Sábado, Fevereiro 13, 2016

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ESCOLA BBLICA e CRISMA - CONVITES 2016

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SANTA MISSA EM SEU LAR

SANTA MISSA EM SEU LAR

PLAY - AOS SÁBADOS ÀS 19h30MIN (TV ITARARÉ)

QUARESMA 2016. 2jpg
Quarenta dias antes da Páscoa, a Igreja abre solenemente o tempo de penitência, chamado Quaresma, em preparação para a celebração da Páscoa. 


Neste dia, após a Liturgia da Palavra, em que se proclama o trecho do Evangelho em que Cristo recomenda a oração, o jejum e a esmola como exercícios de conversão (cf. Mt 6,1-18), realiza-se o rito da imposição das cinzas. Elas são sinal de penitência, no sentido de conversão. 
A conversão consiste, sobretudo, no reconhecimento de nossa condição de criaturas limitadas, mortais e pecadoras. No gesto de imposição das cinzas sobre a cabeça das pessoas, o sacerdote ou o ministro diz: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15). 


A conversão consiste em crer no Evangelho. Crer é aderir a ele, viver segundo os ensinamentos do Senhor Jesus. Pode-se usar também a fórmula tradicional: “Lembra-te que és pó e ao pó hás de voltar” (Gn 3,19). Numa das orações de bênção das cinzas se diz: “Reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova, à semelhança do Cristo ressuscitado” (Missal Romano).


A origem das cinzas usadas tem seu significado. Elas são preparadas pela queima de palmas usadas na procissão de Ramos do ano anterior. Lembram, portanto, o Cristo vitorioso sobre a morte. A palma é símbolo de vitória e de triunfo. Assim, se os cristãos aceitam reconhecer sua condição de criaturas mortais, e transformar-se em pó, ou seja, passar pela experiência da morte, a exemplo de Cristo, pela renúncia de si mesmos, participarão também da vida que ressurge das cinzas. 


(Frei Alberto Beckhauser)

 

A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma

 

A Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus se sentar sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer.

1600 x 1200 - Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas_
Foto: Wesley Almeida/ cancaonova.com

Qual é o sentido?

A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu.

A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para “construir o céu na terra”. É um grande engano. Jamais construíremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui.

Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc… Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do cora­ção e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório… nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se esvai… e assim tudo passa, tudo é transi­tório.

Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro?

Com­pra-se uma camisa nova e, logo, já está surrada; compra-se um carro novo e, logo, ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos, e assim por diante.

A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene.

Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: “Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia.”

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 CARNAVAL - PE NELSON

Os festejos do Carnaval advêm de várias interpretações, de “carne vale” que significa “adeus carne” ou “despedida da carne”, pois é permitido o consumo de carne no tríduo que antecede a quarta-feira de cinzas, marco e início da Quaresma. Desde a origem da festividade do Carnaval, há um contraste entre o carnaval cristão e o carnaval pagão. E, de fato, percebemos ainda hoje essa diferença.De um lado, muitas pessoas aproveitam esse período para extravasarem seus desejos, influenciados pela sensação de prazer e de libertinagem, em que tudo é permitido. “Tudo me é permitido", mas nem tudo me convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada me domine”. 
(Cf. 1 Coríntios 6,12). 
 
É comum, portanto, vermos nos carnavais a presença do excesso: de bebidas, de drogas, do apelo sexual e de tantas outras sensações que alucinam e são momentâneas. Tal comportamento vem acompanhado do vazio, da “ressaca moral”, da ausência daquilo que verdadeiramente é capaz de nos preencher: o amor, a paz no coração, a liberdade de poder dizer sim e não. De poder fazer as escolhas necessárias para bem viver. 
 
Por outro lado, o carnaval cristão experimenta a verdadeira alegria de estar na presença viva e real do amor. Experimenta a verdadeira liberdade! O dançar, o cantar, o comportar-se muda de feição. Aqui, tudo o que é do bem e para o bem é permitido. Todos somos chamados a viver e aproveitar o tempo do Carnaval, que é tempo de festejar, com a alegria própria que o momento requer, sem, no entanto, nos exceder.
 
Desejo a todos um Carnaval de alegria carregado de saúde e paz, e principalmente sem violência, tanto para aqueles que irão se divertir em festas e desfiles, como para aqueles que vão participar de retiros e momentos de espiritualidade. E, para nós que vamos nos recolher em nossos lares e no seio das nossas famílias aproveitemos o descanso dos dias feriados.
 
Sejamos felizes!
 
Carnaval, festa de sonhos e fantasias, sonhos que vão com os foliões e fantasias que estão
 
na cabeça e no corpo, enfeitando o desejo de ser feliz! (AD)
 
ANTONIO NELSON - PADREPe. Antonio Nelson  
Chanceler da Cúria Diocesana 
 
 

Na mensagem para a Quaresma 2016, Papa convida a sair da alienação existencial e praticar obras de misericórdia

Jéssica Marçal
Da Redação

Papa destaca que missão da Igreja é anunciar amor de Deus por todos / Foto: Arquivo - L'Osservatore Romano

Na mensagem para Quaresma, foco do Papa é a misericórdia / Foto: Arquivo – L’Osservatore Romano

A Quaresma deste Ano Jubilar é tempo favorável para sair da alienação existencial, diz o Papa Francisco em sua mensagem para o tempo quaresmal. O texto foi publicado nesta terça-feira, 26, pelo Vaticano.

O tema central da mensagem do Papa é a misericórdia, um mistério que se desvenda ao longo da história da aliança entre Deus e o povo de Israel, explica Francisco. Deus sempre se mostra rico em misericórdia, um amor que encontra seu ponto alto em Jesus, a misericórdia encarnada.

Acesse
.: Íntegra da mensagem

“Em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d’Ele”, escreve o Papa. Ele também recorda que a misericórdia de Deus transforma o coração do homem; ao experimentar um amor fiel, também o homem torna-se capaz de misericórdia.

Durante o Jubileu da Misericórdia, Francisco pede que as pessoas reflitam sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual, que são os atos concretos e cotidianos para ajudar o próximo. “Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”.

O delírio da onipotência

Francisco observa ainda na mensagem que, diante do amor de Deus, fica evidente que a pessoa mais miserável é aquela que não se reconhece como tal. São pessoas que se acham ricas, mas não colocam a riqueza a serviço de Deus e dos outros, acabam tomadas pelo delírio da onipotência.

“Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar”.

Com essas reflexões, o convite do Santo Padre nessa Quaresma, no Ano da Misericórdia, é que cada pessoa possa sair da sua alienação existencial e praticar as obras de misericórdia, tanto corporais quanto espirituais. É no amor de Deus, enfatiza o Papa, que está a resposta à sede de felicidade que o homem tem a ilusão de poder saciar com os ídolos do poder.

“Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez, confessando-Se a humilde serva do Senhor”.

Corrupto leva vida dupla

alt01/02/2016

dom_aldo1Dom Aldo Pagotto*

Com a firmeza de pastor vigilante, o Papa Francisco condena a corrupção como um grave pecado contra a lei de Deus e dos homens. Diz o Papa que “o corrupto finge ser cristão, mas não se arrepende. O corrupto lamenta a pouca segurança nas ruas, depois evade impostos enganando o Estado. O corrupto leva vida dupla. Não conhece humildade e não sente a necessidade de ajuda. Corrupção é pecado que se tornou um meio de vida, um sistema. O corrupto esconde aquilo que considera o seu verdadeiro tesouro, aquilo que o torna escravo, mas disfarça o seu vício com a boa educação, arranjando sempre uma forma de salvar as boas aparências”.

A descrição do Papa não poderia ser mais realista. Corrupção torna-se um projeto criminoso para se manter no poder. Se perguntarmos sobre as causas do atraso do País, as respostas apontam para o fato da corrupção. Quem vota enganado, em político corrupto, vota no atraso. Corrupto tem projetos estruturantes. Seu único interesse é se locupletar com o erário. Corrupto não possui outro projeto que o superfaturamento de obras improvisadas e de políticas de compensação. Em vez de garantir os recursos a serem investidos prioritariamente em políticas estruturantes, os corruptos jogam migalhas do que evadem do dinheiro público para programas sociais compensatórios, que não promovem a inclusão social. Apenas contentam um povo apenado, acostumado a depender das suas falácias e aparências.

Corruptos sabem como fazer funcionar esquemas de aparelhamentos, valendo o conhecido jargão: “aos amigos tudo, aos inimigos a lei”. Políticos competentes, honestos, apresentam projetos e planejamentos estratégicos, com base nas principais demandas da população. Corruptos não apresentam nada, além de se manter no cargo, pensando nas próximas eleições. Para além da indignação, o Ministério Público Federal, apoiado pela OAB, entidades da sociedade civil, Igrejas, etc., promove uma coleta de assinaturas propondo um projeto de lei de iniciativa popular, concretizado em “10 medidas contra a corrupção”. Saiba mais em www.10medidas.mpf.mp.br.

Os programas sociais deveriam direcionar-se à inclusão das camadas empobrecidas da população. Somente através da profissionalização os empobrecidos libertar-se-ão do atraso, da dependência e das formas mais humilhantes que os obrigam a viver de favores, enquanto deveriam ter direito pleno à educação e saúde pública, bem como aos direitos fundamentais, embora garantidos na Constituição, mas descumpridos por falta de infraestrutura para vigorar.

(*) Arcebispo Metropolitano da Paraíba

FONTE: Da Redação / Jornal da Paraíba

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