AMADO, no qual pus toda a minha complacência”. (Cf Mt 3,17).

O Batismo do Senhor torna público o Seu serviço em favor dos homens. O Senhor não pode mais se esconder na vida simples de Nazaré. Chegou o tempo de cumprir os desígnios salvíficos do Pai.

A partir do Batismo, Jesus se revela aos homens não como um homem importante, mas como o Cristo, o ungido do Pai. Esta unção diz respeito a nossa condição pecadora. O Senhor deixa-Se batizar com os pecadores porque sua missão é nos levantar. “Deus quis salvar-nos indo Ele mesmo até ao fundo do abismo da morte, para que cada homem, mesmo quem tão em baixo que já não vê o céu, possa encontrar a Mão de Deus à qual se agarrar e subir das trevas para ver novamente a Luz para a qual ele é feito” (Papa Bento XVI).

Mas o Sacramento do Batismo, destinado a todos os homens e mulheres, não apaga somente os nossos pecados; ele tem a finalidade de nos fazer filhos de Deus. O céu se abre a nós e passamos a ter acesso à vida verdadeira e plena que só Deus pode nos oferecer no Seu Filho.

O Batismo é o primeiro dom que Deus concede a quem deixa de ser criatura e passa a se tornar Seu filho. Nas águas batismais, passamos a pertencer ao Senhor, tornamo-nos também filhos da Igreja de Cristo. Portanto, tomar consciência das graças que decorrem do nosso Batismo é também uma grande oportunidade de gratidão a Deus. Ele não nos deixou entregues às garras da morte e do pecado, mas quis estar conosco. Fez-se vizinho de nossas quedas para nos levantar; e não importa o tamanho da queda, do quão baixo venhamos a sucumbir. Ele vai em nossa direção.

O Batismo tornou-nos próximos e Filhos de Deus!

Tamanha graça não merecemos, mas Ele quis Se unir à nossa humanidade, simplesmente movido pelo AMOR, PORQUE NOS AMA!.

Dom Frei Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba

Reis Magos: 10 coisas que talvez você não saiba sobre a

Festa da Epifania

EPIFANIA festa da epifania

 

Para alguns povos, é no Dia dos Reis Magos que as crianças ganham presentes, e não no Natal

1. A Festa da Epifania era tradicionalmente celebrada no dia 6 de janeiro, ou seja, 12 dias após o Natal. A partir da reforma do calendário litúrgico, em 1969, ela passou a ser comemorada ou nessa mesma data ou então no domingo entre os dias 2 e 8 de janeiro (no caso dos países em que a Epifania não é uma festividade civil).

2. A festa da Epifania reúne três eventos da vida de Cristo em que a Sua divindade brilha através da sua humanidade: a adoração dos Reis Magos, o batismo no Rio Jordão e o primeiro milagre, realizado nas bodas de Caná.

3. Em vários países, existe o costume de substituir as imagens dos pastores, no presépio, pelas imagens dos três Reis Magos com seus presentes para o Menino Jesus.

4. Há países em que as crianças não ganham presentes no dia de Natal e sim no “Dia dos Reis Magos”, a exemplo do próprio Menino Jesus, para quem os reis trouxeram ouro, incenso e mirra. Desta forma, na manhã da festa da Epifania, as crianças desses países acordam ansiosas para ver os presentes deixados pelos Reis Magos!

5. Variando conforme as diversas tradições locais, a missa da Epifania pode incluir uma bênção de ouro, incenso, mirra e água. Depois da comunhão, também há, em algumas comunidades, uma bênção de pedaços de giz.

6. Após a missa, os fiéis desses lugares levam para casa um pouco do giz, do incenso, da mirra e da água abençoados.

7. Já em casa, eles espargem um pouco da água benta nos quartos e fazem uma oração.

8. Com o giz abençoado, os fiéis escrevem as iniciais dos três Reis Magos, unidas entre si por pequenas cruzes, na parte interior da porta da frente de casa. Em seguida, escrevem o ano, quebrando o número em duas partes, uma logo antes e a outra logo depois das iniciais. Por exemplo: 20 G+M+B 15. O "20" representa o milênio e o século, as letras G, M e B são as iniciais dos reis magos Gaspar, Melchior e Baltazar e o "15" representa a década e o ano (2015, no caso). As inscrições são mantidas na porta até o dia de Pentecostes.

9. Outra tradição popular diz que todo aquele que entra na casa pela primeira vez depois dessa bênção deve pisar com o pé direito.

10. Nas regiões que mantêm vivas essas tradições, também é costume preparar nessa data o Bolo dos Reis Magos ou a Rosca dos Reis Magos, conforme a receita típica de cada país.

 Fonte: Aleteia
 
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