Sexta, Dezembro 06, 2019

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

ESTAMOS INICIANDO UM NOVO ANO LITÚRGICO.

virgem do advento

 

 

É este o primeiro DOMINGO DO ADVENTO, o tempo de quatro semanas que nos prepara para a VINDA DO SENHOR, no Dia final da Sua santa Manifestação gloriosa, e para a celebração solene do Dia do Seu NATAL segundo a carne, no tempo da nossa história, há dois mil anos.

Tudo, na Liturgia, nos ajudará nessa santa preparação, na santa espera, cheia de esperança:

o roxo significa a vigilância de quem aguarda com desejo, com santa ansiedade,

a moderação das flores ajuda-nos a concentrar nossa atenção Naquele que vem para salvar e tudo levar à Plenitude,

o “Glória” não cantado prepara-nos para cantá-lo como novidade na Noite Santa do Natal.

Os sentimentos do nosso coração devem ser a vigilância, a disponibilidade para acolher o SALVADOR que Se aproxima, a piedade humilde de Maria Virgem, de José, dos pastores, de Simeão, Zacarias e Isabel, o espírito de conversão anunciado por João Batista, o sonho de um mundo “cheio da sabedoria do Senhor como as águas enchem o mar” (Is 11,9), como Isaías profetizou... Aproveitemos essas quatro semanas tão doces, que recordam no memorial litúrgico a espera de Israel e da humanidade pelo Messias e que nos fazem celebrar já, no mistério litúrgico, a Vinda gloriosa do nosso Salvador como Juiz e Senhor de todas as coisas! Como canta a Liturgia: “Ao simples ecoar, do Vosso Nome eterno,/ joelhos vão dobrando/ o Céu, a terra, o inferno./ Um Dia voltareis,/ Juiz e Rei de tudo./ Oh! Dai-nos hoje a graça,/ na tentação escudo!

ADVENTO 2019

Nos textos bíblicos que a Igreja hoje nos propõe, o Senhor sonda as angústias e saudades do coração humano e nos fala precisamente da esperança: Ele é o Deus que vem ao encontro dos nossos anseios mais profundos... Mas também nos exorta a vigiar, a que nos preparemos para acolher o Dom esperado. Aliás, é esta a miséria do mundo atual: busca a paz, procura a vida, mas não as busca Naquele que é a saciedade do nosso coração e a salvação da nossa existência. O homem tem sede e Deus, misericordiosamente envia-lhe a água, que é o Messias; e o nosso mundo não O reconhece; antes, renega-O!

Vejamos se não é assim; recordemos a palavra do Profeta: “Acontecerá nos últimos tempos que o Monte da Casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas. A ele acorrerão todas as nações, para lá irão povos numerosos.. porque de Sião provém a Lei e de Jerusalém, a Palavra do Senhor”. Compreendamos bem: de Israel, Deus prepara uma salvação, uma luz, uma direção para toda a humanidade. O homem sozinho não encontra o caminho, por mais que teime em se julgar grande e autossuficiente. À nossa pobreza, o Senhor vem com uma promessa tão grande. E, se o coração da humanidade acolher a salvação que vem, a luz que brilha, então, encontrará a paz: “Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices: não pegarão em armas uns contra os outros em não mais travarão combate”. Eis a promessa de Deus: dá-nos a salvação; eis o sonho do Senhor: encontrar uma humanidade que acolha o Salvador, dele bebendo a paz!

No nosso mundo, ferido, cansado, incerto, mundo que já não mais crê de verdade em nada, a promessa do Senhor é como um alento. Acreditemos, irmãos! Quão triste o mundo se os cristãos viverem sem esperança, sem certeza, sem ânimo, como os pagãos... Já nos tempos apostólicos, São Paulo exortava os cristãos a que não ficassem tristes “como os outros, que não têm esperança” (1Ts 4,13). Irmãos meus, em Cristo, temos esperança, em Cristo, sabemos para onde vamos, em Cristo, esperamos com serena e profunda certeza que o Senhor vem e nos salva!

Este Tempo do sagrado Advento quer levantar nosso ânimo: o Senhor, cujo Natal celebraremos dentro de quatro semanas, é o mesmo que virá um Dia, na Sua Manifestação gloriosa! Nossa vida tem rumo e sentido! Vigiemos: “Vós sabeis em que tempo estamos! Já é hora de despertar. Agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite deste mundo já vai adiantada, o Dia vem chegando” – o Dia é Cristo, Salvação que Deus nos prometeu e nos preparou! Então: “Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia” – como quem vive já agora, durante a noite deste mundo, no Dia, que é Cristo-Deus: “nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário: revesti-vos do Senhor Jesus”. Eis o modo de vigiar na noite deste mundo, eis o modo de testemunhar que esperamos, na vigilância, o Salvador que nos foi prometido e virá como nosso Juiz para levar à plenitude a Salvação iniciada com a Sua piedosa Vinda na nossa carne. É oportuno recordar que este texto da Carta aos Romanos foi o que provocou a conversão de Santo Agostinho, lá no distante século V. A Palavra de Deus é sempre um apelo gritante e forte para nós! Que ela nos converta também agora, neste tempo que se chama hoje!!

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POBRES papa jubileu anosantoA esperança dos pobres jamais se frustrará

18/11/2019

Estamos quase no final de um ciclo litúrgico. A Liturgia fala-nos com linguagem simbólica e imagens apocalípticas sobre o fim dos tempos. Reflete o momento atual de nossa história cheia de contradições e nos leva a pensar na provisoriedade e fragilidade de nossa existência. Assim chegamos à conclusão de que só Deus é permanente.

Temos nesta hora presente, uma sensação de proximidade de uma catástrofe, às vezes a sensação de que o nosso mundo caminha para o caos. A crise econômica e a natureza devorada pelos interesses econômicos, provocando a incidência de catástrofes naturais e ambientais, calamidades e epidemias ou levando ao colapso de recursos naturais não renováveis. Enquanto cresce assustadoramente o grupo dos que estão na “miséria”.

Os índices da extrema pobreza subiram no Brasil e já soma 13,5 milhões de pessoas sobrevivendo com até R$ 145,00 mensais. Número que vem crescendo desde 2015, invertendo a curva descendente da miséria dos anos anteriores, segundo o IBGE. A miséria atinge principalmente estados do Norte e Nordeste do Brasil, em especial a população preta e parda, sem instrução ou com formação fundamental incompleta.

Quanto às pessoas, as vemos fechadas, desinteressadas das grandes questões, um quadro de indiferença, de apatia, de descomprometimento, de ausência de grandes ideais ou ainda, diante da catastrófica realidade, há quem descarte qualquer possibilidade de mudança. A toda hora, queixa-se dizendo: “o mundo, não tem mais jeito, não adianta mais lutar!” Esse modo derrotista de pensar não faz parte da comunidade de fé. A questão é: A esperança ainda faz sentido?

O profeta Malaquias dá voz à esperança e garante-nos: Deus não nos abandonou; Ele vai intervir no mundo. Mas, é preciso ter consciência de que a intervenção libertadora de Deus não deve ser projetada para o “último dia” do mundo. Ela acontece a cada instante; e nós devemos estar numa espera vigilante e ativa, a fim de sabermos reconhecer e acolher a intervenção salvadora e libertadora de Deus.

Malaquias refere-se na sua profecia (cf. Ml 3,19-20) ao “dia do julgamento” – isto é, ao dia em que o Senhor vai intervir na história, no sentido de destruir o mal e fazer triunfar o bem. Diante do fogo do Senhor, “serão como palha todos os soberbos e ímpios” e o Senhor “não lhes deixará nem raiz nem ramo”; em contrapartida, para os que se mantêm nos caminhos da aliança, “nascerá o sol da justiça, trazendo salvação em suas asas” (nos seus raios).

O profeta não está falando evidentemente do “fim do mundo”. Está se referindo ao dia da intervenção de Deus na história. Trata-se, fundamentalmente, de um apelo à “esperança”: apesar da situação caótica em que estamos, não desanimemos, mantenhamo-nos como os pobres, fiéis ao Senhor, pois Deus vai fazer aparecer um “mundo novo”. Para os cristãos, esta profecia se refere a Jesus: ele é o “Sol de Justiça” que brilha no mundo e que insere a humanidade na dinâmica de um mundo novo – a dinâmica do “Reino”.

O Evangelho (cf. Lc 21,5-19) nos leva com Jesus a Jerusalém, aos arredores do Templo onde as pessoas falavam da sua beleza e isso leva Jesus a anunciar a destruição de Jerusalém: “Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”. (v. 6) Podemos imaginar o efeito destas palavras sobre os discípulos de Jesus! Contudo, Ele não queria ofender o santuário, mas fazer compreender, a eles e também a nós hoje, que as construções humanas, até as mais sagradas, são passageiras e não se deve pôr nelas a nossa segurança. Quantas certezas presumíveis na nossa vida pensávamos que fossem definitivas e depois revelaram-se efêmeras! Por outro lado, quantos problemas nos pareciam sem solução e depois foram superados!

A história da Igreja é rica de exemplos de pessoas que enfrentaram tribulações e sofrimentos terríveis com serenidade, porque sabiam que estavam firmemente nas mãos de Deus. Permanecer firmes no Senhor, nesta certeza que Ele nunca nos abandona, caminhar na esperança, trabalhar para construir um mundo melhor, não obstante as dificuldades e os acontecimentos tristes que marcam a nossa existência. Os cristãos devem viver este tempo da expectativa da vinda do Senhor como tempo do testemunho e da perseverança: “É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida” (v. 19).

Em sua Mensagem para este III Dia Mundial dos Pobres, celebrado neste Domingo, o Papa Francisco recordou que “A esperança dos pobres jamais se frustrará”. (Sl 9, 19) Estas palavras disse o Papa, “Expressam uma verdade profunda, que a fé consegue gravar, sobretudo no coração dos mais pobres: a esperança perdida devido às injustiças, aos sofrimentos e à precariedade da vida será restabelecida”.

Ao descrever um quadro que expõe todas as mazelas de iniquidades e injustiças que levam à desumanização o Papa atualiza a responsabilidade com a opção pastoral pelos pobres inscrita, segundo as escrituras, na ação exemplar de Deus em favor dos pobres: “Aquele que «escuta», «intervém», «protege», «defende», «resgata», «salva»… Em suma, um pobre não poderá jamais encontrar Deus indiferente ou silencioso perante a sua oração… O Senhor não abandona a quem o procura e a quantos o invocam; «não esquece o clamor dos pobres» (Sl 9, 13), porque os seus ouvidos estão atentos à sua voz. A esperança do pobre desafia as várias condições de morte, porque sabe que é particularmente amado por Deus e, assim, triunfa sobre o sofrimento e a exclusão.

 

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Vem aí a 38ª Assembleia

 

Diocesana de Pastoral

DIOCESE ASSEMBLEIA DIOCESANA

 

Durante os dias 22 e 23 de novembro, a Diocese de Campina Grande realiza mais uma Assembleia Diocesana de Pastoral, chegando a sua 38ª edição a Assembleia tem por objetivo refletir a caminhada da Igreja Diocesana. Este ano, a Assembleia será assessorada por uma equipe de trabalhos que terá padres e seminaristas aqui da Diocese, tendo à frente o Padre João Afonso, Coordenador de Pastoral.

Esta 38ª edição da Assembleia será avaliativa e de planejamento, isto porque, será definido nesse encontro o Quadriênio Pastoral da Diocese (2020-2023). Para tanto, a temática a ser trabalhada terá como norte e ideia central, o Documento 109 da CNBB, referente às Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Os frutos dessa Assembleia, iluminados a partir do Documento 109, terão foco para os 75 anos da Diocese.

Os estudos do Documento 109 reservam uma rica análise feita pela CNBB acerca da realidade da Igreja e aponta os caminhos da evangelização sob quatro pilares: A Palavra (Vida Cristã), o Pão (liturgia/Eucaristia) o pilar da Caridade (responsabilidade social) e o pilar da Missão (vida missionária).

Assembleia Pastoral é um organismo consultivo, a instância maior dos encontros diocesanos, que tem por objetivo trabalhar a escuta, a avaliação e o planejamento da caminhada pastoral.

Outras informações podem ser obtidas através do telefone: (83) 3321-4199 ou no Secretariado Diocesano de Pastoral, na Rua Afonso Campos, 233 – Centro, por trás da Catedral.

Por: Ascom

fonte: diocese.org

O calendário litúrgico recolhe um pequeno mostruário daqueles crentes que, tendo testemunhado claramente sua fé cristã, foram reconhecidos oficialmente pela Igreja. Porém, temos também a certeza de que é muito maior, inumerável, o número de quantos escutaram a sentença final do Filho do Homem: “Vinde, benditos de meu Pai, recebei a herança do Reino preparado para vós desde a criação do mundo.” (Mt 25,34)

A solenidade litúrgica de todos os santos celebrada hoje, mas no Brasil transferida para o próximo Domingo e a comemoração de todos os fiéis falecidos para nós cristãos católicos têm algo em comum, pois na nossa profissão de fé afirmamos: “Creio na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna”. Por isso foram colocadas no calendário litúrgico da Igreja Católica uma seguindo-se à outra, 01 e 02 de Novembro.

As primeiras comunidades cristãs chamavam de “santos” (cf. Fl 1,1) todos os seus membros e a própria Igreja chamada “comunhão dos santos”. Sabemos que “só Deus é bom.” (Mc 10,18) Mas, por ter sua origem em Deus, a santidade é um dom. A santidade é a vocação originária de cada cristão batizado. Cristo amou a Igreja como sua esposa e entregou-se por ela, com a finalidade de a santificar (cf. Ef 5,25-26). Por este motivo, todos os membros do Povo de Deus são chamados a tornarem-se santos: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação.” (1Tes 4,3)

 

DIA de TODOS OS SANTOS

 

Muitas pessoas têm uma ideia falsa dos santos. Estávamos habituados a ver os santos ligados a lendas piedosas, a histórias deslumbrantes; eram vistos como heróis inatingíveis, pessoas mais dignas de elogio e admiração do que imitação. Todavia os santos eram e são pessoas de carne e osso, sujeitos às contingências desta vida e às imperfeições humanas. Como todos os seres humanos lutaram com seus pecados, alguns foram até grandes pecadores, pessoas que encontraram seu lado de sombra, que sofreram crises e dilemas, para ao final ser transformados pela graça de Deus.

Os santos distinguiram-se das outras pessoas porque tomaram a serio o Evangelho; quiseram ser discípulos de Cristo para se assemelharem a Ele o mais possível. O extraordinário da sua vida estava no seu interior; tiveram uma vivência intensa da fé, da esperança e do amor.

Os santos não foram pessoas que viveram fora da realidade, nem seu estilo de vida estava ligado apenas a uma época. Não há santo possível sem valores humanos e sem grande maturidade pessoal; porque não pode haver santo sem amor a Deus e aos irmãos. E o amor não é passivo, mas ativo, e, de certo modo, revolucionário.

Santos são todos aqueles que percorrem o caminho de santidade indicado pelas Bem-aventuranças (cf. Mt 5, 1-12). Eles puseram em prática na sua vida o programa do Reino de Deus contido nas Bem-aventuranças onde encontramos a resposta à pergunta: Como ser cristão especialmente neste mundo tão conflitivo? O caminho é a pobreza de espírito, a mansidão, o sofrimento suportado por amor, o caminho da justiça do perdão, o caminho da paz enfim, o estilo de vida do próprio Jesus: seu amor e obediência filial ao Pai, sua compaixão frente à dor humana, sua proximidade aos pobres e aos pequenos, sua fidelidade à missão, seu amor até à doação de sua vida.

Portanto, o caminho de santidade que deve percorrer todo cristão é, primeiramente a solidariedade para com os “menores dos irmãos” constitui uma exigência intrínseca a todo e qualquer caminho de santidade: “Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (cf. Mt 25,31-46)

Todos nós cabemos nesta festa inclusiva, a grande festa de todos os filhos e filhas de Deus. Que ela seja expressão da nossa alegria de entrarmos no Reino de Deus.

Padre JOSÉ ASSIS PEREIRA SOARES 

Cristo Vive e te quer vivo!

 

2019 JMJ DIOCESE

 

 

A Juventude de nossa Diocese tem realizado nestes últimos dias (20 a 26 de outubro) uma grande missão em todas as Paróquias. O Projeto IDE, plano trienal (2018-2020) de evangelização da juventude para a Igreja do Brasil tem iluminado as linhas de ação para esse bonito trabalho que teve início em 2018, como fruto do Ano Pastoral da Juventude.

Os jovens, a partir de um encontro pessoal com Jesus se sentiram chamados a responder-Lhe. O Papa Francisco na Exortação Apostólica Pós Sinodal Cristo Vive nos recorda: “algo parecido aconteceu com o profeta Jeremias, chamado a despertar o seu povo quando era ainda muito jovem. Temeroso, disse: ‘Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, pois ainda sou um jovem’ (Jr 1, 6). Mas o Senhor pediu-lhe para não falar assim, acrescentando: ‘Não terás medo diante deles, pois Eu estou contigo para te livrar’ (Jr 1, 8). A entrega do profeta Jeremias à sua missão mostra o que é possível fazer-se, se se unem o frescor da juventude e a força de Deus” (CV 10).

O Setor Diocesano da Juventude como estrutura de acompanhamento em todas as esferas (Diocese, Foranias, Paróquias, Comunidades, Expressões Juvenis), tem articulado essa dimensão missionário-evangelizadora, despertando o potencial que existe em cada jovem, acreditando e dando oportunidade para que assumam esta tarefa dada pelo próprio Jesus, tudo isso coordenado com muita proximidade por nosso Bispo Diocesano Dom Dulcênio Fontes de Matos, que afirma com carinho e entusiasmo: “Uma Igreja sem jovens é como um jardim sem flores”.

A partir de uma sugestão de programação lançada pelas expressões juvenis representadas na comissão diocesana, cada Paróquia desenvolveu suas atividades contemplando, além dos momentos de evangelização, missões na dimensão sócio-transformadora, da espiritualidade e da formação. Quantas iniciativas brilhantes! Vimos esses dias jovens promovendo aulas de maneira gratuita para estudantes que vão realizar o ENEM, jovens visitando hospitais e escolas, casas e condomínios, estabelecimentos comerciais, rezando nas praças e ruas levando a palavra de Deus aos doentes, aos presos, promovendo sessões de cinema com mensagens edificantes para crianças e adolescentes, competições desportivas, festivais de arte… Sem contar a movimentação nas redes sociais que estão sendo cheias de Deus, de fraternidade, de compromisso. Bendito seja Deus!

Sobre essas iniciativas nos fala o Santo Padre: “confio na capacidade dos próprios jovens, que sabem encontrar os caminhos atraentes para convidar e sabem também evangelizar nas redes sociais com mensagens, canções, vídeos e outras intervenções. Devemos apenas estimular os jovens e dar-lhes liberdade de ação, para que se entusiasmem com a missão nos ambientes juvenis. O primeiro anúncio pode despertar uma profunda experiência de fé no meio dum retiro de conversão, numa conversa no bar, num recreio da Faculdade, ou qualquer outro dos insondáveis caminhos de Deus. O mais importante, porém, é que cada jovem ouse semear o primeiro anúncio na terra fértil que é o coração de outro jovem” (CV 210).

O que mais nos chama atenção em todos esses projetos é a ação do Espírito Santo que inspira os jovens a privilegiarem a linguagem da proximidade, do amor desinteressado, relacional, que toca o coração, atinge a vida das pessoas… Eles usam a linguagem do amor, a linguagem daqueles que apesar de suas limitações e fraquezas, se esforçam para viver coerentemente a sua fé (cf. CV 211).

Não podemos deixar que o mundo nos cale. Queremos falar de Jesus e anunciá-lO em toda parte, comunicar a fé que Ele nos deu (cf. ICo 9,16). No entanto, não obstante a importância das palavras, o maior anúncio é a própria vida! O testemunho do Evangelho se dá de forma muito mais eloquente com o exemplo do que com a voz. E é precisamente o testemunho de tantos jovens em toda parte da Diocese de Campina Grande que tem levantado uma geração cada vez mais decidida por Jesus, em dar a vida por Aquele que morreu por nós.

A Semana Missionária da Juventude vai encerrar, mas a missão não pode parar. A Pastoral Juvenil deve ser sempre uma pastoral missionária. E para onde Jesus nos manda? O Papa Francisco responde: “Não há fronteiras, não há limites: envia-nos a todas as pessoas. O Evangelho é para todos, e não apenas para alguns. Não é apenas para aqueles que parecem a nossos olhos mais próximos, mais abertos, mais acolhedores. É para todas as pessoas. Não tenhais medo de ir e levar Cristo a todos os ambientes, até às periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor. E convida-nos a levar, sem medo, o anúncio missionário aos locais onde nos encontrarmos e às pessoas com quem convivermos: no bairro, no estudo, no desporto, nas saídas com os amigos, no voluntariado ou no emprego, é sempre bom e oportuno partilhar a alegria do Evangelho. É assim que o Senhor Se vai aproximando de todos; e pensou em vós, jovens, como seus instrumentos para irradiar luz e esperança, porque quer contar com a vossa coragem, frescor e entusiasmo (CV 177)”.

Os frutos que Deus fará crescer serão colhidos em breve pelos jovens que partiram em missão, por aqueles que receberam o anúncio e abriram o coração, pelas comunidades que estiveram em comunhão e por toda nossa Igreja Diocesana: “Os jovens enriquecem-se muito e aprendem a olhar mais além da sua família e do seu grupo, começam a compreender a vida numa perspectiva mais ampla. Ao mesmo tempo reforçam-se a sua fé e o seu sentido de pertença à Igreja” (CV 240). A renovação da experiência de fé de muitos e os projetos vocacionais de tantos outros devem ser acompanhados com proximidade pelos pastores.

Celebrando tudo que Deus tem realizado nas nossas vidas, especialmente nos jovens de nossa Diocese, vamos nos encontrar no próximo Domingo, dia 27 de outubro, no Clube Campestre para o Dia Nacional da Juventude, em torno do nosso pastor, para, “anunciar a todos os jovens, independentemente das circunstâncias em que se encontrem, o mais importante, as coisas primeiras, aquilo que nunca se deveria silenciar, um anúncio que inclui três grandes verdades que todos nós precisamos escutar sempre de novo:

Deus te ama! Cristo te salva! Ele vive!” (CV 111).

 

 

 

Padre Rodolfo Figueiroa Lucena

Coordenador Diocesano da Juventude

2019 JMJ DIOCESE 02

Fonte: www.diocesecg.org 

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