Sábado, Maio 25, 2019

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SANTA MISSA EM SEU LAR

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PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

Dom Dulcênio: A história e o presente da Igreja de Campina Grande é pujante em bravas atitudes de apostolado

ANIVERSÁRIO 2019 70 ANOS 01

 

A festiva Celebração Eucarística dos 70 anos de criação da diocese, ocorrida na noite dessa terça-feira, (14) reuniu, na Catedral Diocesana, o clero local, ex-bispos, autoridades públicas, religiosos e dezenas de fieis e devotos de Nossa Senhora da Conceição.

Sob presidência do bispo diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos, a missa solene contou também com a concelebração do bispo auxiliar de Fortaleza, Dom Valdemir Vicente Andrade Santos, convidado para assessorar a formação dos padres e diáconos da diocese, que acontece nesta semana, no Centro Diocesano de Formação, no bairro do Tambor.

A presença dos ex-bispos

O momento de ação de graças trouxe à catedral os três antecessores de Dom Dulcênio: o arcebispo emérito de Natal, Dom Matias Patrício, 5° bispo de Campina Grande; o arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, 6° bispo desta diocese; o arcebispo metropolitano da Paraíba Dom Frei Manoel Delson, 7º bispo diocesano .

A homilia

A mensagem do pastor diocesano foi de gratidão, seu semblante de alegria foi refletido em suas palavras, durante a homilia. Na ocasião, Dom Dulcênio agradeceu a Deus pelas sete décadas de missão da Igreja Particular de Campina Grande, situada no Planalto da Borborema.

“Uns plantam e outros colhem. Agradeço ao Senhor pelo serviço dos que já passaram e estão na eternidade. Mas, agradeço pelo serviço, pelo amor e doação de dom Matias, Dom Jaime e Dom Delson. Agradeço aos padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas por todo o bem que fazem a esta igreja”, externou Dom Dulcênio.

No dia 14 de maio a Igreja faz memória de São Matias Apóstolo, o escolhido para compor o colégio apostólico, sucedendo Judas. Nesse sentido, o bispo de Campina Grande falou da importância desse grande homem, o qual Deus se serviu para implantar o seu reino.

Contemplando a eleição divina de Matias, Dom Dulcênio lembrou: “ O Senhor, como chamou Matias, ainda continua a chamar a todos nestes 70 anos de caminhada; Ao longo dessas sete décadas, bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas, leigos, o povo Cristão têm produzido frutos e acolhido ao chamado do Nosso Senhor”.

“A história e o presente da Igreja de Campina Grande, é pujante em bravas atitudes de apostolado, correspondendo aos anseios de cada época, não obstante tantas dificuldades vencidas ou que estamos a vencer”, destacou Dom Dulcênio.

Por fim, reiterou que o Senhor continua a chamar, jovens, adultos e idosos a edificarem a Igreja Particular, seja na complexidade da zona urbana ou na simplicidade da zona rural das cidades interioranas. “Sejamos testemunhas da fé católica, sejamos braços generosos, pessoas disponíveis a missão da Igreja do Senhor na Diocese de Campina Grande”, exortou o bispo diocesano.

A fala do metropolita

Tendo passado por Campina Grande entre os anos 2012 e 2016, ao final da missa, Dom Delson dirigiu suas palavras aos diocesanos:

“70 anos de história e evangelização, é muito tempo de semeadura. Vejo uma presença amorosa de Deus nessas terras da Borborema. Aqui nesta catedral foi plantada a semente rigorosa do evangelho e daqui se espalhou para os demais recantos. Nossa oração é para que esta história prossiga em um horizonte de esperança e construção do Reino de Deus . A diocese tem uma base sólida e sabemos que ela vai romper com novos tempos, novas conquistas, novas vitórias. E o fundamento dessa história é um, o Cristo vivo e ressuscitado que tá no coração do povo. Meus votos de felicidades, hoje e sempre”.

A fala do vigário geral e o encontro com a história local

Por sua vez, o padre Luciano Guedes, pároco da catedral e vigário geral da diocese, em sua fala pragmática e de agradecimento, lembrou do primeiro bispo diocesano, Dom Anselmo Pietrulla. Nessa reminiscência, contou como foi sua chegada às terras campinenses e leu a primeira saudação de Dom Anselmo, aos diocesanos, antes da possem em Campina Grande. Abaixo um pequeno trecho da mensagem:

“A Igreja de Campina Grande é de um valor incomensurável, e se confunde com as grandezas de suas aspirações com a altivez de seus sentimentos e com a imensidade de seu bem fadado futuro”.

Na ocasião, Pe. Luciano emocionou toda assembleia ao revelar que o cálice e a patena usados na celebração dos 70 foram usados na missa de instalação da diocese em 14 de maio de 1949. O material faz parte do acervo histórico da diocese, guardado na catedral diocesana.

Fotos: Pascom Diocesana

FONTE: PORTAL DA DIOCESECG. 

ANIVERSÁRIO 2019 70 ANOS 04

 

 

 

     

PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 20 Como acontece anualmente, a PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, em CAMPINA GRANDE – PB, vivenciou mais um dos seus significativos momentos, quando realizou, no último domingo, 05 de maio, a  PRIMEIRA EUCARISTIA de um considerável número de CRIANÇAS , devidamente preparadas para o Sacramento de “iniciação cristã”.          

PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 24

    

PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 23 PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 22 PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 11.jpg RPAZCOMUNIDADE DA GUIA 01

 

 

COMUNIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA BELA VISTA 01

 

 PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 04

 Na oportunidade, após dois anos de frutífera caminhada, os pequeninos inseridos na PASTORAL DA CATEQUESE desta Paróquia - Comunidades do Rosário (MATRIZ), da Guia (Capela Praça do Trabalho - Bairro São José), Imaculada Conceição (Capela do Bairro Bela Vista) e Rainha da Paz (Capela do Bairro Universitário) -  partilharam do BANQUETE EUCARÍSTICO, participando assim do mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo. 

 

 

As FAMÍLIAS se uniram à felicidade das CRIANÇAS que pela primeira vez se aproximaram da MESA EUCARÍSTICA, em que o SENHOR as alimentou com o seu próprio CORPO e o seu próprio SANGUE. Sem dúvidas, uma marca indelével na história de cada um, inclusive, pois de seus PAIS, FAMILIARES e AMIGOS.                                

Para a solene CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA, presidida pelo Padre Márcio Henrique, a Matriz do Rosário recebeu uma rica decoração com clássicos adornos florais que se destacaram harmonicamente,   trazendo muita leveza aos espaços sagrados. O trabalho foi realizado pelo habilidoso artista NEGUINHO – FLOR de LOTUS - que se esmerou, para que tudo saísse a contento, de acordo com as expectativas. E mais uma vez ele se superou...  

 PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 25

 

PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 02

Tradicionalmente a CATEQUESE se insere entre as mais antigas pastorais. Destaca-se entre as primeiras que, ao longo dos 79 anos de existência desta Paróquia do Rosário, deixam suas valiosas contribuições para a edificação desta Igreja. Milhares de CATEQUIZANDOS beberam na mesma fonte e por meio dela saciaram a sede, através do encontro com o CRISTO EUCARÍSTICO. Dela receberam embasamento e suporte para a sua caminhada de evangelização.

Bela história de VIDA em IGREJA!... Seguramente é gratificante para muitos irmãos, enxergarem-se nesse contexto e no memorial da caminhada da PARÓQUIA DO ROSÁRIO – pilares que dão suporte a suas histórias de VIDA .

 

PRIMEIRA EUCARISTIA 2019 01

 

                 G R A T I D Ã O ...

Assim, reconhecidamente, a PARÓQUIA DO ROSÁRIO manifesta sua gratidão e carinho aos CATEQUISTAS (leigos e padres, inclusive) que na gratuidade configuraram seu valioso TESTEMUNHO de SERVIÇO, através do amor, dedicação, seriedade e compromisso, partilhando suas vidas, para que esta IGREJA se mantenha VIVA, em favor do crescimento do Reino entre nós.

Ainda  com o sentimento de gratidão, fechamos esta matéria com as palavras sábias do nosso Papa FRANCISCO: 

“O gesto de JESUS cumprido na Última Ceia é o extremo agradecimento ao Pai pelo seu amor, pela sua misericórdia. “Agradecimento” em grego se diz “EUCARISTIA”. E por isto o SACRAMENTO SE CHAMA EUCARISTIA: é o supremo agradecimento ao Pai, que nos amou tanto a ponto de dar-nos o seu FILHO por amor. Eis por que o termo EUCARISTIA resume todo aquele gesto, que é gesto de DEUS e do HOMEM junto, gesto de JESUS CRISTO, VERDADEIRO DEUS E VERDADEIRO HOMEM.

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Créditos: Texto/Fotos: Conceição Vilar / PASCOM Rosário

 

 
 
A Segunda parte do ciclo pascal é constituída das festas pascais e do tempo pascal até Pentecostes. É um tempo privilegiado da alegria e da paz que o Senhor Jesus dá à sua comunidade reunida. As festas pascais são, por assim dizer, o miolo, o ponto central da fé e da vida da Igreja cristã.
Na quinta-feira santa a comunidade se reúne para celebrar a ceia do Senhor no encontro íntimo, deixando-se educar por Jesus sobre a melhor maneira de cuidar uns dos outros (lava-pés). Momento festivo de comensalidade na partilha dos alimentos e dos dons.
A sexta-feira santa é a páscoa da cruz. Na glorificação do Senhor na cruz, a comunidade canta a vitória da vida. Não se trata de um choro sem esperança, mas de um choro alegre que deixa o coração aliviado diante da morte. Assim nos ensina o salmista “o choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria explode pela manhã!” (Salmo 30, 6b).
O silêncio e a vigília marcam o sábado santo. Com nossas orações esperançadas contemplamos o Senhor na sepultura. Na “noite mais clara do ano”, a explosão da alegria nasce do canto do aleluia entoado pela comunidade que é associada à ressurreição do Senhor. Com nossas lâmpadas acesas vamos clareando a noite, proclamando que a morte já não mata, não mata mais a morte! O Senhor está entre nós! Noite do fogo novo! Noite batismal! Noite da Ceia! Noite do perfume e das flores! Noite do encontro com o Amado. A vigília pascal expressa uma dupla experiência: do povo de Deus que é resgatado da escravidão do Egito e da nossa participação na vida nova de Cristo pelo batismo e pela eucaristia. Celebrando a sua vitória, participamos e nos identificamos com Jesus. “Hoje eu quero a rosa mais linda que houver para enfeitar a noite do meu bem!”
 
CÍRIO PASCAL
“A Ressurreição é o encontro radical dos que se amam”. Essa foi a experiência das mulheres e dos discípulos que por primeiro experimentaram a presença do Senhor Jesus Ressuscitado (cf. Marcos 16,1-20). Não nos deve espantar o coração que arde no peito e a alegria dos caminheiros de Emaús ao reconheceram Jesus (cf. Lucas 24,13-35). O amor é fogo que queima as entranhas e constrói o novo. O amor anima a esperança e a luta. O amor desafia as estruturas de injustiça e de morte. Ninguém tem amor maior do quem dá a vida pelo outro. O Ressuscitado é o Crucificado que assumiu nossas dores e desencantos!
Nos domingos do tempo pascal, continuamos a festa desta grande noite. É como se fosse um só dia de festa. O Senhor Ressuscitado vai se manifestando às discípulas e aos discípulos. Após a festividade da ascensão do Senhor, na última semana, inicia-se a semana de oração pela unidade das Igrejas. É um tempo de agradecer ao Senhor pela pluralidade no modo como seguimos ao Senhor e ao mesmo de pedir a Ele que nos una sempre mais em seu amor. A cada Domingo, a comunidade acende o círio pascal, renova o batismo das irmãs e dos irmãos e oferece ao Senhor nossas flores e perfumes juntamente com o canto alegre do Aleluia, canto novo da vitória de Cristo e de seus seguidores.
Finalmente, o DOMINGO DE PENTECOSTES, festa do ESPÍRITO SANTO e festa da comunidade que se deixa guiar pelo ESPÍRITO de JESUS. O Espírito que defende e continua a missão de Jesus nos ensina a não dividir e subtrair as forças, mas a somar e multiplicá-las para que o reino aconteça! É uma festa da Igreja que deve ser celebrada na unidade do Espírito que congrega e inspira as várias pastorais e movimentos de nossas Igrejas. Na tradição judaica, esta festa é para agradecer e oferecer a Deus a colheita dos frutos da plantação feita após a primeira lua cheia da primavera do hemisfério norte. Daí o nome PENTECOSTES.
 
 Pe. Eliomar Ribeiro, sj
 
 
TEMPO PASCAL 2019
 
 
Passado o tríduo pascal, ápice do ano litúrgico, a Igreja celebra a ressurreição do Senhor ainda por mais 50 dias, até a celebração de pentecostes: é o tempo pascal. Ressurreição, ascensão (40 dias após a páscoa) e envio do Espírito Santo são um só mistério que instaura uma nova forma da presença de Cristo no mundo.
 
 
 
Na Igreja antiga, era no tempo pascal que os neófitos – aqueles que tinham acabado de ser batizados, justamente na páscoa – se aprofundavam no tema dos sacramentos. Isso foi retomado com a restauração do catecumenato, obra do Concílio Vaticano II: no Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, o tempo pascal é o tempo da mistagogia. Não se trata de uma pedagogia arbitrária: o tempo pascal é precisamente o momento de aprender a identificar a presença do Senhor Ressuscitado na Igreja, sobretudo na liturgia, nos sacramentos.
 

Como vemos na Bíblia, as aparições de Jesus Ressuscitado são precisamente isso: aparições. Ele já não convive regularmente com os discípulos, como se apenas tivesse voltado à vida terrena, mas aparece para um, para outro, para um grupo, de maneira intermitente. Além disso, fica claro que Jesus já não é reconhecido pela aparência externa, e sim quando se abrem os olhos da fé.

A partir da ascensão, as aparições cessam, mas isso não significa que Jesus está ausente. Pelo contrário, está agora definitivamente presente junto aos seus. As aparições durante 40 dias foram a sua maneira de introduzir os discípulos em uma nova modalidade de sua presença.
São Leão Magno, papa de 440 a 461, diz que a partir da ascensão “aquilo que era visível em nosso Salvador passou para seus mistérios” (Serm. 74, 2, in CIC 1116) – “mistério” é o equivalente grego do termo latino “sacramento”, ainda que com uma pequena diferença de nuance. A páscoa é o momento de aprender a descobrir a presença do Ressuscitado nos sacramentos.
 

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Penha Carpanedo

A reforma do Ano Litúrgico e do Calendário foi um empreendimento de inestimável valor, fruto do movimento litúrgico e da renovação litúrgica a partir do Concílio Vaticano II. O grande desejo foi o de resgatar a unidade do Ano Litúrgico, tendo como eixo estruturante o mistério pascal, para “alimentar devidamente a piedade dos fiéis” (SC 107). Tal novidade foi acolhida com entusiasmo e fervor no início da reforma litúrgica. Aos poucos o povo foi assimilando a teologia e a pedagogia do Ano Litúrgico.

 

TRÍDUO PASCAL PREPARANDO

 

 

No que se refere ao Tríduo Pascal, houve uma progressiva apropriação do seu sentido teológico e das suas expressões rituais e somaram-se esforços em toda a parte para celebrar o Tríduo como memória anual da páscoa num todo unitário, como era nos primeiros séculos da Igreja. A Vigília Pascal, em muitas comunidades, recuperou o seu caráter noturno e voltou ao seu lugar de “mãe de todas as vigílias da Igreja”, ápice das celebrações pascais e de todo o ano litúrgico.

Contudo, no momento atual, estamos assistindo a um esvaziamento, antes mesmo que pudéssemos chegar a uma maturação neste processo de reapropriação. Ou se cumprem as normas de uma maneira absolutamente formal, ou simplesmente se ignora a riqueza proposta pela reforma em seus princípios e orientações. E o vazio acaba sendo preenchido por iniciativas particulares e devoções, ou por expressões da piedade popular, nem sempre com o devido cuidado de fazer coexistir liturgia e práticas de piedade “no respeito à hierarquia dos valores e da natureza específica de ambas” 1 .

Como evitar um tal esvaziamento e tantas deformações? O que fazer para que as festas pascais sejam ponto alto na vida da comunidade, expressões de vida de uma Igreja que busca na liturgia sua primeira fonte de espiritualidade (cf. SC 14)?

Não pretendemos aqui aprofundar exaustivamente todo o significado do Tríduo Pascal, nem temos a pretensão de oferecer solução fácil para um problema que mais parece ser estrutural. Queremos sim evidenciar algum elemento que nos ajude a não desviar a atenção da centralidade do mistério e a considerar a unidade e a superioridade das festas pascais em relação a todas as outras expressões da nossa fé.

Lembrando a história

Até o século II a festa dos cristãos era o domingo, vivido e celebrado como dia de alegria, páscoa semanal. A partir do final do século II firma-se a prática de uma festa anual da páscoa, no domingo posterior ao 14 de Nisã (data da páscoa judaica). Até o final do século III foi a única festa anual da Igreja. Tratava-se da Vigília Pascal que durava toda a noite, culminando ao amanhecer com a eucaristia que marcava a entrada no Pentecostes, entendido como cinqüenta dias de festa e de alegria. A Vigília era precedida pelo jejum que se iniciava na sexta-feira e se prolongava por todo o sábado, até a celebração da eucaristia no sábado à noite. Os elementos essenciais eram a liturgia da Palavra e sua atualização sacramental na eucaristia, aos quais, mais tarde, acrescentou-se o batismo, com a bênção da água. Em torno da vigília foi se firmando, em uma unidade, a memória da crucifixão na sexta-feira, da sepultura no sábado e da ressurreição no domingo.

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