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3/04/2015 16:30 | Categoria: Papa Francisco

Papa Francisco convoca Ano Santo da Misericórdia

“Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco”, diz o Papa

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Durante a celebração das Primeiras Vésperas do Domingo da Misericórdia, no último sábado (11), o Papa Francisco convocou oficialmente o Jubileu extraordinário da Misericórdia, a iniciar-se no próximo dia 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição. Na bula Misericordiae Vultus ("O rosto da misericórdia"), o Santo Padre explica por que decidiu proclamar este Ano Santo e indica os passos para vivê-lo com fruto.

A data escolhida por Francisco para iniciar o Jubileu é significativa. Em primeiro lugar, aponta para a experiência de misericórdia vivida por Maria Santíssima. "Depois do pecado de Adão e Eva, Deus não quis deixar a humanidade sozinha e à mercê do mal. Por isso, pensou e quis Maria santa e imaculada no amor, para que Se tornasse a Mãe do Redentor do homem", disse o Papa. "Perante a gravidade do pecado, Deus responde com a plenitude do perdão. A misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa."

O dia 8 de dezembro de 2015 também marca os 50 anos de encerramento do Concílio Vaticano II. O Papa Francisco assinalou este evento como "uma nova etapa na evangelização de sempre" e, citando São João XXIII e o Beato Paulo VI, ressaltou o primado da misericórdia na vida da Igreja.

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Francisco também citou a doutrina perene de Santo Tomás de Aquino, para quem "é próprio de Deus usar de misericórdia e, nisto, se manifesta de modo especial a sua onipotência" [1]. Em seguida, expôs o significado de seu lema episcopal: Miserando atque eligendo. De autoria de São Beda, o Venerável [2], a frase faz referência à vocação do apóstolo São Mateus. "Ao passar diante do posto de cobrança dos impostos, os olhos de Jesus fixaram-se nos de Mateus". Ao mesmo tempo em que penetrou o coração do discípulo com aquele "olhar cheio de misericórdia" (miserando), o Senhor "escolheu-o (eligendo), a ele pecador e publicano, para se tornar um dos Doze".

O Santo Padre estabeleceu como lema do Ano Santo a exortação de Jesus: "Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso" (Lc 6, 36), assinalando a virtude da misericórdia como um "critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos". "Somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco", ensinou.

Ao indicar o caminho para praticar essa virtude, o Papa pediu aos fiéis que ficassem atentos à voz de Deus. "O imperativo de Jesus é dirigido a quantos ouvem a sua voz. Portanto, para ser capazes de misericórdia, devemos primeiro pôr-nos à escuta da Palavra de Deus. Isso significa recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida".

Sua Santidade também pediu que se redescubram as obras de misericórdia. "É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual". Comuns na catequese tradicional da Igreja, as obras de misericórdia corporal são: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos e enterrar os mortos. As de misericórdia espiritual, por sua vez, são: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas e rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

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O Papa Francisco também pediu que, no Ano Santo, se dê atenção especial ao sacramento da Confissão. "Ponhamos novamente no centro o sacramento da Reconciliação, porque permite tocar sensivelmente a grandeza da misericórdia". Ele destacou a experiência daqueles que se aproximam do Sacramento da Penitência e "reencontram o caminho para voltar ao Senhor, viver um momento de intensa oração e redescobrir o sentido da sua vida".

Ao fim de sua carta apostólica, o Papa Francisco chamou à conversão todos os que se encontram afastados da Igreja. "O meu convite à conversão dirige-se, com insistência ainda maior, àquelas pessoas que estão longe da graça de Deus pela sua conduta de vida", disse. "A todos, crentes e afastados, possa chegar o bálsamo da misericórdia como sinal do Reino de Deus já presente no meio de nós".

A bula com a qual se convoca o Jubileu extraordinário da Misericórdia está disponível, na íntegra, no site do Vaticano.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

ASSEMBLEIA DOS BISPOS - 53 - 2015Durante a 53ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que acontecerá de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), os bispos atualizarão as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). As orientações pastorais aprovadas em 2011 serão apenas revisadas a partir da Exortação ApostólicaEvangelii Gaudium e do pronunciamento do papa Francisco aos bispos ocorrido no Rio de Janeiro (RJ), em julho de 2013.

“As diretrizes gerais continuarão a inspirar o trabalho da Igreja nos próximos quatro anos, levando em consideração a atuação do papa Francisco”, explica o arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva.

O arcebispo afirma que as DGAE 2011-2015 foram bem acolhidas pelas comunidades do Brasil. “As pessoas realmente receberam com o coração muito aberto, e aquelas cinco urgências pegaram muito bem. Tanto assim que foi aprovado que essas diretrizes continuarão por mais quatro anos, porém com algumas revisões, inspiradas nos pronunciamentos do santo padre Francisco”, conta.

As Diretrizes Gerais estão ligadas à natureza da CNBB, definida em Estatuto Canônico ratificado pela Congregação para os Bispos do Vaticano. Cabe à Conferência colaborar com os bispos na dinamização da missão evangelizadora, “para melhor promover a vida eclesial, responder mais eficazmente aos desafios contemporâneos, por formas de apostolado adequadas às circunstâncias, e realizar evangelicamente seu serviço de amor, na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária, a caminho do Reino definitivo”, diz o texto.

As atuais DGAE contêm cinco urgências para a ação evangelizadora: Igreja em estado permanente de missão; Igreja: casa da iniciação à vida cristã; Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; Igreja: comunidade de comunidades; e Igreja a serviço da vida plena para todos.

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Conhecido como o “Dom da paz”, o ex-arcebispo de Olinda e Recife, Dom Helder Camara acaba de receber o título de “Servo de Deus”. A Congregação para a Causa dos Santos emitiu o parecer favorável autorizando o início do processo de beatificação e canonização do religioso. Em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (8), às 9h, na Cúria Metropolitana, bairro das Graças, Dom Fernando Saburido explicará como se dará os trâmites daqui para frente.

 

O aval da Santa Sé foi ratificado por meio de carta enviada pelo prefeito da Congregação Causa dos Santos, Cardeal Dom Angelo Amato, menos de dez dias depois que o responsável pelo dicastério confirmou o recebimento do pedido de abertura do processo de Dom Helder Camara, no dia 16 de fevereiro. Contudo, a correspondência só chegou à arquidiocese, na última segunda-feira, (6). Durante a entrevista, Dom Saburido fará a leitura do comunicado traduzido do latim para o português.

 

Com informações da Arquidiocese de Olinda e Recife.

 

DOM ALDO - 2015Dom Aldo di Cillo Pagotto
Arcebispo da Paraíba (PB)

Talvez muitos cristãos não saibam explicar o sentido da Páscoa da Ressurreição porquanto, ainda que batizados, sequer são evangelizados. Se faltar o acompanhamento na fé, as mil atrações da sociedade de consumo encampam os nossos interesses, em busca de realização e felicidade. Por outro lado, muita gente procura pelas mensagens evangélicas, hoje veiculadas por rádio e redes sociais. Muitos são impulsionados a cultivar valores espirituais em seu interior, ainda que não se identifiquem com esta ou com aquela instituição religiosa. A espiritualidade do amor e da esperança é divulgada em formas diversas, por pastores, padres e lideranças. A partir da Palavra de Deus muitos tentam dar um sentido a sua vida e à vida da família, do trabalho e da sociedade.

É fato que o povo procura o sentido da vida, além da procura pela própria sobrevivência, diante do mundo violento e inseguro, com a sensação indefinida de se caminhar pelo incerto. O Evangelho mostra Jesus realizando gestos de ressurreição em favor dos doentes, deficientes físicos, discriminados e rejeitados. Os Evangelhos referem-se à Ressurreição de Cristo em forma breve. Entanto, os gestos e as pregações de Cristo são uma permanente participação de sua ressurreição aberta a todos, no caminho da conversão e do compromisso de transformação interior e exterior. A purificação interior faz-se necessária, pois nos leva a buscar a iluminação vinda do Senhor. À luz da sua morte e ressurreição, conseguimos assumir uma atitude construtiva ao nosso redor, diante das situações adversas e das circunstâncias desafiantes.

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Missa de Páscoa: “Sem a ressurreição, nossa fé não teria sustentação”

Autor: Márcia Marques

 missa de pascoa

No grande dia da festa da Ressurreição de Jesus, o Domingo de Páscoa (5), a Catedral de Nossa Senhora da Conceição ficou lotada de fieis, que vieram celebrar e festejar a vitória da vida sobre a morte. Dom Manoel Delson, que presidiu celebração acompanhado do Pe. Luciano Guedes, afirmou que esta é a grande festa da Igreja, lembrando que “sem a ressurreição, nossa fé não teria sustentação”. A missa aconteceu às 10h com transmissão ao vivo pela Rádio Caturité AM 1050. (baixe o aplicativo da Rádio para android e IOS)

Iniciando o Tempo Pascal na Igreja, que se estende até a Festa de Pentecostes, o Bispo de Campina Grande refletiu acerca do testemunho dos cristãos diante da realidade social. “São tantos os sinais de morte que nos causam pavor: a violência, as drogas, o egoísmo, o ódio, a corrupção… tudo isso é reflexo de um mundo desigual, cheio de desamor. Para este mundo nós temos uma solução: Jesus Cristo! E ele precisa ser apresentado através de nosso testemunho diário”, refletiu Dom Delson durante a homilia. “A fé na ressurreição nos impõe um jeito novo de viver: precisamos construir uma nova sociedade, é urgente termos este compromisso”, concluiu.

A Missa do Domingo de Páscoa encerra o Tríduo Pascal, que tem início na Sexta-feira Santa e  Sábado de Aleluia, onde se celebram a morte e ressurreição de Jesus. A Partir do Domingo, é iniciado o Tempo Pascal, que se prolonga por 50 dias até a festa de Pentecostes, que lembra o dia em que o Espírito santo desceu sobre os Apóstolos e os fez sair em missão após um longo tempo de reclusão. Este dia marca também o nascimento da Igreja.

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